18 a. Exposição das novas aquisições (19 a 23.07. 2010)

Biblioteca Parque Espanha

[esta imagem pertence www.eikongraphia.com/?p=2315 ]

Livros

1 – ALONSO, Carlos Egídio Cuiabá – Mato Grosso. São Paulo, 2009. on-line. In: BIENAL INTERNACIONAL DE ARQUITETURA DE SÃO PAULO. 8a. 2009, São Paulo.  Workshop para qualificação urbana em cidades. Sede da copa 2014-Cuiabá, São Paulo, 2009.  711.59 / AL72c  

2- ASSIS, Machado de O Alienista: programa de teatro. São Paulo, Jogo de Estúdio, 1992. 1 v.  F792 / As76a

3 – AZEVEDO, Ricardo Marques de Antigos modernos: estudos das doutrinas arquitetônicas nos séculos XVII e XVIII. São Paulo, FAUUSP, 2010. 96 p.   720.1 / Az25an

4- CARVALHO, Antonio Pedro Alves de (org). Quem tem medo da arquitetura hospitalar?. Salvador, Universidade Federal da Bahia, 2006. 195 p.  725.5 / Q33

5 – CARVALHO, Celso Santos (org). ROSSBACH, Ana Claudia (org)  O Estatuto da cidade – The City Statute of Brazil: comentado = a commentary. São Paulo, Ministério das Cidades, 2010. 120 p.    711.17 / Es83

6 – CASTILHO, Fausto; Soares, Alexandre Guimarães Tadeu de O conceito de universidade no projeto da UNICAMP. Campinas, UNICAMP, 2008. 2007.    378 / C278c /     CD 2072 (Setor Audiovisual)

7 – CAVALCANTI, Maria Laura Viveiros de Castro; FONSECA, Maria Cecilia Londres Patrimônio imaterial no Brasil: legislação e políticas estaduais. Brasilia: Representação da Unesco no Brasil, 2008. 199 p.  363.69 / C314p

8 – DESIGNBOOST2 : 2008. Long live the city: sharing design knowledge. Malmö, Designboost, 2008. 1v. G745.2018 / D46L

9 – DESIGNBOOST3 : 2009. Design for live: sharing design knowledge. Malmö, Designboost, 2009. 1v. G745.2018 / D46d

10-  DUARTE, Hélio de Queiroz; TAKIYA, André (org). Escolas-classe, escola-parque: uma experiencia educacional.   2. ed. São Paulo, FAUUSP, 2009. 188 p.   370.81 / D85e / 2.ed.

11 – DWORECKI, Sílvio Melcer Qualidades do espaço e dos equipamentos na pré-escola: recomendações. São Paulo, Fundação para o Desenvolvimento da Educação, 1994. 40 p.  F727.1 / D973e

12- EXPOSIÇÃO – Venda especial Pró-MASP.: Catálogo de exposição. São Paulo, Renato Magalhães Gouvêa Escritório de Arte, 1996. [34 p].  F707.4 / Exp76

13 -EXPOSIÇÃO COLETIVA DA COOPERATIVA DOS ARTISTAS VISUAIS DO BRASIL., 1 : Barueri,2004.  Galeria Municipal de Artes, 2004. 1v.   F707.4 / Ex76c

14 – FARIAS, Agnaldo Aricê Caldas (cur). Dudi Maia Rosa: eu sou um outro. São Paulo, Instituto Tomie Ohtake, 2008. [Folder]  F707.4 / R71f

15 – FARIAS, Agnaldo Arice Caldas (cur). Paraísos possíveis: Dias & Riedweg. São Paulo, Instituto Tomie Ohtake, 2009. 1 v.   F707.4 / F225p

16 -FARIAS, Agnaldo Arice Caldas (cur). Tomie gráfica. São Paulo, Instituto Tomie Ohtake, 2007. 1v.  F759.0681 / Oh7g / 2007

17 -FERRO, Sérgio. A história da arquitetura vista do canteiro: três aulas de Sérgio Ferro. São Paulo, GFAU, 2010. 120 p.  720.9 /F417h/ e.1-2

18 – GARCÍA LORCA, Federico A casa de Bernarda Alba. São Paulo, Jogo Estúdio, 1984. 1 v.   F792 / G165c

19 – GARCÍA LORCA, Federico A casa de Bernarda Alba. São Paulo, Jogo Estúdio, 1986. 1 v.   F792 / G165ca

20 – GHIRARDO, Diane Yvonne Architecture after modernism. London, Thames and Hudson, 1996. 240 p.  724.9 / G345ar

21 – JORNADA DE TURISMO, MEIO AMBIENTE E PATRIMÔNIO CULTURAL.1. , 2001, São Paulo. Anais. São Paulo, Unibero (Centro Universitário Ibero-Americano), 2001. 69 p.  F380.8 / J769r

22 – LINDOTE, Fernando Experiências com o corpo = Experiences with the body. Florianópolis, Nova Letra, 2008. 118 p.  709.0481 / L645

23 – MACEDO, Danilo Matoso; SOBREIRA, Fabiano José Arcadio  (orgs.) Forma estática – forma estética: ensaios de Joaquim Cardozo sobre arquitetura e engenharia. Brasília, Câmara dos Deputados, 2009. 218 p.  926.2 / F765

24 – MUSEUM OF FINE ARTS, HOUSTON Building on a construct: the Adolpho Leirner collection of Brazilian constructive art at the Museum of Fine Arts, Houston. Houston, Museum of Fine Arts, 2009. 394p.  709.0481 / M972b

25 – NAJJAR, Rosana  Arqueologia histórica: manual. Brasília, IPHAN, 2005. 83 p.  708.047 / N145a e.1-2

26 – NOBRE, Eduardo Alberto CUSCE; Bassani, Jorge; ZUQUIM, Maria de Lourdes; KÖHLER, André Fontan; BRANDÃO NETO, José de Souza; MONTEZUMA, Roberto; VIEIRA, Elvis José Relatório final Cidade de Recife. São Paulo, 2009. IN: BIENAL INTERNACIONAL DE ARQUITETURA DE SÃO PAULO(8. : 2009 : São Paulo. Workshop para qualificação urbana em cidades: Sede da copa 2014-Recife, São Paulo, 2009.   F711.59 / N669re

27 – OLIVEIRA, Terezinha (org). Antiguidade e medievo: olhares histórico-filosóficos da educação. Maringá, Eduem, 2008. 325 p.   370.1 / An87

28 – PADOVANO, Bruno Roberto Casateliê sustentável. São Paulo, FEICON, 2005. s. p.. Catálogo de exposição.  F720.74 / P136c

29 – SCIFONI, Simone (org). Bom Retiro: memória urbana e patrimônio cultural: coletânea de textos para educação patrimonial. São Paulo, 9ª SR/IPHAN, 2007. 88 p.  363.69 / B639

30 – SEMINÁRIO INTERNACIONAL ACADEMIA DE ESCOLAS DE ARQUITECTURA E URBANISMO DE LÍNGUA PORTUGUESA 1a., 2010. Uma utopia sustentável. Arquitectura e Urbanismo no Espaço Lusófono que futuro?. Lisboa, Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisbo, 2010. 1071 p.

  711.063 / Se52u

31- STUDIO MK 27. Próteses e enxertos. São Paulo, MiCASA, 2010. 1 v.  749.2981/ St94p

32 – VARGAS, Heliana Comin; SALES, Gastão; MONTENEGRO, Ignácio CARTAXO, Joaquim. Fortaleza, ganhando com a copa. São Paulo, 2009. In: BIENAL INTERNACIONAL DE ARQUITETURA DE SÃO PAULO. 8. ,2009 , São Paulo. Workshop para qualificação urbana em cidades: Sede da copa 2014-Recife, São Paulo, 2009.  F711.59 / V426f

33 – YOKOYAMA, Jun Imagine: GraphiGrama e Flash Stories. São Paulo, Casa das Rosas, 2009. 1 v.  G741.60981 / Yo77i 

Teses

34-  AZEVEDO, Ricardo Marques de Antigos modernos: contribuição ao estudo das doutrinas arquitetônicas (séculos XVII e XVIII). São Paulo, 2003. 104 p. Tese (Livre Docência)

720.1 / Az25a

Bases de Dados

O SIBi (Sistema Integrado de Bibliotecas) informa que está disponível no Portal SIBiNet (http://migre.me/Xhgf), o acesso às seguintes bases de dados:

  • Classical Music Library;
  • Classical Scores Library;
  • The Digital Karl Barth Library;
  • The Digital Library Of Catholic Reformation and Protestant Texts.

Exposição – “A arquitetura de Lelé: fábrica e invenção”

A exposição apresenta a obra de um dos maiores expoentes da arquitetura atual, João Filgueiras Lima, Lelé. Maquetes, fotografias, desenhos e vídeo animações possibilitam apreender o apuro técnico e a grande inventividade das soluções propostas por este brasileiro, que buscou a melhoria da qualidade de vida por meio da arquitetura produzida em larga escala, atendendo às demandas de construção de infraestrutura coletiva.

Maquetes, fotografias, desenhos, filmes e animações em vídeo revelam a obra deste arquiteto comprometido com uma visão integral da arquitetura, diretamente ligada ao canteiro de obras e resultante da atuação interdisciplinar entre as equipes técnicas envolvidas nas etapas de construção.

Em mais de 50 anos de carreira, iniciada ao lado de Oscar Niemeyer e Darcy Ribeiro nos canteiros de obras de Brasília, João Filgueiras Lima foi um dos que mais longe levou as propostas do Movimento Moderno. Ele promoveu a melhoria das condições de vida em nossas cidades através de uma arquitetura produzida em série e eticamente comprometida com a construção de uma espacialidade adequada ao homem e ao ambiente em que está inserida.

A curadoria é de Max Risselada, arquiteto e professor da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Tecnologia de Delft, da Holanda, que dá apoio à mostra. A co-curadoria é de Giancarlo Latorraca, diretor Técnico do MCB e organizador do livro “João Filgueiras Lima – Lelé”, publicado em Lisboa (Editorial Blau/Instituto Lina Bo e P. M. Bardi, 2000).

A exposição inicia com um painel cronológico de suas centenas de obras, elucidando o processo de racionalização do canteiro presente na trajetória do arquiteto, em sua série de fábricas implantadas ao logo dos anos. Em destaque, os sistemas e tecnologias desenvolvidos para a construção de passarelas que marcam a paisagem da cidade de Salvador; hospitais e centros de reabilitação do aparelho locomotor; e a sede em vários cidades do Tribunal de Contas da União, construídas entre 1992 e 2009, na penúltima fábrica do arquiteto, a do Centro de Tecnologia da Rede Sarah (CTRS) – o nome Sarah é uma homenagem à esposa do presidente Juscelino Kubitschek.

Idealizada e criada inicialmente pelas conversas entre Lelé e o médico ortopedista Aloysio Campos da Paz, com a colaboração efetiva do economista Eduardo Kertész e do antropólogo Roberto Pinho, as unidades da Rede Sarah representam uma experiência pioneira em busca de um modelo hospitalar de atendimento público exemplar para tratamento do aparelho locomotor. Trata-se de uma solução de excelência, que atendeu inicialmente a região de Brasília e, depois, outras cidades do país.

No modelo inicial experimentado com muito sucesso em Brasília, em 1981, Lelé propôs enfermarias coletivas, maior mobilidade dos pacientes e solários para banhos de sol, como auxílio no tratamento. Para isso, foi criada uma cama-maca móvel, desenvolvida por um centro de design de mobiliário e produção de equipamentos hospitalares integrados à arquitetura proposta, o EquipHos.

A continuidade desta experiência se deu com a criação do CTRS em Salvador para a construção de outros hospitais, iniciando com a unidade local. Através de pesquisas para o uso de argamassa armada, metalurgia, marcenaria com aglomerados e compensados, e injeção de plástico, houve consequente refinamento tecnológico. Foram evoluindo os sistemas de ventilação e iluminação natural com os diferentes sheds desenvolvidos para as coberturas, dutos de captação de ar com refrigeração através de pulverização de água, e estabelecimento de sistemas mistos de ventilação adaptados aos locais de implantação das unidades.

O resultado é uma notável melhoria de qualidade no tratamento e cura dos pacientes, com significativa redução dos índices de contaminação hospitalar. Foram eliminados os sistemas fechados de ventilação através de condicionamento de ar tradicional, sem trocas diretas com o ambiente externo. O conforto ambiental proposto por Lelé, além dos jardins integrados, inclui intervenções de painéis, também produzidos em série, do artista Athos Bulcão, colaborador do arquiteto ao longo de sua carreira. Lelé une, como poucos, a tecnologia e o aspecto sensorial contribuindo para a humanização dos ambientes.

As passarelas, construídas no período de funcionamento da Fábrica de Equipamentos Comunitários (FAEC, 1985-1989), em Salvador, foram aprimoradas tecnicamente já na fábrica do CTRS. São equipamentos de infraestrutura urbana fundamentais para a cidade, estabelecendo a conexão entre as encostas por sobre as tradicionais avenidas de fundo de vale, muitas vezes conectadas a paradas e terminais de ônibus ou também junto ao acesso de edifícios de intenso uso público. A flexibilidade do sistema projetado, com utilização de cobertura e elementos de argamassa armada associados a uma treliça metálica, são hoje marca registrada da cidade de Salvador.

Atualmente, Lelé preside o recém-lançado Instituto Brasileiro de Tecnologia do Habitat (IBTH), com sede em Salvador, uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público. O primeiro projeto já está na prancheta: o Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região da Bahia. São 100 mil m2 de construção. A ideia é criar um centro de pesquisas como o CTRS para fazer pesquisas, principalmente com pré-fabricados de argamassa armada.

João da Gama Filgueiras Lima nasceu em 10 de janeiro de 1932, no Rio de Janeiro. Formou-se em 1955 pela Escola de Belas Artes (RJ). O apelido Lelé foi adotado na juventude, por jogar futebol na posição de meia direita, a mesma posição de Lelé, então um conhecido jogador do Vasco da Gama.

Patrocínio: Usiminas
Apoio: Faculdade de Arquitetura da Universidade de Tecnologia de Delft

Abertura: 20/7, às 19h30
Visitação: até 19/9
Acesso a pessoas com deficiência
Visitas orientadas: 3032-2564/agendamento@mcb.org.br
Estacionamento: R$ 12,00 no dia da abertura; de terça a sábado, até 30 min., grátis; até 2 horas, R$ 8,00, demais horas, R$ 2,00; domingo: preço único, R$ 12,00.

 

Fonte: http://migre.me/WIxS

17 a. Exposição das novas aquisições (12 a 16.07. 2010)

 

Livros

1-  CADERNOS de pesquisa do LAP, números 1-6. São Paulo, FAU/USP, 1994-95. 6v. [cada v. com 6 fascículos encadernados]

  711.4 /C114 /v.1-6

2 – CARVALHO, Vânia Carneiro de Gênero e artefato: o sistema doméstico na perspectiva da cultura material – São Paulo, 1870-1920. São Paulo, EDUSP, 2008. 366 p..

  301.44 / C254g

3 – FREHSE, Fraya O tempo das ruas na São Paulo de fins do império. São Paulo, Edusp, 2005. 271 p. 

  981.611 / F881t

4 – RICHARDSON, Phyllis XS ecológico: grandes ideas para pequenos edificios. Barcelona, G. Gili, 2007. 223 p.

  720.47 / R397x

5 – ZEVI, Bruno. Cavadas Frank Lloyd Wright: obras y proyectos. obras e projectos. Barcelona, Gustavo Gili, 2010. 300 p.

  724.973 / W931ze

Teses

6 – AFFONSO, Elenira Arakilian Teia de relações da ocupação do edifício Prestes Maia. São Paulo, 2010. 391 p.  Dissertação (Mestrado)  NAMUR, Marly (orient)

711.55 / Af28t  

7- ALY, José Augusto Fernandes Arquiteturas da cidade: conexões e lugar. São Paulo, 2010. 177 p.  Tese (Doutorado)  MARTINO, Arnaldo Antonio (orient).

  711.4 / AL97a

8 – ANTONIOLI, Luiz Fábio Percursos do ornamento. São Paulo, 2010. 208 p.  Dissertação (Mestrado)  Luís Antônio JORGE, (orient)

 729.4 / An88p

9 – BUGANZA, Cintia Peres Estudo da situação pré-metropolitana de Sorocaba: características e perspectivas. São Paulo, 2010. 138 p. Dissertação (Mestrado)

Eduardo Alberto Cusce NOBRE, (orient).

  711.4098161 / B864e

10 – DANTAS, André Dias Os pavilhões brasileiros nas exposições internacionais. São Paulo, 2010. 260 p. Dissertação (Mestrado) Mônica Junqueira de CAMARGO, (orient).

  725.91 / D235p

11 – FRANCO, Antonio A evolução do móvel residencial seriado brasileiro em madeira reconstituída. São Paulo, 2010. 212 p.  Dissertação (Mestrado)   VENTURA, Alessandro (orient).

  749.2981 / F848e

12 – GONÇALVES, Cristiane Souza Experimentações em Diamantina: um estudo sobre a atuação do SPHAN no conjunto urbano tombado 1938-1967. São Paulo, 2010. 224 p. Tese (Doutorado)     PINHEIRO, Maria Lucia Bressan (orient)

 708.047 / G585e

13 – GRINOVER, Marina Mange Uma idéia de arquitetura: escritos de Lina Bo Bardi. São Paulo, 2010. 235 p + anexos.  Dissertação (Mestrado) BELLUZZO, Ana Maria de Moraes (orient).

 724.981 / B236u

14 – LISBOA, Virginia Santos Eventos programados e suas dinâmicas espaciais: São Paulo em foco. São Paulo, 2010. 195 p.  Dissertação (Mestrado) COMIN, Vargas, Heliana (orient).

 711.5 / L681e

15 –  MARINS, Karin Regina de Casas Castro Proposta metodológica para planejamento energético no desenvolvimento de áreas urbanas: o potencial da integração de estratégias e soluções em morfologia e mobilidade urbanas, edifícios, energia e meio ambiente: o caso da operação urbana Água Branca, no município de São Paulo. São Paulo, 2010. 798 p. Tese (Doutorado)  ROMERO, Marcelo de Andrade (orient).

 711.421 / M339p

16 – Sousa, Wayne Almeida de. Arquitetura industrial no bairro da Mooca: análise e diretrizes de intervenção na Alpargatas. São Paulo, 2010. 161 p.  Dissertação (Mestrado)   KUHL, Beatriz Mugayar (orient).

725.4 / So85a

17 – TONE, Beatriz Bezerra Notas sobre a valorização imobiliária em São Paulo na era do capital fictício. São Paulo, 2010. 158 p +anexos.  Dissertação (Mestrado) XAVIER, Pereira, Paulo Cesar (orient)

333.33 / T612n

18 – UJIKAWA, Camila Mie. Vila dos Anciãos: intervenção urbana em área degradada destinada à habitação e convívio de idosos. São Paulo, 2010. 228 p.  Tese (Doutorado)    GASPERINI, Gian Carlo (orient).

 725.56 / Uj5v

Design Brasil – 101 anos de história

 

A exposição traz um panorama do design brasileiro do século XX aos dias atuais. Com curadoria do jornalista e arquiteto Pedro Ariel Santana, reúne 48 peças símbolos de um século de design, propõe uma discussão sobre a evolução do conceito de morar, da tecnologia e do uso de materiais ao longo do século passado.
 
A mostra tem como marco histórico a criação da marcenaria de Celso Martinez Carrera, em Araraquara (SP), no ano de 1909, para a produção em série, seis anos mais tarde, da cama Patente. Entre os destaques, uma das salas da exposição terá os móveis pioneiros da década de 1930 e de 1940: a cadeira de braços de metal, de John Graz; o revisteiro Leque, de Gregori Warchavchik; a cadeira em metal e percintas de couro, de Flavio de Carvalho; a cadeira para escritório, da fábrica Móveis Cimo; e a cadeira Três Pés, de Joaquim Tenreiro.
 
“No início do século passado é quando se começa a usar o móvel construído em série, e nossas peças passam a sofrer a influência dos movimentos europeus, como a escola Bauhaus, o art déco, o funcionalismo, o modernismo”, afirma o curador. Segundo ele, antes disso havia somente móvel colonial. De lá para cá, entre altos e baixos, a indústria nacional se consolidou e o móvel brasileiro ganhou identidade.
 
Com o impulso da construção de Brasília, houve uma época de ouro do mobiliário nacional nas décadas de 1950 e 1960. Na segunda sala da mostra é possível conferir o Bar-Z 10-8, de Zanine Caldas; a poltrona Bowl, de Lina Bo Bardi; a cadeira em palhinha, de Geraldo de Barros; a cadeira Paulistano, de Paulo Mendes da Rocha; a poltrona Dinamarquesa, de Jorge Zalszupin; e peças da marca Branco e Preto, de Carlos Milan e Miguel Forte. Para completar, a poltrona Mole, de Sergio Rodrigues, o primeiro brasileiro a ter um móvel premiado no exterior, em Milão.
 
A partir da década de 1990, os designers ganham visibilidade internacional, capitaneados pelos irmãos Campana. Na mostra, uma de suas mais famosas peças, a cadeira Vermelha está exposta. O mesmo espaço traz ainda peças dos anos 1970 e 80, como a cadeira Anel, de Ricardo Fasanello; a cadeira Peg Lev, de Michel Arnault; a espreguiçadeira de Oscar Niemeyer; o banco Ressaquinha, de Maurício Azeredo; e a cadeira Flexa, de Carlos Motta. Outro importante destaque são as peças construídas com madeira tombada, como uma cadeira de Hugo França e um bowl de Pedro Petry, ou obras de jovens talentos como Manuel Bandeira com sua cadeira Levita.
 
Além de móveis, a mostra exibe ainda objetos como o vaso O Beijo, de Mario Seguso, e luminárias como a Super Bossa, de Fernando Prado, a Essayage, de Baba Vacaro, e a Pirilampa, de André Wagner.
 
Na noite de abertura da mostra a revista Casa Claudia lança livro com título homônimo ao da exposição, trazendo o perfil de 83 profissionais e 500 peças, de Santos Dumont aos irmãos Campana.
 
Abertura e lançamento de livro: 6/7/10, às 19h30
Visitação: até 8/8/10
Acesso a pessoas com deficiência
Visitas orientadas: 3032-2564/agendamento@mcb.org.br
Estacionamento: R$ 12,00 no dia da abertura; de terça a sábado, até 30 min., grátis; até 2 horas, R$ 8,00, demais horas, R$ 2,00; domingo: preço único, R$ 12,00.

 

Fonte: http://migre.me/WkqO

Spiral Booths – V&A Museum

 

 

Concebidas como um espaço para ficção e performance para a mostra “1:1 Architects Build Small Spaces” (Victoria & Albert Museum, 15 junho a 30 agosto), Spiral Booths (Cabines Espirais) é um “teatro vertical” onde o palco foi fragmentado e empilhado em seis micro-palcos interligados por uma espiral. As performances serão apresentadas por seis diferentes companhias de teatro de Londres ao longo da exposição. Usando a paisagem do museum como laboratório, “Architects Build Small Spaces” investiga noções de refúgio e escala em sete estruturas espalhadas pelo V&A, todas escolhidas entre 19 propostas apresentadas por arquitetos de proeminência internacional convidados pelo museu.

 

Fonte: http://www.vazio.com.br/blog/

Ninja Librarian

 

As bibliotecárias da FAUUSP advertem: atenda seu celular do lado de fora da biblioteca ou na varanda. Nunca se sabe quando um desses pode aparecer…