Exposição: cidade vivida | cidade sonhada, na Tenda Cultural Ortega y Gasset

Curadoria_ Eduardo Pimentel Pizarro (arquiteto, aluno de pós-graduação da FAUUSP)
Prêmio Jovem Cientista 2012

Abertura_ 17 maio_ sáb_ 14h
Visitação_ 19 maio a 7 junho_ seg a sáb_ 10h às 19h

Desenhos de crianças de 8 a 11 anos, moradoras da Favela de Paraisópolis, contrapondo a cidade em que vivem à cidade com que sonham, provocam um debate sócio-urbano acerca do presente e do futuro da metrópole de São Paulo.

Rodas de conversas

17 maio_ sáb_ 14h
Marcos Boldarini_ Boldarini Arquitetura e Urbanismo.
Vagner de Alencar_ ex-morador de Paraisópolis e autor do livro Cidade do Paraíso.
Maria Teresa Fedeli_ Coordenadora de Projetos em Paraisópolis, Coordenadora de Pós-Graduação da Escola da Cidade.
Joana Gonçalves_ Labaut-FAUUSP, Architectural Association (2009-2013).
Maria de Lourdes Zuquim_ LabHab-FAUUSP, NAPPLAC, Vice-líder Gepec.
Marcos Rosa_ Coordenador Deutsche Bank Urban Age Award RIO, autor dos livros ‘’Microplanning’’ e ‘’Handmade Urbanism’’.
Patrícia Samora_ LabHab-FAUUSP.

31 maio_ sáb_ 14h
Milton Braga_ MMBB Arquitetos e FAUUSP.
Gilson Rodrigues_ Presidente da União dos Moradores e Comércio de Paraisópolis.
Maria Teresa Diniz_ USP Cidades, Coordenadora do Projeto de Urbanização de Paraisópolis – Sehab (2005-2013).
Roberta Kronka_ Labaut-FAUUSP, Assessora Técnica da Superintendência de Gestão Ambiental da USP.
Catharina Pinheiro_ FAUUSP.
Antônio Cláudio M. L. Moreira_ FAUUSP, PMSP (1990-1992), EMPLASA (1985-1986), EMURB (1973).

Oficina discussão + mão na massa
24 maio_ sáb_ 14h às 17h

E você? O pensa da cidade em que vive e da cidade com sonha? Venha participar de oficina de discussão e desenho na qual poderá expressar o que pensa de uma forma diferente, reproduzindo a atividade realizada pelas crianças de Paraisópolis, agora na Tenda!

Fonte: Tenda Cultural Ortega y Gasset

Exposições: “A invenção da praia” e “Naturantes”, no Paço das Artes

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convite_praia

A invenção da praia – 24/04 a 22/06

Múltiplas praias se avizinham no espaço desta mostra com curadoria de Paula Alzugaray. Inspirada na obra literária A invenção de Morel (1940), de Adolfo Bioy Casares, e no ensaio A vida descalço, de Alan Pauls, A invenção da praia investiga o que acontece quando o artista transporta a amplitude da paisagem ao ar livre para o espaço interno da galeria.

A exposição é composta por desenhos, pinturas, fotografias, projetos arquitetônicos, instalações, vídeos, textos e performances dos artistas Alan Pauls, Allora y Calzadilla, Caio Reisewitz, Christiane Pooley, Francis Alÿs, Giselle Beiguelman, Hüseyin Bahri Alptekin, Janaina Tschäpe, Katia Maciel, Laura Erber, Lina Bo Bardi, Lucia Koch, Maria Laet, Rafael Assef, Regina Vater e Waléria Américo. 

A invenção da praia quer “se oferecer como um lugar de encontro, reflexão e debate sobre a função da arte no exercício das práxis sociais e de reconciliação com a natureza”, afirma Paula Alzugaray. É também um lugar para perder a hora, operar com novos referenciais de tempo e espaço, como sugere a instalação Externa-dia-praia (2012-2014), de Lucia Koch. Composta por um conjunto de fontes, rebatedores e filtros de luz normalmente usados em estúdios fotográficos, a obra tem certa aura de praia deserta, à espera de visitantes.

As marcas e as pegadas deixadas na areia também estão presentes em A invenção da praia, a exemplo dos discursos e ideologias da série de fotografiasLand Mark (Foot Prints) (2000-2002), do duo Allora y Calzadilla. Em colaboração com ativistas envolvidos em protestos contra testes de bombas da marinha americana na Ilha de Vieques, em Porto Rico, os artistas acoplaram mensagens nas solas dos sapatos dos manifestantes.

Neste território compartilhado do Paço das Artes, ainda, há outras “praias”, como a de Hüseyin Bahri Alptekin –que aproxima Ipanema de Bombaim nos vídeos Incident-s Ipanema/Incident-Bombay (2007)–, a de Francis Alÿs –que mistura o mar Negro com o mar Vermelho no vídeo Watercolor (2010)–, e a de Janaina Tschäpe, que perturba a visão do horizonte emBallgame (2012), ao misturar duas esferas e ondas do mar, para citar alguns. Destaque também para fotomontagens e desenhos de um projeto desenvolvido por Lina Bo Bardi, mas não concretizado: Museu à beira do oceano, espaço que seria edificado sobre a areia com vista para o mar. 

Hugo Fortes

Naturantes – 24/04 a 04/05

A exposição apresenta vídeos, esculturas, pinturas, fotografias, instalações e performances de artistas, que apresentam diferentes posições sobre a relação entre o homem contemporâneo e a natureza. Compõem a mostra obras de Brígida Campbell, César Fujimoto, Dália Rosenthal, Daniel Acosta, Daniel Caballero, Darlene Farris-Labar, Geraldo de Souza Dias, Hannah Israel, Hugo Fortes, Kátia Fiera, Laura Gorsky, Laura Husak Andreato, Leandra Espírito Santo, Luciano Ogura , Mikhail Karikis, Monica Rubinho, Oscar Leone, Patrícia Rebello, Sidney Philocreon, Síssi Fonseca, Stela Barbieri, Teresa Siewerdt, Thereza Salazar, Tiago Gomes, Viga Gordilho, Vitor Mizael, Wagner Leite Viana, Walmor Corrêa, Yuichiro Komatsu e Yukie Hori.

Com curadoria e organização de Hugo Fortes, Naturantes integra a programação geral do II Seminário Internacional Arte e Natureza e ocorre paralelamente no Paço das Artes e na Biblioteca Brasiliana USP.

Fonte: Paço das Artes

Firmeza Permanente – Apresentação dos trabalhos do 2º semestre de 2013

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fp

Universidade Livre e Colaborativa em Perus
Apresentação dos trabalhos do 2º semestre de 2013

Data: 05 de dezembro de 2013 (quinta-feira)
Horário: 17h
Local: Sala 801 – FAUUSP
Endereço: Rua do Lago, 876, Cid. Universitária, São Paulo – SP

Data: 14 de dezembro de 2013 (sábado)
Horário: 10h
Local: Sala Multiuso do CEU Perus
Endereço: Rua Bernardo José de Lorena, 79, Perus, São Paulo – SP

Fonte: Eventos-FAU

Exposição dos trabalhos mais recentes de Feres Khoury e Luise Weiss

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feres

Data: 05 de outubro de 2013 (sábado)
Horário: a partir das 14h
Local: Graphias
Endereço: Rua Joaquim Távora, 1605 – São Paulo-SP

Lançamento do Livro “Desenho Urbano Contemporâneo no Brasil”, de Vicente Del Rio

DESENHO URBANO

Os organizadores Vicente Del Rio e William Siembieda, demais autores e a LTC Editora | GEN Grupo Editorial Nacional têm a honra de convidá-lo para o lançamento da obra Desenho Urbano Contemporâneo no Brasil.

Haverá mesa redonda com os autores

Data: 12 de setembro de 2013 (quinta-feira)
Horário: das 19h às 21h
Local: Livraria Bookstore
Endereço: Sede do IABsp – Rua Bento Freitas, 314 – Vila Buarque – Mezanino

Fonte: IAB-SP

Como usar um livro

usar o livro

Fonte

Balanço

balanço

Secretaria de Cultura reabre Chácara Lane como Gabinete do Desenho

No dia 1º de dezembro entrou em cartaz coletivas organizadas por Agnaldo Farias que ocupam as salas da casa centenária, discutindo a história do acervo e o alargamento do conceito do desenho.

A Secretaria Municipal de Cultura inaugurou no dia 1º de dezembro de 2012, as instalações do Gabinete do Desenho, na Chácara Lane, à Rua da Consolação, 1024. Voltado à exibição de recortes da Coleção de Arte da Cidade, o novo equipamento museológico é dirigido por Vera Toledo Piza, e promove mostras temporárias e de longa duração, além de atividades educacionais relacionadas à sua programação.

O Gabinete do Desenho, nova instituição cultural a integrar o Museu da Cidade de São Paulo, nasce do encontro de duas demandas: a ocupação da Chácara Lane, imóvel recém-restaurado sob a coordenação da Divisão de Preservação do Departamento do Patrimônio Histórico e a necessidade de um espaço adequado e específico para a discussão e extroversão da Coleção de Arte da Cidade, em especial as obras que têm como linguagem o desenho.

A partir destas duas oportunidades, a Secretaria Municipal de Cultura convidou o curador Agnaldo Farias para conceber e desenvolver as diretrizes desta nova instituição e também para realizar a curadoria das mostras inaugurais.

A primeira exposição “Da Seção de Arte ao Prêmio Aquisição: a gênese do Gabinete do Desenho”, de longa duração e que acontecerá no térreo, exporá obras realizadas sobre papel pertencentes ao acervo da Coleção de Arte da Cidade. Além de discutir os vários aspectos do desenho e das obras expostas, também pretende ressaltar o ineditismo da formação do primeiro acervo público de arte moderna no Brasil, realizado por Sergio Milliet no âmbito municipal, e o seu percurso até a contemporaneidade. Participam da coletiva os artistas: Almandrade, Anatol Wladyslaw, Anna Bella Geiger ,Antônio Bandeira, Antônio Manuel, Carlos Scliar, Carmela Gross, Darel Valença, Emiliano Di Cavalcanti, Fernand Léger, Jac Leirner, Joan Miró, Lasar Segall, Marcelo Grassmann, Maria Bonomi, Nelson Leirner, Nuno Ramos, Oswaldo Goeldi, Paulo Bruscky, Paulo Monteiro, Pedro Américo, Pierre-Auguste Renoir, Regina Silveira, Renina Katz, Roberto Kepler, Rosana Paulino, Rugendas, Tarsila do Amaral.

A segunda exposição “desenho esquema esboço bosquejo projeto debuxo ou o desenho como forma de pensamento”, temporária e que acontecerá no andar superior, será de obras pertencentes a outras instituições, artistas, galerias e coleções. Pretende apresentar o desenho além do território conhecido das artes visuais, como fim em si mesmo ou como processo de criação de outras expressões, contemplando suas diversas naturezas e finalidades. Participam da coletiva os artistas Adrianne Gallinari, Angelo Venosa, Arnaldo Antunes, Carla Caffé, Daniel Senise, Edith Derdyk, Fábio Moon, Gabriel Bá, Glauber Rocha, Irmãos Campana, Lívio Tragtenberg, Vera Hamburger e Ton Marar.

Coleção de Arte da Cidade

A Coleção de Arte da Cidade, embora não com este nome, tem sua origem na Seção de Arte da Biblioteca Mário de Andrade em 1945 na gestão de Sergio Milliet, um dos principais articuladores do modernismo no Brasil, que promoveu a aquisição de obras que constituem hoje uma expressiva coleção de arte em papel: desenhos, aquarelas e gravuras em técnicas variadas, de artistas nacionais e estrangeiros, dentre os quais um pochoir de Fernand Léger, uma gravura de Renoir, desenhos de Rugendas, e de brasileiros, tais como desenhos de Tarsila do Amaral, Anita Malfatti e Di Cavalcanti. Este trabalho seminal de Sergio Milliet teve a colaboração de Maria Eugênia Franco na Biblioteca e, posteriormente, na direção do Departamento de Documentação e Informação Artística – IDART – onde coordenou a catalogação do acervo pertencente ao município na década de 1970. Transferido para o Centro Cultural São Paulo nos anos 1980, esse acervo recebe doações importantes de arte postal, dentre elas parte da obras de arte postal presentes na Bienal de 1983, organizada Walter Zanini. Outros projetos culturais desenvolvidos pelo CCSP como o Programa de Exposições e o Prêmio Aquisição renovaram a coleção com a aquisição e integração ao acervo de obras de artistas contemporâneos.

Atualmente, a coleção conta com cerca de 2.800 obras de arte em diversas técnicas e seis coleções de Arte Postal, com 3.500 peças no total e encontra-se abrigada no Centro Cultural São Paulo. Aproximadamente 70% das obras catalogadas são sobre papel, a maioria desenhos e gravuras. São trabalhos de artistas brasileiros importantes, entre eles os desenhos originais de Tarsila do Amaral para o livro Pau Brasil, de Oswald de Andrade, além de obras de Anita Malfatti, Emiliano Di Cavalcanti, Oswaldo Goeldi, Cândido Portinari, José Pancetti, Alfredo Volpi e muitos outros. Também há obras de artistas internacionais, entre as quais podemos destacar as de Johann Rugendas, Joan Miró, Pierre-Auguste Renoir e Marc Chagall. Cerca de 20% da coleção é formada de pinturas de artistas como Frans Post, Pedro Alexandrino, Almeida Júnior, Francisco Rebollo, Aldo Bonadei, Flávio de Carvalho, Aldemir Martins, Paulo Pasta, Célia Euvaldo e Tomie Ohtake. Os 10% restantes são compostos por esculturas e outras obras em suportes diversos, tais como fotografia, vídeo, dvd, mobiliário, tapeçaria, etc. Dessas obras destacam-se doações de artistas contemporâneos como Nuno Ramos, Leda Catunda, Alex Flemming, Sandra Cinto, Regina Silveira, Carmela Gross e Rubens Mano entre outros.

Chácara Lane

A região onde ora se inaugura o Gabinete do Desenho passou por diversas transformações nos últimos dois séculos. No antigo caminho para Sorocaba se instalou o Cemitério da Consolação (1854) e na década seguinte o Colégio Americano, futuro Instituto Mackenzie, se transfere para a quadra da Rua Maria Antônia com rua Itambé. A partir da década de 1880 surgiram os loteamentos que desenharam a conformação atual de seu entorno. Em 1890, Lauton Amnesley adquire uma área proveniente do desmembramento da propriedade de Dona Maria Antonia da Silva Ramos onde foi construída a residência do reverendo George Whitehill Chamberlain. Este terreno com a moradia foi vendido ao doutor Lauriston Job Lane em 1906, dando origem à Chácara Lane, assim conhecida a propriedade onde morou o médico presbiteriano até sua morte em 1942. O atual lote é um dos últimos remanescentes das típicas chácaras paulistanas – restam ainda a Chácara do Penteado, atual FAU USP, em Higienópolis; e a Chácara Prates, em Campos Elísios – e foi adquirido pela Prefeitura Municipal em 1944. Desde então, teve diferentes utilizações: serviu de ambulatório à Cruz Vermelha até 1953, ano em que foi convertido em sede do Arquivo Municipal Washington Luís e, mais recentemente, de 1995 a 2008, abrigou a Biblioteca Circulante da Biblioteca Mario de Andrade. Em 2004, a Chácara Lane e seu envoltório são tombados pelo Conpresp e a partir de 2012, com a inauguração do Gabinete, passa a exibir exposições de longa e curta duração do acervo da do Patrimônio Histórico da Cidade de São Paulo.

Serviço: 
Mostras coletivas Da Seção de Arte ao Prêmio Aquisição: a gênese do Gabinete do Desenho (de 2 de dezembro a 21 de abril de 2013) e desenho esquema esboço bosquejo projeto debuxo ou o desenho como forma de pensamento (de 2 de dezembro a 24 de novembro de 2013).

Curadoria: Agnaldo Farias

Local: Gabinete do Desenho
Endereço: Rua da Consolação, 1.024
Telefone: (11) 3129 3574
Horários de visitação: de terça a domingo, das 9 às 18 horas
Entrada gratuita e livre para todos os públicos
Não possui estacionamento
Ambiente acessível

Fonte: Secretaria de Cultura de São Paulo

Desenho Generativo com Rhino 5.0 e Grasshopper, na FAUUSP

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Palestra de Andrés Gonzáles Posada, Diretor da McNeel América Latina e coordenador mundial da comunidade de fabricação digital RhinoFabLab, bem como das comunidades Generative Jewelry Design e Generative Furniture Design.

Data: 09/10/2012, terça-feira
Horário: 17h30
Local: Sala 807 – FAUUSP
Endereço: Rua do Lago, 876, Cidade Universitária, São Paulo-SP

ABERTA AO PÚBLICO

Fonte: Eventos FAU

Abertura da Exposição: Le Corbusier América do Sul 1929, no Centro Universitário Maria Antônia

O Centro Universitário Maria Antonia
convida para a abertura da exposição

LE CORBUSIER
AMÉRICA DO SUL
1929

Abertura 23 de agosto, quinta-feira, às 20h
Rua Maria Antonia 258 – Vila Buarque, São Paulo
Visitação até 21 de outubro de 2012 – entrada franca

Entre setembro e dezembro de 1929 Le Corbusier fez sua primeira visita ao continente sul-americano. Em 74 dias de permanência, proferiu conferências em Buenos Aires, Montevidéu, São Paulo e Rio de Janeiro e delineou planos para estas cidades. A caminho da França ele organizou suas palestras, esboços e lembranças, que se transformaram no livro Precisões sobre um estado presente da arquitetura e do urbanismo, publicado em Paris em 1930. Em Precisões, o arquiteto sumarizou sua doutrina elaborada ao longo dos anos 1910 e 1920 e acrescentou  um “Prólogo americano” um “Corolário brasileiro”, registrando as fortes impressões que assimilou na América do Sul.

Esta viagem era tida na biografia de Le Corbusier apenas como um episódio de pregação de sua doutrina arquitetônica. Este entendimento é parcial. Tanto o conteúdo das conferências como as propostas para as quatro cidades apontam para uma mudança no seu raciocínio, que se intensificou na medida em que os riscos foram elaborados, em progressiva emancipação frente a sua própria teoria anterior.

Em seus deslocamentos, o arquiteto vivenciou algo inédito que mudou sua percepção do mundo: a primeira oportunidade de voar num avião e olhar a natureza, a paisagem e as cidades sul-americanas a partir das alturas. A impactante apreensão panorâmica do território fertilizou o diálogo entre as escalas da arquitetura e do urbanismo. As quatro proposições para as cidades evidenciam uma reorientação de suas atitudes.

Dos 26 desenhos originais apresentados nesta exposição, pertencentes à Fondation Le Corbusier, vinte foram realizados durante a viagem sul-americana. As duas semanas que Le Corbusier passou em São Paulo, conhecendo uma cidade em plena transformação e convivendo com a intelectualidade modernista, são minuciosamente registradas.  Pela primeira vez os desenhos da biblioteca anexa à residência Paulo Prado e um modelo reduzido do projeto não executado vêm à luz.  Contribuições inéditas à biografia do arquiteto.

Esta exposição é uma revisita às falas e aos projetos de Le Corbusier na América do Sul: o estado de alma de um arquiteto europeu na América. Com esta experiência nascia uma nova perspectiva para o seu pensamento. Foi outro Le Corbusier que retornou ao Velho Mundo.

Curadoria
Rodrigo Queiroz

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