Funcionamento das Bibliotecas da FAU nas férias

Fique atento aos dias e horários de funcionamento das bibliotecas da FAUUSP nas férias (2015/2016):

 

Biblioteca da FAU – Graduação (Cid. Universitária)

A partir de 14/12/2015 – de segunda à sexta, das 10h às 18h.

Fechada de 24/12/2015 a 03/01/2016 – Recesso.

De 04 a 15/01/2016 – de segunda à sexta, das 10h às 18h.

Fechada de 18/01 a 05/02/2016 – Inventário.

Dias 11 e 12/02/2016 –  das 10h às 18h.

A partir de 15/02/2016 – de segunda à sexta, das 10h às 21h.

 

Biblioteca da FAU – Pós-Graduação (Rua Maranhão, 88, Higienópolis)

Fechada de 24/12/2015 a 03/01/2016 – Recesso.

De 04/01 a 12/02/2016 – de segunda à sexta, das 8h às 17h.

Fechada de 15/02 a 04/03/2016 – Inventário.

Reabertura em 07/03/2016 – de segunda à sexta, das 8h às 17h.

Seção de Materiais Iconográficos fechada para inventário

A Seção de Materiais Iconográficos estará fechada para inventário e organização de seu acervo no período de 07 de dezembro de 2015 a 06 de março de 2016.
Os pesquisadores que necessitarem consultar o acervo de projetos originais e fotografias nesse período deverão entrar em contato pelo e-mail: maticon_bibfau@usp.br

Dúvidas: bibfau@usp.br

XIV Seminário da História da Cidade e do Urbanismo – 2016

Criado por iniciativa do Programa de Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal da Bahia, o Seminário de História da Cidade e do Urbanismo vem sendo realizado a cada dois anos, desde 1990. Anais, livros e coletâneas das treze edições organizadas por programas de pós- graduação de diferentes regiões do Brasil constituem material de referência e expressam os avanços alcançados e os desafios enfrentados por um número crescente de pesquisadores que, a partir da história, vêm contribuindo para o conhecimento das cidades e do urbanismo.

Ao voltar a acolher o Seminário, vinte e dois anos após a organização de sua terceira edição, em 1994, o Instituto de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo e seu Programa de Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo propõem a reflexão e o debate sobre a história e a historiografia da Cidade, da Arquitetura e do Urbanismo, voltando o olhar para o século XX .

As duas primeiras décadas do século passado são decisivas na constituição de saberes sobre a cidade, a arquitetura e o urbanismo: exposições e conferências internacionais mobilizaram profissionais de diferentes campos disciplinares nos Estados Unidos, Europa e América Latina; o urbanismo se institucionalizou como campo de conhecimento e prática profissional; a arquitetura se voltou para a reflexão e a intervenção na cidade; estudos seminais sobre as condições da vida social nas grandes cidades foram publicados; a produção habitacional em massa foi colocada no centro das reflexões e propostas doutrinárias; planos, projetos e instituições públicas abrangendo múltiplas escalas territoriais foram concebidos; novas práticas sociais e novas técnicas suscitaram experimentações e novas formas de projetar, construir e intervir nas cidades.

A distância de um século deste momento de intensa problematização das possibilidades e tensões da vida urbana é uma oportunidade de mapear percursos, permanências, rupturas, disjunções cronológicas de conceitos, ideários, práticas, e identificar sua apropriação e ressignificação em   contextos sociais, políticos, econômicos e culturais diversos.

Na perspectiva de compreender o passado como objeto de reconstrução sempre reiniciada a partir do presente, propõe-se a elaboração de interpretações, revisões e sínteses dos repertórios sobre a tríade Cidade, Arquitetura e Urbanismo mobilizados ao longo do século XX.

Período para submissão de textos e pôsteres: de 09 de novembro de 2015 a 04 de março de 2016

Divulgação dos trabalhos aceitos: 23 de maio de 2016

Inscrições AQUI

Fonte: site do evento

Exposição de novas aquisições – de 04 a 08 de janeiro de 2016

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Veja AQUI a lista de novas aquisições da biblioteca da FAUUSP (GRADUAÇÃO).

Os 20 títulos de periódicos mais emprestados da Biblioteca da FAUUSP – graduação

Abaixo, a lista com os 20 títulos de revistas mais emprestadas na Biblioteca da FAUUSP na Cidade Universitária (graduação).

Os periódicos Módulo, Projeto e Acrópole já têm publicações encerradas, mas continuam sendo muito consultados. A revista Acrópole, inclusive, segue sendo bastante emprestada, mesmo estando totalmente digitalizada e disponível para acesso online.

Vemos que nosso acervo de revistas internacionais também é muito utilizado, em vários idiomas (espanhol, inglês, italiano, japonês).

Destacamos a presença da revista estudantil Contraste entre as mais emprestadas.

  1. Monolito.
  2. Arquitetura e urbanismo (São Paulo).
  3. Projeto/design.
  4. El croquis.
  5. A & V monografias de arquitectura y vivienda.
  6. Módulo: revista de arquitetura e artes plásticas.
  7. Landscape architecture.
  8. Summa + (Buenos Aires).
  9. A & U architecture and urbanism.
  10. Casa e jardim.
  11. Projeto: revista brasileira de arquitetura, planejamento, desenho industrial, construção.
  12. Téchne: revista de tecnologia da construção.
  13. Urban design (London).
  14. Arquitetura & construção.
  15. Detail [english edition] review of architecture and construction details.
  16. Acrópole: arquitetura, urbanismo, decoração.
  17. Contraste.
  18. Casabella: rivista internazionale di architettura.
  19. AV proyectos.
  20. Topos European landscape magazine.

Os 25 livros mais emprestados da Biblioteca da FAUUSP – graduação

Levantamos os 25 títulos de livros mais emprestados durante este ano, na Biblioteca da FAUUSP na Cidade Universitária (graduação). Pela primeira vez em 4 anos, o livro São Paulo metrópole perdeu o posto de primeiro lugar para o recente Os pioneiros da habitação social (2014), que possui 3 volumes.

Os demais são velhos conhecidos da comunidade FAU, constando sempre entre os mais emprestados. Destacamos o grande número de materiais sobre urbanismo e a cidade de São Paulo.

  1. BONDUKI, Nabil Georges; KOURY, Ana Paula. Os pioneiros da habitação social. São Paulo: UNESP, 2014. 3 v.
  2. MEYER, Regina Maria Prosperi; GROSTEIN, Marta Dora; BIDERMAN, Ciro. São Paulo metrópole. São Paulo: EDUSP,  2004. 290 p.
  3. JACOBS, Jane. Morte e vida de grandes cidades. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
  4. REBELLO, Yopanan Conrado Pereira. A concepção estrutural e a arquitetura. São Paulo: Zigurate Editora, 2000.
  5. FROTA, Anésia Barros. Geometria da insolação. São Paulo: Geros, 2004.
  6. MEYER, Regina Maria Prosperi; GROSTEIN, Marta Dora. A leste do centro: territórios do urbanismo. São Paulo: Imprensa Oficial, 2010.
  7. VILLAÇA, Flávio. Espaço intra-urbano no Brasil. 2. ed. São Paulo: Studio Nobel, c2001.
  8. FRENCH, Hilary. Os mais importantes conjuntos habitacionais do século XX: plantas, cortes e elevações. Porto Alegre: Bookman, 2009.
  9. TOLEDO, Benedito Lima de. São Paulo, três cidades em um século. São Paulo: Livraria Duas Cidades, 1981.
  10. LORENZI, Harri. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. 2. ed. Nova Odessa: Plantarum, c1998. 2 v.
  11. SAIA, Luís. Morada paulista. São Paulo: Perspectiva, 1972.
  12. AZEVEDO, Aroldo de. A cidade de São Paulo: estudos de geografia urbana. São Paulo: Companhia Editora Nacional, [1958]. 4 v.
  13. STEWART, James. Cálculo. 6. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010. 2 v.
  14. NESBITT, Kate (Org.). Uma nova agenda para a arquitetura: antologia teórica (1965-1995). São Paulo: Cosac Naify, 2006.
  15. HERTZBERGER, Herman. Lições de arquitetura. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
  16. ARGAN, Giulio Carlo. Arte moderna: do iluminismo aos movimentos contemporâneos. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.
  17. DEÁK, Csaba (Org.); SCHIFFER, Sueli Terezinha Ramos (Org.). O processo de urbanização no Brasil. São Paulo: FUPAM/Edusp, c1999.
  18. VILLAÇA, Flávio José Magalhães. Reflexões sobre as cidades brasileiras. São Paulo: Studio Nobel, 2012.
  19. ACAYABA, Marlene Milan. Residências em São Paulo 1947-1975. São Paulo, 1986.
  20. MACEDO, Silvio Soares; SAKATA, Francine Gramacho. Parques urbanos no Brasil. 3. ed. São Paulo: Edusp, 2010.
  21. FRAMPTON, Kenneth. História crítica da arquitetura moderna. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
  22. RISSELADA, Max; LATORRACA, Giancarlo; RISÉRIO, Antonio. A arquitetura de Lelé: fábrica e invenção. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2010.
  23. ROLNIK, Raquel. A cidade e a lei: legislação, política urbana e territórios na cidade de São Paulo. 3.ed. São Paulo: Studio Nobel, 2003.
  24. REIS FILHO, Nestor Goulart. Quadro da arquitetura no Brasil. São Paulo: Perspectiva, 1970.
  25. RUBINO, Silvana (Org.); GRINOVER, Maria (Org.). Lina por escrito: textos escolhidos de Lina Bo Bardi 1943-1991. São Paulo: Cosac & Naify, 2009.

 

Nova data – Palestra “Digitalização e Preservação Digital”

O Departamento Técnico do Sistema de Bibliotecas da USP (DT/SIBi) e o Grupo de Apoio a Preservação e Conservação de Acervos Bibliográficos e Bibliotecas do SIBiUSP promoverão a Palestra “Digitalização e Preservação Digital”.

Palestrante: André Nito Assada (DT/SIBiUSP)
Data: 13 de janeiro de 2016, quarta-feira
Horário: das 9h às 12h
Local: Auditório do Departamento Técnico do SIBiUSP – Complexo Brasiliana, Piso Embasamento
Endereço: Rua da Biblioteca, s/n, Cidade Universitária, Butantã, São Paulo-SP.

Inscrições AQUI

Exposição de novas aquisições – de 21 a 31 dezembro de 2015

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Veja AQUI a lista de novas aquisições da biblioteca da FAUUSP (GRADUAÇÃO).

Tombamento do Edifício do IAB é aprovado como Patrimônio Cultural

Um dos principais registros da arquitetura moderna paulista, o edifício sede do Departamento São Paulo do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-SP) foi tombado pelo Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural nesta quarta-feira, 25 de novembro, em reunião que acontece no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em Brasília.

O IAB-SP foi criado em 1943, e a necessidade de ter um espaço próprio levou à realização de um concurso público nacional de arquitetura, em 1946, para a escolha do projeto da sede. Por decisão do júri, composto por Oscar Niemeyer, Firmino Saldanha, Hélio Uchôa, Fernando Saturnino de Britto e Gregori Warchavchik, as três equipes finalistas desenvolveriam o projeto definitivo em conjunto. Assim, com autoria de Rino Levi, Roberto Cerqueira Cesar, Miguel Forte, Jacob Ruchti, Galiano Ciampaglia, Zenon Lotufo, Abelardo de Souza e Helio Duarte, foi erguido um dos principais registros arquitetônicos de São Paulo entre 1947 e 1950.

A participação de arquitetos com diferentes formações revelou-se uma associação democrática dos projetos participantes do concurso, como um resumo da arquitetura paulista do período. O edifício se destaca por sua estrutura independente, com planta livre que garante maior flexibilidade no manejo dos espaços. Por causa do Código de Construção da época, as fachadas dos dois últimos andares são recuadas e a laje do piso em balanço vai até o alinhamento do lote, permitindo a manutenção da leitura prismática, e tendo sido recuados apenas os caixilhos.

Espaço de debates e defesa de uma arquitetura progressista, preocupada com as lutas sociais, a sede do IAB-SP era um local importante de encontro de intelectuais paulistas, tendo incorporado obras de arte de altíssima qualidade nos anos seguintes à sua inauguração, a exemplo do mural de autoria de Antônio Bandeira, no térreo, e do móbile intitulado Black Widow (Viúva Negra), de Alexander Calder, atualmente exposto na Tate Modern de Londres. O acervo do instituto conta ainda com uma escultura atribuída a Bruno Giorgi, no escritório do instituto, no 4º andar, e um mural de Ubirajara Ribeiro no 1º andar.

IAB
O Instituto de Arquitetos do Brasil foi fundado no Rio de Janeiro, então capital da República, em 26 de janeiro de 1921, com o nome de Instituto Brasileiro de Architectura, recebendo a atual denominação em 1934. É a mais antiga instituição brasileira dedicada à arquitetura, ao urbanismo e ao exercício da profissão. Sua história se confunde com a própria formação e afirmação do campo profissional do arquiteto e com a consolidação da arquitetura moderna, tendo, desde sua criação, se preocupado com a promoção da profissão e discutido a formação e o próprio exercício profissional.

Dessa forma, a motivação para o tombamento federal está respaldada em valores históricos, visto que o imóvel é representativo da trajetória e elemento de afirmação da arquitetura moderna brasileira, bem como da profissão de arquiteto, representada pelo papel desempenhado pelo IAB. Há também os valores artísticos do edifício, como bem de destaque da arquitetura moderna, já reconhecido no meio técnico e acadêmico.

Conselho Consultivo
O Conselho que avalia os processos de tombamento e registro é formado por especialistas de diversas áreas, como cultura, turismo, arquitetura e arqueologia. Ao todo, são 23 conselheiros, que representam o Instituto dos Arquitetos do Brasil – IAB, o Conselho Internacional de Monumentos e Sítios – Icomos, a Sociedade de Arqueologia Brasileira – SAB, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – Ibama, o Ministério da Educação, o Ministério das Cidades, o Ministério do Turismo, o Instituto Brasileiro dos Museus – Ibram, a Associação Brasileira de Antropologia – ABA, e mais 13 representantes da sociedade civil, com especial conhecimento nos campos de atuação do Iphan.

Fonte: IPHAN

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