Por Um Museu Público. Tributo a Walter Zanini, na Nova Sede do MAC-USP

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museu publico

Disciplinas de Pós-Graduação IEB 1º semestre de 2014

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ieb

Novo fascículo da revista estudantil Contraste

contraste 2

 

 

O novo fascículo da revista estudantil Contraste já está disponível na biblioteca da FAU – Cidade Universitária.

 

Palestra “A Coleção Imbert de maiólicas italianas no acervo do MASP”

ENCONTRO COM O ESPECIALISTA
Prof. Timothy Wilson (Ashmolean Museum Oxford)

Na quinta-feira, 28 de novembro, a FAU-USP e o MASP recebem o professor Timothy Wilson do Ashmolean Museum de Oxford para um encontro (das 14 às 17h) sobre “A Coleção Imbert de maiólicas italianas no acervo do MASP”. Esse evento visa contribuir para a catalogação científica, a divulgação e a conservação do acervo de maiólicas italianas, oriundas da coleção de Alexandre Imbert, datadas entre os séculos XIV e XVIII, conservadas no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand desde 1952, promovendo discussões entre as diversas áreas do conhecimento voltadas ao estudo de acervos semelhantes, quais a história da arte e da cultura, o restauro e a museologia.
Timothy Wilson, do Ashmolean Museum de Oxford, é Professor de História da Arte do Renascimento na Universidade de Oxford desde 1990. Suas publicações incluem estudos sobre coleções de cerâmica do Renascimento do British Museum, do Ashmolean Museum, da National Gallery of Art (Washington), dos Museus do Castello Sforzesco (Milão), da Fondazione Cassa di Risparmio de Perugia, bem como numerosos artigos em periódicos especializados. Os estudos mais recentes do professor Wilson focam a coleção da National Gallery of Victoria (Melbourne), do Metropolitan Museum of Art (Nova Iorque) e do Detroit Institute of Arts.

Público alvo
Profissionais, especialistas, pesquisadores e estudiosos ligados à história da arte e das artes decorativas, profissionais de museus, arquivos, bibliotecas, serviços de patrimônio e outras instituições afins.

Data: 28/11/2013
Horário: das 14h às 17h
Local: Pequeno Auditório – MASP
Endereço: Av. Paulista, 1578 – Bela Vista, São Paulo – SP, 01310-200

Entrada Gratuita

Parceria
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – USP
Fundação Ema Gordon Klabin
Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand

Informações e inscrições
crislaracorrea@me.com

24ª. Exposição das novas aquisições (de 25 a 29 de novembro de 2013)

bookmania

 

 

TESES

 

CARA, Milene Soares. Difusão e construção do design no Brasil: o papel do MASP. São Paulo, 2013. 363 p. Tese (Doutorado). MIGLIACCIO, Luciano (orient).  745.09/ C23d FAUPG 043:7.05 / C257di

 

FERRARA, Luciana Nicolau. Urbanização da natureza: da autoprovisão de infraestruturas aos projetos de recuperação ambiental nos mananciais do sul da metrópole paulistana. São Paulo, 2013. 384 p. MARTINS, Maria Lucia Refinetti Rodrigues (orient). Tese (Doutorado). 333.91 / F412u FAUPG 043:504.06 / F374u

 

FIGUEIREDO, Fernando Stankuns de Paula. O novo mundo do Espaço: Le Corbusier e o papel da fotografia na mediação entre o público e a arquitetura. São Paulo, 2012. COSTA, Helouise Lima (orient). Dissertação apresentada ao Programa de Pós-graduação Interunidades em Estética e História da Arte da Universidade de São Paulo. 770.74 F469n v.1 770.74 F469n v.2

 

LIU, Eunice. Design gráfico: processo como forma. São Paulo, 2013. 189 p. Dissertação (Mestrado). GIL FILHO, Vicente (orient). 741.6 / L74d FAUPG 043:76 L783d +1CD-ROM

 

SANTO AMORE, Caio. Entre o nó e o fato consumado, o lugar dos pobres na cidade: um estudo sobre as ZEIS e os impasses da reforma urbana na atualidade. São Paulo, 2013. 275 p. Tese (Doutorado). FERREIRA, João Sette Whitaker (orient.) 320.91732 / Sa59e FAUPG 043:711.58 / C237e

 

SILVA, Roberto Toffoli Simoens da. Preservação e sustentabilidade: restaurações e retrofits. São Paulo, 2013. 112 p. Dissertação (Mestrado). KATINSKY, Júlio Roberto (orient). 720.288 / Si38p FAUPG 043:72.025.3 / S586p

 

 

LIVROS

 

ARAUJO, Rosane Azevedo de. A cidade sou eu. Rio de Janeiro: Novamente, 2011. 248 p.  155.9 / Ar15c

 

LITMAN, Todd. Parking management best practices. Chicago, lll.: American Planning Association,c2006. 292 p. 711.73 / L714p

 

LOJKINE, Jean. O estado capitalista e a questão urbana. São Paulo: Martins Fontes, 1981. 337 p.  320.91732 / L836mP /1981

 

MATTERN, Shannon Christine. The new downtown library: designing with communities. Minneapolis : University of Minnesota Press, 2007.179 p. 727.8 / M429m

 

PLUNZ, Richard; . SUTTO, Maria Paola; (Ed.). Urban climate change crossroads. New York: Urban Design Lab of the Earth Institute, Columbia University, [2008]. 551.6 / Ur1

 

PLUNZ, Richard. A history of housing in New York. New York, Columbia University Press, 1990. 422 p. 711.1373 / P741h

 

SAUNDERS, William S. (Ed.). Nature, landscape, and building for sustainability: a Harvard design magazine reader. Minneapolis: University of Minnesota Press, 2008. xv, 201 p.712.01 / N219

 

SMITH, Mary S. Shared parking. 2. ed. Washington, D.C.: ULI, c2005. 157 p. 725.381 / Sm62s

 

WILSON, Chris; GROTH, Paul Erling. Everyday America: cultural landscape studies after J.B. Jackson. Berkeley: University of California Press, 2003. 385 p. 712.01/ Ev24

 

 

Mesa redonda “Tempo de construir, tempo de preservar. O patrimônio da Universidade de São Paulo”, no CPC-USP

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cpc

Participantes | temas

Silvia Wolff (Condephaat) | Reconhecimento oficial de espaços da USP: da seleção à preservação efetiva

Rogério Bessa (SEF) | Ações de intervenção e gestão do patrimônio da USP

Julio Katinsky (FAU-USP) | O projeto de restauro do Engenho dos Erasmos e da Faculdade de Medicina da USP

Monica Junqueira (FAU-USP) | O setor das humanas como patrimônio arquitetônico e a história da arquitetura paulista

Mediador: José Lira (FAU-USP e CPC)

 

Quando: 27 de novembro de 2013 (quarta)

              das 19h às 21h

 

Local: Centro de Preservação Cultural – Casa de Dona Yayá

Rua Major Diogo, 353 – Bela Vista – São Paulo – SP

Tel (11) 3106.3562

 

 Fonte: CPC-USP

AUH Encontros: “Três projetos na Cidade Universitária”

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auh

Fonte: Eventos – FAU

Lançamento do livro “Memória, Trabalho e Arquitetura” + Palestra “As obras do Quartel de Voluntários de São Paulo em 1791”, no CPC-USP

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memoria trabalho arquitetura

Lançamento do livro “Memória, Trabalho e Arquitetura“, organizado pelos Profs. Drs. João Marcos Lopes e José Lira.

O livro é fruto do simpósio Memória, Trabalho e Arquitetura, realizado pelo Centro de Preservação Cultural da USP em 2010. Partindo do entendimento de que o patrimônio cultural edificado é produto coletivo, resultado de operações compartilhadas, os textos aqui reunidos articulam as transformações históricas da arquitetura às suas dimensões produtivas. Assim, procuram tornar visíveis as múltiplas formas de saber e de fazer atuantes na história e no patrimônio de arquitetura, os processos e agentes diversos engajados na sua produção, bem como as culturas construtivas e ornamentais que lhes são próprias, em suas relações de autonomia, reciprocidade, troca e subordinação. O livro é uma contribuição para a revisão do sentido convencional das obras de arquitetura como realizações intelectuais solitárias, restituindo-lhes definitivamente um lugar entre as coisas do mundo em seu processo de materialização, do passado histórico aos canteiros contemporâneos.

Palestra: “As obras do quartel de voluntários de São Paulo em 1791“, com o Prof. Dr. Carlos Alberto Cerqueira Lemos – FAUUSP

O livro está à venda na Livraria da Edusp.

Data: 25/11/2013
Horário: 19h-21h
Local: CPC-USP / Casa de Dona Yayá, Rua Major Diogo, 353, Bela Vista, São Paulo-SP. Tel (11) 3106-3562.

Fonte: CPC-USP

Revistas: novo título disponível na biblioteca da FAUUSP

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divulgação - Palimpsesto

Palimpsesto é publicada pela Cátedra Blanca, da Escuela Técnica Superior de Arquitectura de Barcelona.

Dedicada a estudantes, pesquisadores, arquitetos e profissionais de áreas afins. Se propõe a ser um espaço para reflexão sobre a arquitetura, modos de habitar, projetar e aprender.

General Jardim, no centro de SP, é a rua dos arquitetos e do chorinho depois do expediente

Notícia da Folha de S. Paulo

VANESSA CORREA
DE SÃO PAULO

Ocupar um escritório no prédio do IAB (Instituto de Arquitetos do Brasil) de São Paulo tem destas coisas: não se surpreenda se, no meio do expediente, você esbarrar com o arquiteto e lenda viva Paulo Mendes da Rocha, 84, em busca de um cigarrinho para filar.

Thiago Natal, 34, sócio do Obra Arquitetos, desfruta do benefício desde 2007. Comprou uma sala em frente à de Paulo Mendes e tem o hábito de manter as portas sempre abertas. Os dois até já fizeram parceria num projeto de restauro no auditório da IAB.

Mais importante do que estar no prédio da IAB é estar na rua General Jardim, que virou uma espécie de “arquitetolândia” paulistana. A via começa quase na praça da República, passa por baixo do Minhocão e chega até a quatrocentona Higienópolis. Nesses sete quarteirões, são cerca de 50 escritórios de arquitetura.

Peixes grandes como Piratininga (responsável pela modernização da biblioteca Mário de Andrade) e Una (que planeja o novo parque Dom Pedro). Mas também escritórios “novatos” como o Geral –espaço quase sem divisórias compartilhado por ao menos 14 jovens profissionais, que trabalham em duplas ou “carreira solo”.

O IAB registra cerca de 250 arquitetos com endereço de trabalho nas cercanias da General. Também estão ali editoras como Cosac Naify e RG (com títulos na área), fora fotógrafos especializados, designers, cenógrafos, ilustradores e uma nova escola.

Inaugurada em 2002, a Escola da Cidade impulsionou uma terceira onda arquitetônica na rua, segundo José Armênio, presidente do IAB-SP e sócio do Piratininga.

PRIMEIRA LEVA

Armênio conta que, ao ser inaugurado, em 1953, o prédio do instituto deu teto a bambambãs como Vilanova Artigas (que projetou a Faculdade de Arquitetura da USP, a FAU). Até vir o regime militar. As ideias “subversivas” do grupo aglutinado na área não fez da General o xodó dos generais.

Ligado ao clandestino Partido Comunista, Artigas chegou a ser afastado da FAU e exilado no Uruguai.

baixo general

Após a redemocratização, foi a vez da segunda onda de escritórios, entre eles o Piratininga de Armênio, abrir sede ali. Havia a proximidade com dois importantes cursos (a graduação do Mackenzie e a pós da USP).

Hoje é tudo no mesmo quadrado: arquitetos dão aulas nos cursos, e alunos estagiam no entorno. Daí a piada maledicente: a Escola da Cidade teria sido criada para fornecer mão de obra para “o pessoal da General”.

Intrigas à parte, para Armênio o barato é encontrar por lá “um lugar como poucos no Brasil, onde as pessoas se encontram na rua, colaboram”. Espécie de microversão tropical da Paris dos cafés, onde intelectuais criaram revoluções sociais e artísticas na virada do século 20.

“Os escritórios daqui produzem uma arquitetura mais vinculada à cidade”, afirma Gustavo Cedroni, 35, sócio do Metro. E viver SP é que é “lifestyle”, diz o povo da General. A começar por eles próprios, que rejeitam a ideia de pessoas isoladas num gigante de vidro com ar-condicionado.

Entre arquitetos de megaescritórios (para encontrá-los, vá às avs. Berrini e Faria Lima), há críticas ao “Baixo General”: a ideologia falaria até mais alto do que os projetos.

Preços mais em conta também ajudaram a atrair profissionais como Gustavo. “A gente veio em 2003 da Vila Madalena, para ter uma sala maior com aluguel mais barato. O bairro era muito deteriorado, bem diferente do que está hoje. Não tinha muitos serviços, lugar para comer bem, e a noite era mais barra pesada.”

Essa realidade vem mudando, constata o arquiteto, que mora perto do trabalho. “Aqui tem feira, costureiro… Clima de bairrinho mesmo.”

“O centro tem uma vida urbana que nos interessa. Uma diversidade de estabelecimentos, pessoas, espaços públicos”, diz Fernanda Barbara, 47, do Una. Ela e os quatro sócios dão aula na Escola da Cidade e moram na região. “Venho e vou a pé para casa, ando com meus filhos na rua.”

Foi do escritório de Fernanda que saiu o projeto para um novo parque Dom Pedro, “pensado para dar ao lugar uma função de parque mesmo, onde as pessoas queiram ficar”. Está em discussão na prefeitura e, se implantado, vai mudar a paisagem local com um grande espelho d’água.

Quando você junta um monte de pessoas com interesses em comum, uma coisa leva a outra até tudo acabar em samba e cerveja: duas quintas-feiras ao mês, vários arquitetos largam o batente e pegam em instrumentos para tocar Pixinguinha e Jacob do Bandolim numa roda de chorinho.

Thiago Natal (aquele que está porta a porta com Paulo Mendes da Rocha), por exemplo, reencontrou na área colegas da USP e montou uma banda.

Desde agosto, o bar entre a Escola da Cidade e o prédio do IAB recebe o chorinho dos arquitetos. A calçada fica tomada por fãs da flauta de Jung (coreana que tirou o primeiro lugar no vestibular da FAU), do violão de Thiago e do bandolim de Vítor.

Mas, além de chorar na música, “arquiteto chora muito no preço”, diz Alex Sorriso, gerente do lugar.

E no dia seguinte tudo volta ao normal. Capaz de “seu Paulo Mendes” passar como de costume ali, para comprar um maço de cigarros e tomar um cafezinho, enquanto observa o movimento dos alunos que devoram um lanche de queijo, salame e tomate. Sanduba batizado, aliás, de “professor”.

Veja lista dos escritórios instalados na General Jardim:

Nº 314
Escritórios de arquitetura:
Bruno e Emerson
Camila Toledo Fabrini
Haron Cohen
Helene Afanasieff
Lopes Dias
Minoro Naruto
Obra
Paulo Mendes da Rocha
São Paulo Criação

Outros
Bookstore (livraria especializada em arquitetura, no térreo)
IAB-SP (Instituto de Arquitetos do Brasil)

Nº 482
Escritórios de arquitetura
Apiacás
Ateliê Urbano
B Arquitetos
Centro
Miguel Góes Arquitetura e Design
MMBB
Orbi
Piratininga
SIAA
Zemel+

Outro
Projeto (revista de arquitetura)

Nº 595
Escritório de arquitetura
Estúdio MB

Nº 618
Escritórios de arquitetura
2SMC
Cássia Cavani
Celso Longo
Daniel Trench
Flávio Rezende de Magalhães Castro
Ponto Arq
FC Studio

Outros
Andres Sanches, Cadão Volpato, Paola Bianchi, Coca Albers, Roberta Cardoso (coletivos de ilustradores, designers, artistas)
Vista Plotagens (impressões em tamanho grande)

Nº 633
Escritórios de arquitetura
AA
Bacco
BVY
Geral (coletivo de 14 arquitetos)
Zehbra

Nº 645
Escritórios de arquitetura
Corsi e Hirano
Nelson Kon
Nietsche
Urdi

Outro
Vitruvius/ RG

Nº 703
Escritório de arquitetura
Metro

Nº 770
Escritórios de arquitetura
Cosac Naify
Guedes Pinto
Tetra
Tito Lívio Frascino
Una

Outro
Espaço e Tempo (assessoria em regularização fundiária)

Nº 808
Escritório de arquitetura
Basiches

Nº 846
Escritório de arquitetura
Sandra Piccioto