Iraquiana Zaha Hadid quer trabalhar em favelas

Notícia da Folha.com

Zaha Hadid, 61, ocupa hoje uma posição singular no cenário da arquitetura contemporânea mundial. Nascida no Iraque e radicada em Londres, foi a primeira mulher a vencer o Prêmio Pritzker (2004), considerado o mais importante da área.

Nos últimos dois anos, a revista “Time” a incluiu na lista das cem pessoas mais influentes do mundo. Com obras icônicas e personalismo, transformou-se em figura midiática, tratada quase como uma estrela de rock.

“Sempre me comprometi a construir prédios que evoquem experiências únicas. As pessoas estão interessadas em projetos fantásticos –aqueles em que a fantasia se transforma em realidade”, afirma em entrevista à Folha.

Ela esteve no Rio para o Arq. Futuro, encontro que reuniu também outro grande nome da arquitetura mundial, o japonês Shigeru Ban, além dos economistas Edward Glaeser, de Harvard, e José Alexandre Scheinkman, de Princeton.

Do escritório de Hadid, no qual trabalham 300 pessoas, saiu o projeto do centro aquático para os Jogos Olímpicos de 2012, orçado em mais de US$ 400 milhões (cerca de R$ 730 milhões). Também são de lá o museu MAXXI de Roma e a Guangzhou Opera House, na China, hoje apontados como modelos de uma arquitetura inovadora e visionária.

Nos projetos de Hadid, predominam paredes que fogem do vertical e pisos nem sempre planos. Os ângulos de 90 graus são raros. O brasileiro Oscar Niemeyer é citado como influência primordial.

 

 

NIEMEYER

“Como Niemeyer, também despejo o concreto em formas fluidas”, afirma. “A diferença é que hoje tenho à mão tecnologias muito mais avançadas”, acrescenta, mencionando sua constante busca por inovação construtiva.

Os custos e a viabilidade para a execução de seus projetos são o contraponto. Seu centro aquático, por exemplo, foi objeto de polêmica recente na Grã-Bretanha. Custou o triplo do velódromo e recebeu um telhado em formato ondulado contendo 3.000 toneladas de aço.

No meio arquitetônico, é vista mais como artista. Seus desenhos, associados à tecnologia digital, são elogiadíssimos. Mas, de seus 950 projetos, menos de 30 saíram da prancheta. É uma média relativamente pequena.

“O conceito de repetição e compartimentação dos prédios antigos deve dar espaço a uma arquitetura que une e adapta. É obviamente uma geometria não euclidiana, pois a vida não é feita em um quadrado. No século 21, o conceito de flexibilidade é fundamental”, define.

“Eu adoraria criar um projeto para as favelas. Os programas habitacionais dos governos sempre foram baseados no conceito do mínimo necessário e isso deveria ser abolido. Há riqueza suficiente no mundo para que todos possam viver melhor.”

 

 

Leia abaixo a íntegra da entrevista:

FOLHA – Como você define sua arquitetura?
ZAHA HADID – Sempre fui comprometida em construir prédios que evoquem experiências singulares, capazes de inspirar os outros com novas ideias. As pessoas estão interessadas em projetos fantásticos – aqueles em que a fantasia se transforma em realidade. Elas querem saber como você consegue criar algo realmente inovador partindo de conceitos familiares.

Você acredita em uma arquitetura engajada?
Ultimamente a arquitetura está focada no bem estar e na comunidade. O impacto social e ambiental de qualquer prédio deve sempre ser analisado com acuidade. Acho que a arquitetura pode ajudar a organizar nossa vida dando-lhe mais sentido, mais elegância, mais coerência.

Que tipo de arquitetura você propõe para as favelas brasileiras?
Eu adoraria criar um projeto para as favelas. O importante na arquitetura é fazer as pessoas se sentirem bem no seu espaço. Os programas habitacionais dos governos sempre foram baseados no conceito do mínimo necessário. Isso deveria ser abolido. É importante considerar o modo como os outros vivem. Há riqueza suficiente no mundo para que todos possam viver melhor.

Como lidar com os inúmeros problemas de infra-estrutura enfrentados pelo Brasil atualmente?
Penso que a ecologia deve ser respeitada sempre. Mas cada metrópole tem sua peculiaridade. Só não acho que vocês deveriam seguir o modelo europeu, pois aqui a realidade é outra. No Brasil, é preciso elaborar uma estratégia que leve em conta o crescimento populacional. Isso não pode ser deixado de lado.

Você é a única mulher que venceu o prêmio Pritzker. A arquitetura é dominada por homens?
De quinze anos para cá, vejo mais mulheres estabelecidas no meio. O que não significa que seja fácil. Algumas dificuldades são incompreensíveis, e mesmo hoje, com um escritório bem-sucedido, ainda sinto resistência. Mas sou uma pessoa determinada, e tenho uma índole exibicionista que sempre me ajudou a conquistar meu espaço.

Como compara a arquitetura do século 21 com a do século 20?
Acho que um dos maiores desafios atuais é abrir mão do conceito dos blocos repetitivos ortogonais, característicos da sociedade industrial do século 20. No século 21, o conceito de flexibilidade é fundamental. Há muito mais níveis de dinamismo na vida das pessoas hoje, no seu trabalho, e na fluidez muito maior das carreiras e das corporações. A arquitetura ficou mais complexa hoje porque precisa acomodar muitos usos diferentes em apenas uma solução. O conceito de repetição e compatimentação dos prédios antigos deve ser dar espaço a uma arquitetura que une e adapta. É obviamente uma geometria não euclidiana, mas a vida não é feita em um quadrado.

Que lições já são possíveis tirar das Olimpíadas de 2012 em Londres?
Os organizadores estão tentando fazer a Olimpíada mais sustentável da história. A ideia central foi de construir espaços que se transformassem em um legado a longo prazo. Para a cidade não ter que arcar com espaços caros, superdimensionados e subutilizados. Por isso, eles serão adaptados temporariamente para os jogos olímpicos. Ou seja, durante o evento, sua capacidade para receber o público será ampliada com estruturas flexíveis que depois serão removidas, deixando um parque de construções mais apropriado para a cidade.

Como responde às críticas sobre os custos e a viabilidade de construir seus projetos?
Com quase 30 projetos implantados pelo mundo, as pessoas ainda me perguntam: ‘você acha que seu trabalho é executável’? Quantos prédios ainda terei que construir para provar que meus projetos são executáveis? Nosso preço é de mercado, somos altamente competitivos. Cada vez mais, os clientes buscam soluções inovadoras. As empresas sabem que o design pode ajudar a resolver problemas institucionais de comunicação e performance. 

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Enquanto isso, na biblioteca… [20]

Nova historinha da série Enquanto isso, na biblioteca…, quadrinhos inspirados nos “memes” da internet e nas situações cotidianas que vivenciamos na biblioteca da FAUUSP.

Todas as historinhas são baseadas em fatos reais! Divirtam-se!

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Seminário Atualidade Sergio Buarque de Holanda vai ao ar, na Univesp TV

Os dez programas que resultaram do seminário Atualidade Sergio Buarque de Holanda vão ao ar, na Univesp TV, a partir da próxima segunda-feira, dia 30 de abril, às 22h. Os programas serão diários, com 30 minutos de duração, e serão reprisados no dia seguinte, às 16h30. A Univesp TV pode ser sintonizada pelo canal digital 2.2 da tv aberta digital ou, em streaming, pelo site: www.univesp.tv.br

Abaixo, segue a programação de exibição na Univesp TV, às 22h:

Dia 30/04: Antônio Cândido
Dia 01/05: Laura de Mello e Souza
Dia 02/05: Maria Odila Leite da Silva Dias
Dia 03/05: Richard Graham
Dia 04/05: Pedro Meira Monteiro

Dia 07/05: Antonio Arnoni Prado
Dia 08/05: Nestor Goulart Reis Filho
Dia 09/05: Antonio Carlos Robert de Moraes
Dia 10/05: Maria Alice Rezende de Carvalho
Dia 11/05: Brasílio Sallum Jr

 

Fonte: IEB-USP

Folha lança blog sobre urbanismo nas grandes cidades

Notícia da Folha.com

Soluções para os múltiplos problemas das cidades brasileiras e as boas práticas urbanas pelo mundo estão no foco do novo blog da Folha.

O jornalista Raul Juste Lores, ex-correspondente em Pequim e Buenos Aires e ex-editor do caderno “Mercado”, está estudando nos EUA a relação do urbanismo com as novas tecnologias. Bolsista da fundação Eisenhower Fellowships, ele tem aulas em instituições como as universidades MIT e Stanford para aprender como GPS, redes sociais e os smartphones vão mudar a relação dos cidadãos com as cidades aonde vivem, e como essas ferramentas podem melhorar a governança municipal.

“Graças à crise americana iniciada em 2008, há um grande debate no país sobre a necessidade de cidades mais densas, com melhor transporte público e que sejam menos dependentes do carro e do petróleo”, diz Lores. “No momento em que o Brasil emergente ainda copia shopping centres, condomínios fechados e vias expressas de uma outra época dos EUA, é bom estar atento ao quanto esse modelo está em xeque no país”.

O jornalista não vai falar apenas de EUA. O primeiro post do blog fala justamente sobre os abaixo-assinados contra a verticalização dos bairros de Pinheiros e Vila Madalena. “Nova York vive esse debate há muito tempo. Quanto mais difícil é construir em uma cidade, mais caro o m² se torna. Ou crescemos para cima ou para os lados”, diz. A partir de junho, Lores será o novo correspondente da Folha em Nova York.

Novas Aquisições – 25/04/2012

Autor: Agra Lucio
Título: Monstrutivismo: reta e curva das vanguardas
Data: 2010
Construtivismo (Arte Moderna) — século 20
Roteirização de Cinema (História e Crítica)
709.04 Ag81m

Autor: Anderson, Chris
Título: A cauda longa
Data: 2006
Segmentação de Mercado
Marketing On-Line
658.807 An24c

Autor: Ando Tadao
Título: Tadao Ando: arquiteto
Data: 2010
Arquitetura Moderna — Japão
Arquitetos — Japão
724.952 An24a

Autor: Anelli, Renato
Título: Plano e conformação da base da metrópole
Data: 2011
Planejamento Territorial Urbano
Renovação Urbana
711.40981611 An34p

Título: Arte e política; situações
Data: 2010
Artes (Aspectos Políticos) — século 20 — Brasil
Artes (Aspectos Sociais) — século 20 — Brasil
701.1 Ar75o

Autor: Bérgson, Henri
Título: Matéria e memória
Data: 2006
Filosofia — Século 19 — França
Filosofia — Século 20 — França
194 B454m

Autor: Brion, Marcel
Título: Michel-Ange
Data: 1939
Artes
Pintores — Itália
759.5 B77m

Título: Auguste Rodin: a Porta do Inferno
Data: 2001
Escultores — Século XIX – França
730.92 Au45

Autor: Bérgson, Henri
Título: Memória e vida
Data: 2006
Filosofia — século 19 — França
Filosofia — século 20 — França
194 B454v

Autor: Buck, Victor
Título: Caixas de madeira
Data: 2011
Fotografia
Arquitetura Moderna — Brasil
770.74 B855

Autor: Busbea, Larry
Título: Topologies: The urban utopia in France, 1960-1970
Data: 2007
Planejamento Territorial Urbano (História) – Séc.20 – França
711.40944 B96t

Autor: Camargo, Lara Pierro de
Título: O Departamento de Design Gráfico da Cranbrook Academy…
Data: 2011
Design Gráfico (Estudo e Ensino)
Design Gráfico (História)
741.609 C14d

Autor: Cox, Maureen
Título: Desenho da criança
Data: 2001
Desenho
Psicologia da Criança
155.4 C839d

Autor: Carise, Iracy
Título: Arte negra na cultura brasileira:
Data: 197-?
Negros — Brasil
Negros
709.6 C192a

Título: A criança fala: a escuta de criança em pesquisas
Data: 2008
Psicologia da criança
Educação Infantil
155.4 C867

Autor: Cumming, Robert
Título: Para entender os grandes pintores
Data: 1998
Pintura (História)
G759.0542 P21

Título: Educação infantil: cotidiano e políticas
Data: 2009
Educação Infantil — Brasil
Direitos da Criança — Brasil
372.1 Ed83

Título: Edifícios de pequeno porte estruturados em aço
Data: 2011
Estruturas de Aço
624.182 Ed41

Título: Em busca do conhecimento ecológico
Data: 1983
Ecologia
574.5 Em1

Autor: Farias, Agnaldo Arice Caldas
Título: Do ensaio, do espetáculo
Data: 2010
Companhias de Dança — Brasil
793.3 Sa31

Autor: Gage, John
Título: Colour and meaning
Data: 2000
Cor
Cor Estética
152.145 G121c

Título: Galeria de Arte São Paulo (São Paulo)
Data: 1985
Pintura — Século 20 — Brasil
Exposições de Arte — Século 20 — Brasil
F750.85 G132L

Autor: Garcia, Carlos Alberto
Título: Trabalhador diferente
Data :2004
Deficientes (Legislação )
Trabalho
362.6 G165t

Autor: Garratt, John Roy
Título: The atmospheric boundary layer
Data: 1999
Meteorologia
Atmosfera
551.5 G191

Autor: Gogh, Vincent Van
Título: Cartas de Vincente van Gogh a su hermano Theo
Data: 1943
Pintura – Século 19
Pintores — Holanda
759.0542 G557

Título: Habitação e cidade: curso de pós-graduação latu senso Escola da cidade 2009
Data: 2010
Política Habitacional
Arquitetura (Estudo e Ensino)
352.75 H114

Título: Habitação e cidade: curso de pós-graduação latu senso Escola da cidade 2010
Data: 2011
Política Habitacional
Arquitetura (Estudo e Ensino)
352.75 H114c

Autor: Jaguar
Título: Ipanema: se não me falha a memória
Data: 2000
História do Brasil — Rio de Janeiro (RJ)
Bairros – Brasil; Rio de janeiro (RJ)
981.531 J188

Autor: Katz, Renina
Título: Aquarelas: Renina Katz{ catálogo de exposição}
Data: 2011
Pintura — Século 20 — Brasil
Pintores
707.4 K152

Título: A entrevista na pesquisa em educação: a prática reflexiva
Data: 2002
Pesquisa Educacional
Educação
370.78 En87

Título: Linha do tempo do designs gráfico no Brasil
Data: 2011
Design Gráfico (História) — Brasil
741.60981 L647

Título: Luiz Zerbini
Data: 2010
Artes — século 20 — Brasil
Artes — século 21 –Brasil
709.0481 Z5

Autor: Maki, Fumihiko
Título: Nurturing dreams: collected essays on architecture and the city
Data: 2008
Arquitetura
720.1 M288n

Autor: Mantilla, Renato Sebastian Rios
Titulo: Arquitetura – jogo – Percepção: a casa como elemento lúdico
Data: 2011
Arquitetura (Percepção)
Espaço (Filosofia)
720.1 M319a

Autor: Matsushita, Raquel
Título: Fundamentos gráficos para um design consciente
Data: 2011
Artes Gráficas
Design Gráfico
745.4 M429d

Autor: Mello, Christine
Título: Extremidades do vídeo
Data: 2008
Arte Tecnológica
Arte Eletrônica
702.08 M489e

Autor: Muhlberger, Richard
Título: O que faz de um Monet um Monet?
Data: 2000
Impressionismo
Literatura Infanto-Juvenil
028.5 M895

Titulo: Museu D. João VI: catálogo do acervo de artes visuais
Data: 1996
Museus
727.6 M972m

Título: Prêmio Odebrecht para o desenvolvimento sustentável
Data: 2011
Engenharia
Desenvolvimento Sustentável
363.7 P916

Autor: Rosa, Maria Vigínia de Figueiredo Pereira do Couto
Título: A entrevista na pesquisa qualitativa
Data: 2008
370.78 R71e

Autor: Silva, Daniel Bomfim
Título: Redes sociais virtuais: um estudo da formação, comunicação e ação social
Data: 2011
Redes Sociais
Comunicação Digital
004.65 Si38r

Autor: Silva, Fernanda Fernandes da
Título: VII Fórum Brasília de Artes Visuais. Arte e arquitetura
Data: 2010
Arquitetura Moderna — Século 20
Arte Moderna — Século 20
700 F779

Autor: Simões de Assis Galeria de Arte (Curitiba)
Título: Cor e forma
Data: 2008
Artes
Catálogo de Exposição
707.4 C81 I

Autor: Simões de Assis Galeria de Arte (Curitiba)
Título: Cor e forma
Data: 2010
Artes
Catálogo de Exposição
707.4 C81 II

Autor: Tajiri, Christiane Aparecida Hatsumi
Título: Habitação sustentável
Data: 2011
Desenvolvimento Sustentável
Habitação
363.7 T139h

Título: Teoria e prática na pesquisa com crianças: diálogos como William Corsaro
Data: 2009
Psicologia Educacional
Psicologia do Desenvolvimento
370.15 T265

Título: Uso racional de energia elétrica em edificações : iluminação
Data: 1992
Arquitetura
Iluminação
621.32 Us6

Autor: Vargas, Heliana Comin
Título: Do espaço da troca ao espaço do consumo
Data: 2011
Comércio (Aspectos urbanísticos)
F381.1 V426

Autor, Volpato, Gilson Luiz
Título: Método lógico para redação cientifica
Data: 2011
Comunicação Cientifica
Redação (Técnicas)
001.43 V887m

Autor: Abruzzese, Alberto
Título: La imagen fílmica
Data: 1978
Cinema
Teoria do Cinema
791.4 Ab88i

Autor: Ambrose, Gavin
Título: Fundamentals of typography
Data: 2006
Tipografia
Design Gráfico
655.2 Am18f

Titulo: American Society of Heating, Refrigerating and Air-Conditioning…
Data: 2010
Qualidade do ar
Ventilação
R600.33 ANSI 62.2 – 2010 e suplemento

Título: Arte/Cidade: cidade sem janelas
Data: 1994
Arquitetura — Brasil; São Paulo (SP)
Planejamento Territorial Urbano — Brasil; São Paulo (SP)
720.98161 Ar75

Autor: Berger, Horst
Titulo: Light structures, structures of light
Data: 2005
624.1 B453L

Autor: Blaser, Werner
Titulo: Mies van der Rohe
Data: 1972
Biografias
Artistas
724.973 M58bla

Autor: Calori , Chris
Titulo: Signage and wayfinding design
Data: 2007
Design Gráfico
Computação Gráfica
741.6 C137s

Autor: Casas, Arthur
Titulo: São Paulo na arquitetura de Arthur Casas
Data: 2007
Arquitetura Moderna (Historia) — Século 20 e 21 — São Paulo
720.981611 C264s
C202 e 203 (Setor Audiovisual)

Autor; Clouse, Doug
Titulo: The handy book of artistic printing
Data: 2009
Design Gráfico (História) — século 19 — Estados Unidos
Tipografia — século 19 — Estados Unidos
655.2 C625h

Título: Critical reports: 27th São Paulo biennial seminars = relatos críticos
Data: 2011
Artes — Brasil; São Paulo: (SP)
Exposições de arte — Brasil; São Paulo (SP)
707.4 F441c

Autor: Descottes, Hervé
Título: Ultimate lighting design
Data: 2005
Iluminação (Arquitetura)
Arquitetura de Interiores
621.32 D455u

Titulo: Design ecologies: essays on the nature of design
Data: 2010
Design (Aspectos Ambientais)
Arquitetura Sustentável
720.47 D457

Autor: Gardiner, Stephen
Titulo: Le Corbusier
Data: 1977
Arquitetura Moderna
Biografias
724.944 J344s

Titulo: Geografias celulares
Data: 2009
Telefonia Celular (Exposições)
Arte Tecnológica (Exposições) — século 21 – Brasil
701.93 G292 e.1-2

Autor: Hayden, Dolores
Titulo: A field guide to sprawl
Data: 2004
USA
Uso do solo (Aspectos Ambientais)
333.73 H324

Autor: Jodidio, Philip
Titulo: Architecture now! Houses
Data: 2009
Arquitetura Moderna — século 20
Casas — século 20
728.3 J588a I

Autor: Jodidio, Philip
Titulo: Architecture now! Houses 2
Data: 2011
Arquitetura Moderna — século 20
Casas — século 20
728.3 J588a II

Autor: Jorge, Luis Antonio
Titulo: Representação e fenomenologia…
Data: 2012
Desenho (Estudo e Ensino)
Comunicação Visual
741.407 J253i

Autor: Kim, Lina
Titulo: Arquivo Brasília
Data: 2010
Arquitetura Moderna (História) — Brasília (DF)
Brasília (DF) (Historia)
711.063 K56a

Autor: Krucken, Lia
Titulo: Design e território
Data: 2009
Desenho Industrial
Desenvolvimento Sustentável
745.2 K933

Autor: Miles, Malcomlm
Titulo: Urban Avant-Gardes
Data: 2004
Artes (Aspectos Sociais)
Arquitetura (Aspectos Sociais)
701.1 M593u

Titulo: Museum art today = Museu arte hoje
Data: 2011
Museus de Arte
Artes — Século 21
727.6 M972a

Autor: Prieto, Luis
Titulo: Pertinência y práctica: ensayo de semiologia
Data: 1977
Semiologia
001.56 P933p

Título: Project review 01/02
Data: 2002
Arquitetura (Estudo e Ensino)
720.7 Ar25p 2001-2002

Autor: Ramos, Paula
Título: A experiência da modernidade na seção de desenho da Editora Globo
Data: 2002
Arte Moderna — século 20 – Rio Grande do Sul
Artes Gráficas — século — Rio Grande do Sul
709.048165 G165e

Titulo: Relatório de Atividades: 2010
Data: 2010
Arquitetura (Estudo e Ensino)
Relatórios
720.781 R279 2010

Autor: Ribeiro, Luiz César de Queiroz
Titulo: O que é questão da moradia
Data: 1985
Habitação (Aspectos Socioeconômicos)
307.336 R354q

Autor: Shane, David G.
Titulo: Urban design since 1945
Data: 2011
Planejamento Territorial Urbano (Historia) — século 202 e 21
Arquitetura Moderna — século 20 e 21
711.4 Sh18

Autor: Silva, Ricardo Barbosa de
Título: Os motoboys no globo da morte
Data: 2011
Trabalho – São Paulo (SP)
Condições de Trabalho – São Paulo (SP)
331.098161 Si39m

Autor: Spricigo, Vinicius Pontes
Título: Modes of representation of the São Paulo biennial
Data: 2011
Artes — Brasil; São Paulo (SP)
Exposições de Arte – Brasil; São Paulo (SP)
707.4 Sp81m

Título: Standard for the design of higth-performance green buildings
Data: 2009
Edifícios (Design; Construção)
Conservação de Energia (Arquitetura)
R600.33 ANSI 189.1 2009

Autor: Unwin, Simon
Título: Twenty buildings every architect should understand
Data: 2010
Arquitetura Moderna – século 20
724.9 Un9t

Título: Urban ecology: patterns, processes, and applications
Data: 2011
Meio Ambiente Urbano (Sociologia)
Ecologia Humana
574.5 Ur1e

Título: Urban ecology
Data: 2010
Meio Ambiente Urbano (Sociologia)
Planejamento Territorial Urbano (Aspectos Econômicos)
574.5 Ur1

Título: Urbanization in large developing coutries: China, Indonésia, Brazil…
Data: 1997
Urbanização
Países em Desenvolvimento
301.363 Ur1L

Bolsa para Pesquisa e Pós-Graduação no Japão: Palestra na Casa de Cultura Japonesa – USP

[Clique na imagem para ampliá-la]

Programa de Pós-Graduação Interunidades em Museologia (MAE/MAC/MP/MZ-USP) – Processo Seletivo 2012

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO INTERUNIDADES EM MUSEOLOGIA – MAE/MAC/MP/MZ-USP
COMUNICADO
EDITAL – PROCESSO SELETIVO 2012

DO PROGRAMA

Este programa está estruturado em duas linhas de pesquisa com os respectivos orientadores:

Linha de Pesquisa: Teoria e método da gestão patrimonial e dos processos museológicos
Análise e proposição de modelos de salvaguarda e comunicação museais; análise e proposição de estratégias de planejamento e gerenciamento de bens patrimoniais; análise e proposição de  instituições museológicas.

Orientadores:
Camilo de Mello Vasconcellos – cmvasco@usp.br 
José Luiz de Morais – jlmorais.arq@gmail.com 
Maria Cristina Machado Freire – cfreire@usp.br
Maria Cristina Oliveira Bruno – mcobruno@usp.br 
Marília Xavier Cury – maxavier@usp.br 

Linha de Pesquisa: História dos processos museológicos, coleções e acervos
Análise sobre a historicidade de instituições e processos museológicos e os respectivos impactos socioculturais; análise e proposição de procedimentos curatoriais no que se refere às distintas possibilidades metodológicas, com vistas ao gerenciamento da informação museológica.

Orientadores:
Ana Gonçalves Magalhães – amagalhaes@usp.br 
Domingos Tadeu Chiarelli – tchiarelli@uol.com.br 
Heloisa  Maria  Silveira Barbuy – hbarbuy@usp.br 
Helouise Lima Costa – helouise@usp.br 
Maria Isabel Pinto Ferreira Landim – milandim@usp.br
Paulo César Garcez Martins – pcgm@usp.br 

DAS INSCRIÇÕES

21/05/2012 a 30/05/2012 – inscrição para seleção de ingresso no 2º semestre de 2012, no balcão da Seção Acadêmica do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP.
 
Documentos exigidos:
– cópia autenticada do diploma ou certificado de conclusão do curso superior (graduação);
– cópia do histórico escolar, em que conste a data da colação de grau;
– curriculum vitae atualizado (recomenda-se aos candidatos o uso do currículo Lattes);
– cópia da carteira de identidade (RG) e do CPF (exceto para alunos estrangeiros); não será aceito carteira de habilitação;
– duas cópias do projeto de pesquisa, na formatação indicada pelo Programa e com a indicação da linha de pesquisa a que se vincula e anuência do orientador pretendido;
– carta de apresentação redigida pelo candidato com informações sobre a sua formação acadêmica prévia e a motivação e disponibilidade para cursar a Pós-Graduação em Museologia (máximo de 4000 caracteres, com espaços).

Para alunos estrangeiros: é obrigatória a apresentação do visto regular tanto para a matrícula como para frequência às aulas, concedendo-se, quando necessário, o prazo máximo de 30 (trinta) dias, a contar da data de entrada no Brasil, para a entrega da cópia do protocolo do pedido de registro no Departamento de Polícia Federal à Seção Acadêmica do MAE/USP. Ultrapassado esse prazo, o aluno poderá ser desligado do curso, mesmo tendo sido aprovado no processo de seleção.

Serão aceitas inscrições por procuração simples.
DAS DATAS E HORÁRIOS DOS EXAMES DE SELEÇÃO

18/06/2012 – 09h às 12h – exame de proficiência em língua estrangeira para todos os candidatos (escrito).

18/06/2012 – 14h às 17h – exame de proficiência em língua portuguesa para estrangeiros       (escrito).

19/06/2012 – 14h às 18h – prova de conhecimentos em Museologia (escrita).

20/06/2012 – 14 às 17h – análise de curriculum vitae e projeto de pesquisa.

26/06/2012 – divulgação do resultado final.

06/07/2012 – data máxima para solicitação de revisão das provas dos alunos reprovados no processo seletivo.

16/07/2012 – divulgação do resultado dos pedidos de revisão das provas

DO PROCESSO SELETIVO

O ingresso no Programa de Pós-Graduação Interunidades em Museologia do MAE/MAC/MP/MZ-USP dependerá de processo seletivo constituído das seguintes provas, todas eliminatórias. A nota mínima para aprovação nas provas será 07 (sete inteiros).

FASE 1 — Proficiência em língua estrangeira
Dos candidatos brasileiros e daqueles oriundos de países de língua portuguesa será exigida proficiência em uma das seguintes línguas: inglês, francês ou espanhol. A prova de proficiência em língua estrangeira deverá ser escrita em português e realizada de forma a avaliar o grau de compreensão de texto em língua estrangeira.
Os candidatos estrangeiros, além das exigências acima, deverão demonstrar também proficiência em língua portuguesa, realizando o exame durante o processo seletivo de ingresso na pós-graduação, e ambos terão caráter eliminatório. O candidato que já obteve o CELPE-BRAS, no nível intermediário, será dispensado dessa prova, devendo anexar à documentação cópia autenticada do referido certificado (validade de dois anos).
Poderão ser dispensados do exame de proficiência em língua estrangeira os candidatos que apresentarem os testes listados abaixo (validade de dois anos).

INGLÊS:
TOEFL (Test of English as a Foreign Language): mínimo de 550 pontos para o TOEFL tradicional (paper-based); mínimo de 213 pontos para CBT TOEFL (eletrônico);
ESLAT (English as a Second Language Achievement Test): mínimo de 600 pontos (escrito) e mínimo de 70 pontos (oral);
IELTS (International English Language Testing System): mínimo de 6,0 pontos.

FRANCÊS: mínimo de 70 pontos nos testes de proficiência das instituições:
Aliança Francesa;
Bureau d’Action Linguistique Liceu Pasteur.

ESPANHOL:
DELE (Diplomas de Espanhol como Língua Estrangeira, expedido pelo Instituto Cervantes): Nível Básico (DELE CIE)

FASE 2 — Prova escrita de conhecimentos em Museologia
A prova de conhecimentos em Museologia versará sobre o programa abaixo e deverá ser escrita e abrangerá conteúdos gerais e específicos sobre Museologia, seus desdobramentos interdisciplinares e aplicações (estudos de caso).

Programa:
1. Museologia: princípios teóricos e metodológicos
2. História do pensamento museológico
3. História do colecionismo e dos Museus
4. História dos Museus no Brasil
5. Papel social dos museus na contemporaneidade
6. Educação em Museus
7. Comunicação Museológica: exposições
8. Público de Museus: perspectivas de recepção e avaliação
9. Museologia e Museus: documentos referenciais
10. Planejamento Museológico

Como bibliografia de referência são sugeridos os seguintes títulos:
ALONSO FERNÁNDEZ, L. Museología y museografía. Barcelona: Ediciones del Serbal, 2001. Capítulos 1 ao 4; 7 e 8.
BOLAÑOS, M. (Ed.). La memoria del mundo: cien años de museología, 1900-2000. Gijón: Ediciones Trea, 2002. Parte 3, Capítulos II e III.
BRUNO, M. C. O.; NEVES, K. R. F. (Coord.). Museus como agentes de mudança social e desenvolvimento: propostas e reflexões museológicas. São Cristovão: Museu de Arqueologia de Xingó, 2008. Primeira Parte, Capítulos 1, 2, 4 e 6 ; Segunda Parte, Capítulo 1.
BRUNO, M. C. O. (Coord.). O ICOM-Brasil e o pensamento museológico brasileiro: documentos selecionados. São Paulo: Pinacoteca do Estado, 2010. v.1, partes 3 e 4 ;  v. 1, partes 1 e 2.
BRUNO, M. C. O. (Coord.). Waldisa Rússio Camargo Guarnieri: textos e contextos de uma trajetória profissional São Paulo: Pinacoteca do Estado, 2010. v. 1, parte 2, textos 9 e 12; v. 2, parte 3, texto 5.
CRITERIOS para la elaboración del plan museológico. Madrid: Ministerio de Educación y Cultura, 2006.
CURY, M. X. Exposição: concepção, montagem e avaliação. São Paulo: Annablume, 2005.
CURY, M. X. Museologia, novas tendências. In: MAST. Museu e museologia: interfaces e perspectivas. Rio de Janeiro, 2009. p. 25-41. (MAST Colloquia, n. 11).
DAVIES, Stuart. Plano diretor. Trad. Maria Luiza Fernandes. São Paulo: EDUSP: Fundação VITAE, 2001. (Série Museologia. Roteiros Práticos, n. 1).
KOPTCKE, L. S. Bárbaros, escravos e civilizados: o público dos museus no Brasil. Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), n. 31, p. 185-205, 2005.
MAIRESSE, François; DESVALLÉES, André. Brève histoire de la muséologie, des inscriptions au musée virtuel. In: MARIAUX, P. A. (Ed.). L´objet de la muséologie. Neuchâtel: Université de Neuchâtel, Institut d´Histoire de l´Art et de Muséologie, 2005. (Col. L´Atelier de Thesis, n. 2).

MENESES, Ulpiano T. Bezerra de. Do teatro da memória ao laboratório da História: a exposição museológica e o conhecimento histórico. Anais do Museu Paulista. Nova Série, v.2, p. 9-42, jan./dez. 1994.

SCHWARCZ, Lilia K. Moritz. A Era dos Museus de Etnografia no Brasil: o Museu Paulista, o Museu Nacional e o Museu Paraense em finais do século XIX. In: FIGUEIREDO, Betânia; VIDAL, Diana Gonçalves. Museus: dos gabinetes de curiosidades ao museu moderno. Belo Horizonte: Argumentum, 2005. p. 113-136.
VASCONCELLOS, C. M. Los retos de la actuación educativa en los museos. In: Museos, universidad y mundialización: la gestión de las colecciones y los museos universitarios en América Latina y el Caribe. Bogotá: Universidad Nacional de Colombia, 2010. p.99-117.

 

FASE 3 — Análise de Curriculum Vitae e do projeto de pesquisa

Na análise do CV, a comissão examinadora considerará os seguintes itens, com a respectiva pontuação:
(i) qualidade da formação prévia (2,5);
(ii) participação em atividades museográficas e eventos na área de Museologia e  desdobramentos interdisciplinares (2,5).

Na análise do projeto, a comissão julgadora considerará os seguintes itens, com a respectiva pontuação:
(i) pertinência da escolha do tema (1,0);
(ii) definição dos objetivos e justificativa (1.0);
(iii) coerência entre a metodologia, os objetivos do projeto e a viabilidade de sua execução (3,0).

Cada fase do processo seletivo será implementada por Comissão Julgadora formada por membros do Programa, sob supervisão do Coordenador. O Presidente de cada comissão será eleito por seus pares.

A avaliação será expressa pelos conceitos de 0 (zero) a 10 (dez):

A obtenção de conceito inferior a 7 (sete inteiros) em quaisquer das provas (língua estrangeira, conhecimentos em Museologia) e/ou na análise de curriculum vitae e do projeto de pesquisa implicará na reprovação do candidato.

Observação:
1. A média das notas obtidas no processo de seleção definirá a classificação e o aproveitamento dos candidatos, inclusive para a concessão de bolsas da cota do PPGMUS. Na necessidade de desempate será levada em consideração a nota da prova de conhecimentos em Museologia.
2. Os candidatos reprovados poderão solicitar a revisão de suas provas através de ofício dirigido à presidência da CPG Interunidades acompanhado da anuência do orientador. Caberá à CPG Interunidades a decisão final (retificação ou ratificação de notas) relativa a esses pedidos.

DO PROJETO DE PESQUISA

O projeto de pesquisa deve ser apresentado de maneira clara (máximo de 20 folhas digitadas em espaço duplo com fonte Arial 12) e com a seguinte estrutura:
– Título;
– Linha de Pesquisa (conforme PPGMUS/USP);
– Resumo (máximo 20 linhas);
– Introdução e justificativa, com síntese da bibliografia fundamental;
– Objetivos;
– Metodologia;
– Plano de trabalho e cronograma;
– Referências bibliográficas.

Maiores informações:
Museu de Arqueologia e Etnologia da USP – Seção Acadêmica
Av. Prof. Almeida Prado,1466 – Cidade Universitária – São Paulo – SP
05508-070 –  tel/ fax 11 3091.4906
sacadmae@usp.brmuseus.cpg@usp.br