30 bibliotecas famosas mundo afora

Notícia da Superinteressante

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BIBLIOTECA DO CONGRESSO – É a instituição cultural mais antiga dos Estados Unidos. Possui mais de 140 milhões de itens. Está localizada no Distrito de Columbia.

BIB2BIBLIOTECA NACIONAL MARCIANA – Não, não fica em outro planeta. Esta é a principal biblioteca de Veneza, na Itália. Foi dedicada ao padroeiro da cidade, São Marcos. É conhecida por abrigar mais de 13 mil manuscritos!

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BIBLIOTECA GEORGE PEABODY – Fundada no século 19, possui mais de 300 mil itens. Está localizada em Baltimore, Maryland (EUA).

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BIBLIOTECA DO MOSTEIRO BENEDITINO DE ADMONT – Construída no século 18, é a maior biblioteca monástica do mundo, com mais de 70 mil volumes e 1400 manuscritos. Está localizada na região central da Áustria.

BIB5BIBLIOTECA CENTRAL DE SEATTLE (EUA) – O prédio feito de vidro e aço tem 11 andares e pode comportar até 1,4 milhão de livros. Foi inaugurada em 2004.

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BIBLIOTECA JOANINA – É uma biblioteca do século 18, situada na Universidade de Coimbra, em Portugal. É conhecida por seu estilo rococó. Possui mais de 70 mil volumes.

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BIBLIOTHECA AUGUSTA – Foi fundada em 1573, em Wolfenbüttel, na região central da Alemanha. Tem mais de 900 mil livros, incluindo importantes obras da Idade Média.

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BIBLIOTECA DO MONASTÉRIO DE STRAHOV – Construída no século 17, tem dois salões principais: o teológico e o filosófico. Guarda mais de 400 mil volumes.

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BIBLIOTECA DO PARLAMENTO – Fundada no início do século 18, foi parcialmente destruída pelo fogo em 1906. Tem mais de 600 mil volumes e 300 funcionários. Localiza-se em Ottawa, no Canadá.

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BIBLIOTECA DA ASSEMBLEIA NACIONAL – Possui itens raríssimos, como as minutas do processo de Joana D’arc e manuscritos originais de Jean Jacques-Rousseau. Está localizada no Palais Bourbon, em Paris (França).

Veja as outras 20 aqui.

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Exposição “O Nome da Cor”, no SESC Santana

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Demonstração do caráter relativo da percepção da cor através de instalações lúdicas e interativas que exploram diversos aspectos da questão: cores aditivas e subtrativas, espectro visível, efeitos óticos, cor na historia da arte e na natureza, imersão na cor.

Visitação: Terça a sábado, das 10h às 21h. Domingo e feriado, das 10h às 19h
Grátis
SESC Santana
Avenida Luiz Dumont Villares, 579 – Santana – São Paulo, SP
Até 13/10/2013

(Foto: Andrezza Fonseca)

Fonte: SESC SP

Sebos vendem livros por metro para decoração de escritórios e residências

Notícia da Folha de S. Paulo

LETÍCIA MORI
DE SÃO PAULO

O freguês entra na loja e pede um metro e meio de livros encadernados em papel-couro azul, de altura média, o mais barato que houver.

O pedido, que soaria estranho em uma livraria, é comum para Aristóteles Torres de Alencar Filho, 59, o “seu” Ari, dono do sebo O Belo Artístico, no Jardim América, região oeste.

Segundo o livreiro, o local recebe muitos clientes procurando livros para decoração. Nesses casos, o conteúdo não importa tanto e a ideia é encontrar o tipo de capa, a cor, o tamanho e a quantidade que mais combinem com a estante ou a sala.

O local normalmente vende por unidade, mas, no caso de grandes compras para ornamento, fecha o preço por coleção e até por medida.

No Sebo Liberdade, na região central, o metro é cobrado de acordo com o tipo de capa: R$ 150 para encadernados simples e R$ 250 para os mais trabalhados.

A venda de livros para ver mais do que para ler não é incomum, mas nem todos os estabelecimentos têm valores fixos para o serviço. No Sebo do Messias, também no centro, coleções encadernadas vendidas em pacotes ou individualmente saem a cerca de R$ 5 o volume.

“Quem precisa traz uma fita métrica e depois fazemos a conta”, diz Messias Antônio Coelho, 72, dono da loja. Próximo do Tribunal de Justiça, o local recebe muitos advogados. “Eles querem encher o escritório de livros e impressionar a clientela”, diz.

No Sebo Liberdade, quem compra para enfeite são profissionais liberais e decoradores. Estes dizem que é comum que clientes peçam a montagem completa da sala de casa, incluindo estantes e livros.

“Quem gosta de leitura pede obras específicas”, diz a arquiteta Andrea Teixeira. “Em outros casos”, ressalva, “compramos pelo visual”.

Ela costuma visitar sebos procurando volumes antigos, bonitos e que combinem com o ambiente. “Às vezes compramos de um freguês direto para o outro, quando, por exemplo, alguém vai mudar para um apartamento menor”, ela explica.

Foi o caso da coleção de 1968 de romances e poesia que a sócia dela, Fernanda Negrelli, adquiriu para uma cliente no Alto de Pinheiros, região oeste. A dona do imóvel prefere o anonimato.

De capa branca de papel-couro que combina com a sala de visitas, o conjunto tem lugar de realce na estante. Já os livros de leitura da família, que não são encadernados, ficam em outro cômodo.

LITERATURA DE VERDADE

No Belo Artístico, o foco são livros raros e montagem de coleções. Ari – que já teve o bibliófilo José Mindlin (1914-2010) como cliente – reserva às vendas decorativas as peças mais triviais. Entram na lista romances antigos, livros de história e enciclopédias desatualizados. No local, muitos procuram livros para adorno sem ajuda de profissionais.

Ari diz saber que essa parte do público ignora o conteúdo de seu estoque, mas jura que não se importa. “Eu acho bom, porque estão levando livros. Em uma biblioteca, alguém vai acabar consultando.”

Certa vez, ele recebeu uma mulher desesperada por livros. “Mas de verdade”, lembra. A cliente havia preenchido a estante de casa com livros cenográficos. Durante uma festa, porém, uma convidada puxou um título conhecido e o bloco caiu, desencadeando um sonoro “Que horror!”. Ari conta com gravidade: “Ela não sabia qual das duas, ela ou a convidada, tinha ficado mais constrangida”.

2° Seminário Internacional – Representar Brasil 2013: As Representações na Arquitetura, Urbanismo e Design, na FAUUSP

O 2º Seminário Internacional Representar Brasil 2013: As representações na Arquitetura, Urbanismo e Design dá prosseguimento às reflexões promovidas no México, em 2010, com o 1º Seminário Internacional Representar 2010: Nuevos lenguajes e representaciones en las ciencias y artes para el diseño: 500 años de representaciones (Novas linguagens e representações nas ciências e artes para o design: 500 anos de representações).

Participam da organização do evento, nesta segunda edição, cinco instituições de ensino superior (quatro brasileiras: USP, USJT, UPM, SENAC; e uma da República Argentina: FADU-UNL), que somaram esforços para dar continuidade à proposta de criação e consolidação de um campo internacional de estudos sobre um tema inerente e imprescindível à compreensão e à concepção da arquitetura, do urbanismo e do design: as representações.

O seminário promoverá atividades de comunicação, reflexão e debate sobre as representações e suas relações e contatos com os processos de projeto em arquitetura, urbanismo e design. Ao reunir diferentes pensadores, críticos, historiadores, teóricos e profissionais, com visões e posturas variadas e abrangentes sobre o tema, colocar-se-á em discussão a natureza das representações, seus papéis, potencialidades e interações no mundo contemporâneo. O intuito desta iniciativa é estimular perspectivas críticas e revisões teórico-conceituais que motivem a prática e que poderão vir a repercutir tanto na atuação profissional, quanto nas propostas pedagógicas, assim como no desenvolvimento de linhas de pesquisa atuais e futuras, vinculadas aos diferentes programas de pós-graduação em arquitetura, urbanismo e design.

Data: 07 a 09 de Agosto de 2013
Local: FAUUSP
Endereço: Rua do Lago, 876, Cidade Universitária, São Paulo-SP
Mais Informações:

http://representarbrasil2013.blogspot.com.br/

Fonte: Eventos-FAU

Veja dez bibliotecas para conhecer durante as férias

Fonte: UOL Educação

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Exposição: Patrimônio Paulista – Litoral e Vale do Paraíba, no Museu da Casa Brasileira, até 31/07/2013

A partir de 13 de maio, a cidade de Jacareí receberá a exposição “Patrimônio Paulista: Litoral e Vale do Paraíba”, acerca do patrimônio histórico das cidades da região tombado pelo Condephaat – Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico. A itinerância, realizada no Museu de Antropologia do Vale, acontece por meio da parceria entre o Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria de Estado da Cultura, e o SISEM-SP (Sistema Estadual de Museus), por meio da qual o MCB leva a cidades paulistas conteúdos importantes já mostrados anteriormente em seu espaço expositivo.

“Patrimônio Paulista: Litoral e Vale do Paraíba” reúne fotografias de Iatã Cannabrava e textos da cientista social Margarida Cintra Gordinho presentes no livro homônimo que deu origem à mostra. A seleção de imagens que o visitante irá encontrar no Museu de Antropologia do Vale contextualiza a situação de bens tombados em cidades do Vale do Paraíba e da faixa litorânea do estado de São Paulo pelo Condephaat, órgão da Secretaria da Cultura para a proteção ao patrimônio do Governo do Estado de São Paulo, salientando a importância de sua preservação.

A mostra traz antigas vilas que foram amplamente exploradas pelos portugueses nos séculos 16 e 17 e cidades como Santos, Iguape, Cananéia, Jacareí, entre outras, que guardam até hoje memória da cultura material de seu passado, assim como marcos de arquitetura contemporânea.

“No litoral norte, Ilhabela e Ubatuba preservam edificações que testemunham a riqueza que a cana-de-açúcar e a navegação de cabotagem geraram para a região e São Sebastião, por suas atividades portuárias contemporâneas, tornou-se um município estratégico e que guarda um Centro Histórico significativo. Em Santos, o Centro Histórico e a área portuária são testemunhos da pujança do café, que séculos mais tarde transformaria a cidade numa das mais prósperas do país, com seu porto e seus negócios de exportação”, conta Cintra, autora do livro de mesmo nome que deu origem à exposição.

Sobre o Museu de Antropologia do Vale
O Museu de Antropologia do Vale está situado no Solar Gomes Leitão, uma construção de 1857 de paredes e forros com pinturas artísticas que expõem a convivência das tradições coloniais e dos elementos neoclássicos. Entre 1895 e o fim da década de 1970, o edifício sediou o Grupo Escolar Coronel Carlos Porto. Tombado como monumento de interesse histórico e documental em dezembro de 1978, o local sedia o Museu de Antropologia do Vale do Paraíba desde 1980.

Abertura: 13 de maio às 20h
Visitação: até 31 de julho, terça a sexta, das 9h às 17h.
Sábados, domingos e feriados, das 11h às 17h

Realização: MCB, Sisem e Condephaat
Apoio: Prefeitura de Jacareí, MAV e Editora Terceiro Nome

MAV – Museu de Antropologia do Vale
Rua XV de Novembro, 143 – Centro – Jacareí
Tel.: (12) 3953-3574

Fonte: MCB

VII Encontro Brasileiro de Palácios, Museus-Casas e Casa Históricas – inscrições até 31/07/2013

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Informações: acervo@sp.gov.br ou (11) 2193-8713, com Teresa ou Karine.