PARALISAÇÃO – Biblioteca da FAUUSP (Cid. Universitária) fechada amanhã, dia 30 de junho de 2015

Em virtude da paralisação dos servidores da USP, a biblioteca da FAUUSP (Cidade Universitária) ficará fechada terça-feira, dia 30 de junho de 2015.

Os materiais que deveriam ser devolvidos neste dia tiveram a data de devolução alterada para 02/07/2015.

Lançamento Livro “A Capital da Vertigem”, na FAU Maranhão

Sinopvertigemse: Após reconstituir em A capital da solidão a história de São Paulo das origens a 1900, o jornalista Roberto Pompeu de Toledo narra em A capital da vertigem sua arrancada rumo à modernidade. Eis uma cidade que deixa a condição de vila e se torna a maior metrópole do país. É a capital da vertigem: vertigem artística, industrial, demográfica, social e urbanística.

Lançamento:

São Paulo — Terça-feira, 30 de junho, às 19h, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (Rua Maranhão, 88).

Fonte: Blog da Companhia

 

Funcionamento das bibliotecas da FAUUSP nas férias

 

Biblioteca da Graduação (Cidade Universitária)
De 06 a 31/07/2015 – de segunda a sexta, das 9h às 18h.
À partir de 03/08/2015, funcionamento normal (de segunda a sexta, das 9h às 21h30).
 
Biblioteca da Pós-Graduação (Rua Maranhão)
De 13 a 31/07/2015 – fechada para inventário.
Nos demais dias, funcionamento normal (de segunda a sexta, das 8h às 17h)

Casa modernista de 1949 era confundida com igreja e fábrica; conheça

Para ver a notícia completa e as imagens, no UOL, clique AQUI.

Ledy Valporto Leal
Do UOL, em São Paulo

23/06/2015 07h00

O arquiteto João Batista Vilanova Artigas, que faria 100 anos em 2015, tinha apenas 34 quando construiu esta residência sexagenária (1949), para moradia de sua família (ele, a mulher e dois filhos pequenos). Situada no bairro do Campo Belo, na capital paulista, a Casa do Arquiteto, como é chamada, foi implantada em um terreno com 1.000 m², onde já havia a “Casinha”, construída por ele sete anos antes. Atualmente, as duas construções permanecem no local, separadas somente pela cerca-viva e tombadas pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio  Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico), como patrimônio histórico.

Estes poucos anos que separam as residências demarcam claramente dois períodos da produção do arquiteto, que ocupa posição ímpar no cenário arquitetônico nacional: foi um dos expoentes do Modernismo e da vertente do Brutalismo conhecida como “Escola Paulista” e projetou obras importantes como a sede da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP), na década de 60, e o Estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Morumbi (1952-1970). Artigas (1915-1985) influenciou decisivamente gerações de arquitetos, tanto através de sua obra, quanto como professor da USP.

Enquanto a “Casinha” é o lar do casal sem filhos e está identificada com a corrente organicista de Frank Lloyd Wright (1867-1959), a Casa do Arquiteto liga-se ao racionalismo de Le Corbusier (1887-1965). “A primeira emprega telhado tradicional com longos beirais e janelas até o teto, dispensando vergas (reforço estrutural). A segunda se caracteriza pelo uso do concreto armado na estrutura e pela ampla presença do vidro nas vedações”, explica o arquiteto e professor Alberto Xavier.

Artigas vale-se aqui de uma arquitetura “com personalidade, dotada de uma certa severidade na aplicação de princípios como: volumes geométricos claros e definidos, com preferência por coberturas convergentes (“telhado borboleta”), ambientes dispostos em pisos desencontrados, transparência e interpenetração espacial”, ressalta Xavier. Ou, mais especificamente, a casa – segundo  a historiadora e filha do arquiteto – Rosa Artigas, “formalmente acompanhava a linguagem da recém-inaugurada ‘arquitetura moderna brasileira’, identificada com a obra de Oscar Niemeyer, na Pampulha (1942)”.

Apesar de extremamente compacta (6 m x 27 m, o que permitiu recuo frontal com dez metros), a residência apresenta uma fisionomia dinâmica e espacialmente rica. Nela, o salão de estar, com janelas altas nas duas faces principais, abre-se para o grande vazio do terraço com pé-direito duplo,  arrematado pelo estúdio-biblioteca disposto sobre pilotis. Os espaços são interligados por uma escada contida, encaixada entre panos de vidro, e capaz de marcar significativamente este vazio com sua elegante silhueta.

Anti-burguesa

Na hierarquia da construção, o ambiente mais importante é a sala, destinada ao convívio. Ela foi palco de reuniões diversas, entre as quais as que agitavam o movimento estudantil nos anos 1960, promovidas por amigos e colegas dos filhos do arquiteto. Porém, as mais emblemáticas foram as do Partido Comunista, do qual Artigas era integrante. Estes, aliás, foram os encontros mais frequentes e históricos, segundo Rosa.

A casa em si é militante: conceitos de natureza ideológica  –  como a oposição aos hábitos da família burguesa, fortemente enraizados na sociedade da época – se manifestam no projeto. Na residência estão ausentes o quintal tradicional e o quarto de empregada. A cozinha, sem portas, é posicionada no “âmago” da construção e está conjugada aos banheiros, formando um “núcleo hidráulico”. Os espaços ganham uma hierarquia de comuna: sala de estar com dimensões generosas e quartos pequeninos e a disposição da garagem em ângulo quase periférico, de 45 graus à frente da casa, retira a importância do carro frente às pessoas.

Estas características tão peculiares, naturalmente, causavam estranheza às pessoas que por ali passavam em meados do século passado. Ou, como bem lembra a filha de Artigas, “elas tocavam a campainha para perguntar se era fábrica, oficina mecânica, igreja”. A obra do arquiteto, assim como sua pequena casa, estava à frente de seu tempo.

Vagas de estágio na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin

Clique AQUI para ver a relação de vagas de estágio disponíveis na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, para alunos de Arquitetura, Artes Plásticas, Biblioteconomia, Ciências Sociais, Comunicação Social, Editoração, Filosofia, Geografia, História e Letras.

Revista Contraste n. 4 – chamada aberta de conteúdo

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Palestra “A Abordagem do Condephaat para as Cidades de Cananeia e Iguape”, na FAU Maranhão

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A Abordagem do Condephaat para as Cidades de Cananéia e Iguape

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