Curso: “Edifícios modernos em São Paulo: construção, usos e preservação” – inscrições até 17 de abril de 2016

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Cadastro das pré-inscrições até 17/4/2016 no link http://goo.gl/forms/H5A4R5y9Ba

O curso busca apresentar e discutir a construção, a consolidação e a preservação de um conjunto de edifícios modernos na cidade de São Paulo, além de construir um amplo repertório crítico-reflexivo sobre a questão da preservação a partir de uma série de exemplos a serem analisados.

Ministrante
Profa. Dra. Sabrina Fontenele
Arquiteta e urbanista pela Universidade Federal do Ceará. Mestre e Doutora pela FAU-USP. Pós-doutoranda pelo IFCH-Unicamp. Coordenadora da equipe de Construções, Conjuntos e Sítios do Centro de Preservação Cultural da USP. Autora do livro Restauro da Faculdade de Medicina da USP: estudos, projetos e resultados (2013) e Edifícios modernos e o traçado urbano no Centro de São Paulo (2015).

Período:
9 a 30 de maio de 2016, segundas e quartas-feiras, das 18h às 20h30 e sábado, 21 de maio, das 9h30 às 12h.

Público-alvo:
Estudantes de graduação e de pós-graduação, profissionais das áreas de Ciências Humanas, Arquitetura e Artes Visuais, interessados em geral.

Carga horária: 20h

PROGRAMA

9/5 – Transformações urbanas em São Paulo.
A expansão do núcleo urbano para a região oeste do triângulo histórico. A convivência entre arquitetura moderna e eclética na cidade de São Paulo.

11/5 – A “criação” da cidade modernizada.
Novos hábitos e novos programas para a metrópole. As transformações físicas e sociais da cidade na primeira metade do século XX.

16/5 – Transformações urbanas e arranha-céus em São Paulo.
A consolidação da arquitetura moderna no IV Centenário. O incentivo à criação nos térreos de espaços de convivência pela legislação urbana. Arte e cultura na metrópole. Convidado: dr. Diego Moreira Matos.

18/5 – Novos circuitos e rotas no Centro Novo: edifícios galerias e sociabilidade no Centro de São Paulo.
A proposta do térreo livre e das galerias modernas. Urbanidade e continuidade dos espaços públicos nos edifícios modernos do Centro Novo.

21/5 – Aula externa.
Reconhecimento das galerias modernas do Centro.

23/5 – Os desafios da preservação da arquitetura moderna.
Desafios construtivos e conceituais da preservação da arquitetura do Movimento Moderno. A preservação da arquitetura moderna na cidade de São Paulo.
Estudo de caso: o restauro do edifício do IAB. Convidado: prof. Silvio Oksman (Escola da Cidade).

25/5 – Preservação e apropriação do patrimônio arquitetônico moderno em São Paulo (I). Preservação e uso de habitações modernas. O restauro do Pedregulho (RJ) e pesquisas recentes sobre a preservação de conjuntos habitacionais. Convidada: profa. dra. Flavia Brito (FAU-USP).

30/5 – Preservação e apropriação do patrimônio arquitetônico moderno em São Paulo (II) . A gestão do patrimônio moderno na Universidade de São Paulo. Desafios da preservação dos edifícios modernos. Estudos de caso: Estação de Mairinque e Obelisco. Convidada: profa. dra. Helena Ayoub (FAU-USP).

Cadastro das pré-inscrições até 17/4/2016 no linkhttp://goo.gl/forms/H5A4R5y9Ba

IMPORTANTE: haverá seleção.
O cadastro da pré-inscrição não garante a vaga no curso.

O resultado da seleção será comunicado por email até 28/4/2016.

Total de vagas oferecidas: 32

Taxa de inscrição: R$ 180,00 (inscrição + envio do certificado pelos Correios)

Vagas gratuitas: 5
Docente: 1
Discente: 1
Funcionário: 1
Terceira idade: 1
Outros/Comunidade: 1

Política de Isenções
Serão vistos caso a caso, pela Diretoria do CPC, sendo os critérios: 1) ordem de solicitação no ato do envio da ficha de pré-inscrição. 2) sócio-econômico – que possibilitará beneficiar aqueles que não tenham condições de pagar a taxa de inscrição.
IMPORTANTE: manifestar intenção pela isenção da taxa.

Critérios de Seleção
Ordem de inscrição e análise de justificativa de intenção.

Critérios de aprovação
Frequência mínima exigida de 85%, bem como participação nas atividades. Carga horária mínima de 17h para aprovação do aluno. Carga Horária Mínima p/ Aprovação do Aluno (inclusive monografia): 17h.

Local de realização do curso
Rua Maranhão, 88, Vila Buarque – São Paulo – SP (FAU – Maranhão)

Fonte: CPC-USP

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Palestra “Arquitetura moderna latino-americana”, na Escola da Cidade

O Seminário de Cultura e Realidade Contemporânea da Escola da Cidade promove na quarta-feira, dia 12 de agosto, às 18h, palestra com o arquiteto Fernando Luiz Lara, que irá falar sobre “Arquitetura moderna latino-americana”, tema de sua recente publicação. Na sequência da palestra haverá um debate entre Luiz Lara e os arquitetos Ana Paula Koury, Luis Octavio de Faria e Silva e Alvaro Puntoni.

Modern Architecture in Latin America: Art, Technology, and Utopia é o nome da publicação que apresenta um texto introdutório sobre as questões, polêmicas e obras que representam os complexos processos de modernização política, econômica e cultural no século XX. Os números e tipos de projetos variaram muito de país para país, mas, como um todo, a região produziu um corpo significativo de arquitetura que nunca antes foi apresentado em um único, em qualquer idioma. Modern Architecture in Latin America é a primeira história abrangente desta importante produção, e é de autoria de Luis E. Carranza e Fernando Luiz Lara.

Fernando Luiz Lara é arquiteto formado pela UFMG (1993) e PhD pela Universidade de Michigan (2001). Professor da Escola de Arquitetura da Universidade do Texas, diretor do Centro de Estudos Brasileiros do Lozano Long Institute of Latin American Studies, e autor de inúmeros livros e artigos que discutem temas relativos à arquitetura e urbanismo no cenário Latino Americano. Atuando em diversas áreas da profissão, em 2005, fundou o Stúdio Toró, uma organização sem fins lucrativos, dedicada a temas como: conservação da água e inundações urbanas na América Latina. Desde 2009 tem colaborado, constantemente, com a Horizontes Arquitetura, e juntos, criaram, em 2014, o Laboratório de Urbanismo Avançado – LUALAB – uma ONG focada em desenvolver projetos para a melhoria dos espaços públicos brasileiros.

Ana Paula Koury é arquiteta e urbanista pela Escola de Engenharia de São Carlos – USP (1991), professora Doutora do Programa de Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade São Judas Tadeu. Atualmente coordena, com Fernando Lara, a pesquisaPlanning and participation: a new agenda for urban and environmental policies in Brazil,com apoio Fapesp e da Universidade do Texas. Tem participado de importantes eventos científicos nacionais e internacionais e publicado em periódicos científicos sobre sistemas construtivos e políticas habitacionais e urbanas.

Luis Octavio de Faria e Silva é formado (1989), com mestrado (2001) e doutorado (2008) pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAUUSP). Professor da Escola da Cidade e um dos coordenadores do curso de pós-graduação ‘Habitação e Cidade’. Professor no programa de pós-graduação da Universidade São Judas Tadeu (USJT). Mantém escritório e tem experiência na área de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase em Planejamento e Projetos de Edificação, responsável por projetos de Habitação para Secretaria Municipal de Habitação (SEHAB-SP) e de desenho urbano, incluindo planos para bairros precários. Pesquisa temas como São Paulo, desenho urbano, infraestrutura urbana, habitação, arquitetura da paisagem, arquitetura tradicional, arquitetura moderna e contemporânea.

Alvaro Puntoni é arquiteto pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo (1987), com mestrado (1998) e doutorado (2005) em Arquitetura e Urbanismo, pela Universidade de São Paulo (1998). Atualmente é professor associado da Escola da Cidade e professor de projeto da FAUUSP. Coordenador do curso de pós-graduação ‘Geografia, Cidade e Arquitetura’, na Escola da Cidade, juntamente com Fernando Viégas. Mantém o Gruposp desde 2004, escritório que nos últimos anos tem se dedicado à elaboração de concursos de arquitetura, projetos para ONGs e instituições públicas, além de incorporar no cotidiano de suas atividades a participação em pesquisas e docência de seus participantes.

A palestra acontece no Auditório da Aliança Francesa, na Rua General Jardim, 182. Não é necessária inscrição.

SOBRE O SEMINÁRIO

O programa de Seminários de Cultura e Realidade Contemporânea acontece todas as quartas-feiras e é uma atividade que promove debates públicos buscando, desde a sua criação, construir um saber integrado e amplo em conexão com as questões mais candentes do presente. Por meio de tais encontros, a Escola da Cidade acredita consolidar sua presença na esfera pública nacional e participar da vida intelectual contemporânea.

Ao longo dos próximos meses, o Seminário contará as presenças de Maria Arminda Arruda, Jacopo Visconti, Eduardo Saron, Luiz Felipe de Alencastro, Alfredo Bosi,Enrico Fontanari, Agnaldo Farias, Cauê Alves, Anália Amorim, Marta Moreira, Petra Costa, Martha Kiss, Fabrício Corsaletti, Manuel da Costa Pinto e José Guilherme Pereira Leite, professor coordenador da atividade.

Pensado como atividade didática regular, destinada aos alunos da Escola, o Seminário é, no entanto, aberto a todos os interessados. Não é necessária inscrição prévia. Para dúvidas e outras informações, é possível entrar em contato com a coordenação, pelo e-mail seminario@escoladacidade.edu.br.

SERVIÇO:

  • Data: 12/08/15 (quarta-feira)
  • Horário: 18 horas
  • Local: Auditório da Aliança Francesa – Rua General Jardim, 182

Fonte: Escola da Cidade

Casa modernista de 1949 era confundida com igreja e fábrica; conheça

Para ver a notícia completa e as imagens, no UOL, clique AQUI.

Ledy Valporto Leal
Do UOL, em São Paulo

23/06/2015 07h00

O arquiteto João Batista Vilanova Artigas, que faria 100 anos em 2015, tinha apenas 34 quando construiu esta residência sexagenária (1949), para moradia de sua família (ele, a mulher e dois filhos pequenos). Situada no bairro do Campo Belo, na capital paulista, a Casa do Arquiteto, como é chamada, foi implantada em um terreno com 1.000 m², onde já havia a “Casinha”, construída por ele sete anos antes. Atualmente, as duas construções permanecem no local, separadas somente pela cerca-viva e tombadas pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio  Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico), como patrimônio histórico.

Estes poucos anos que separam as residências demarcam claramente dois períodos da produção do arquiteto, que ocupa posição ímpar no cenário arquitetônico nacional: foi um dos expoentes do Modernismo e da vertente do Brutalismo conhecida como “Escola Paulista” e projetou obras importantes como a sede da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP), na década de 60, e o Estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Morumbi (1952-1970). Artigas (1915-1985) influenciou decisivamente gerações de arquitetos, tanto através de sua obra, quanto como professor da USP.

Enquanto a “Casinha” é o lar do casal sem filhos e está identificada com a corrente organicista de Frank Lloyd Wright (1867-1959), a Casa do Arquiteto liga-se ao racionalismo de Le Corbusier (1887-1965). “A primeira emprega telhado tradicional com longos beirais e janelas até o teto, dispensando vergas (reforço estrutural). A segunda se caracteriza pelo uso do concreto armado na estrutura e pela ampla presença do vidro nas vedações”, explica o arquiteto e professor Alberto Xavier.

Artigas vale-se aqui de uma arquitetura “com personalidade, dotada de uma certa severidade na aplicação de princípios como: volumes geométricos claros e definidos, com preferência por coberturas convergentes (“telhado borboleta”), ambientes dispostos em pisos desencontrados, transparência e interpenetração espacial”, ressalta Xavier. Ou, mais especificamente, a casa – segundo  a historiadora e filha do arquiteto – Rosa Artigas, “formalmente acompanhava a linguagem da recém-inaugurada ‘arquitetura moderna brasileira’, identificada com a obra de Oscar Niemeyer, na Pampulha (1942)”.

Apesar de extremamente compacta (6 m x 27 m, o que permitiu recuo frontal com dez metros), a residência apresenta uma fisionomia dinâmica e espacialmente rica. Nela, o salão de estar, com janelas altas nas duas faces principais, abre-se para o grande vazio do terraço com pé-direito duplo,  arrematado pelo estúdio-biblioteca disposto sobre pilotis. Os espaços são interligados por uma escada contida, encaixada entre panos de vidro, e capaz de marcar significativamente este vazio com sua elegante silhueta.

Anti-burguesa

Na hierarquia da construção, o ambiente mais importante é a sala, destinada ao convívio. Ela foi palco de reuniões diversas, entre as quais as que agitavam o movimento estudantil nos anos 1960, promovidas por amigos e colegas dos filhos do arquiteto. Porém, as mais emblemáticas foram as do Partido Comunista, do qual Artigas era integrante. Estes, aliás, foram os encontros mais frequentes e históricos, segundo Rosa.

A casa em si é militante: conceitos de natureza ideológica  –  como a oposição aos hábitos da família burguesa, fortemente enraizados na sociedade da época – se manifestam no projeto. Na residência estão ausentes o quintal tradicional e o quarto de empregada. A cozinha, sem portas, é posicionada no “âmago” da construção e está conjugada aos banheiros, formando um “núcleo hidráulico”. Os espaços ganham uma hierarquia de comuna: sala de estar com dimensões generosas e quartos pequeninos e a disposição da garagem em ângulo quase periférico, de 45 graus à frente da casa, retira a importância do carro frente às pessoas.

Estas características tão peculiares, naturalmente, causavam estranheza às pessoas que por ali passavam em meados do século passado. Ou, como bem lembra a filha de Artigas, “elas tocavam a campainha para perguntar se era fábrica, oficina mecânica, igreja”. A obra do arquiteto, assim como sua pequena casa, estava à frente de seu tempo.

Ocupação Vilanova Artigas, no Itaú Cultural

O que significa pensar a arquitetura a partir de uma ótica humanista? O trabalho e a vida de João Batista Vilanova Artigas – arquiteto, professor, militante político e articulador de instituições culturais – são uma resposta a essa pergunta. Alinhado à comemoração do seu centenário de nascimento, o programa Ocupação enfoca a sua trajetória, de 24 de junho a 9 de agosto, no Itaú Cultural, em São Paulo.

Essencial para o urbanismo brasileiro e prestigiado internacionalmente, Artigas tinha como base a convicção de que a arquitetura tem uma função social e de que a profissão nasce do vínculo entre arte e técnica – um projeto, um “desenho”, é tanto funcional quanto expressivo. Além disso, preocupava-se com a integração das construções com a cidade – não deveriam se isolar, mas dialogar com ela.

Engajado, era militante do Partido Comunista Brasileiro (PCB). Por essa atuação, foi exilado pela ditadura de 1964 e perdeu o cargo de professor na Universidade de São Paulo (USP). Homem da cultura, participou da fundação e da organização de instituições como o Museu de Arte Moderna (MAM) e a seção paulista do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB/SP). Educador, defendia – quando o curso ainda era ligado ao de engenharia – uma formação específica e multidisciplinar para o aluno de arquitetura.

Encontros e 43 projetos em livro

A exposição reúne desenhos, plantas e manuscritos originais do arquiteto. Vídeos e documentos de época contextualizam o seu percurso e oferecem um panorama da sua produção arquitetônica. Na programação paralela, ocorrem ainda encontros, lançamento de livros e eventos dedicados a crianças e a toda a família.

Os encontros acontecem às quartas, sempre às 20h. Os arquitetos Paulo Mendes da Rocha – em 1º de julho – e Nabil Bonduki – em 8 de julho – tratam dos aspectos principais do pensamento de Artigas. Em 22 de julho, o desenhista Luiz Gê – que também é formado em arquitetura – conversa sobre as relações entre essa área e os quadrinhos. Já em 29 de julho, o músico Jorge Mautner relembra a convivência com o homenageado desta Ocupação.

No dia 1º, também será realizado o lançamento do livro Vilanova Artigas, de Rosa Artigas, filha do arquiteto, e Marco Artigas, o seu neto. A obra analisa 43 projetos – entre construídos e inéditos – que permitem uma discussão de fôlego a respeito do percurso de Artigas, com base em cinco anos de pesquisa no acervo do autor.

Eventos para toda a família

O sábado 11 de julho conta com outro lançamento: o infantil A Mão Livre do Vovô, de Michel Gorski e Silvia Zatz. Os autores criaram uma narrativa sobre desenhos que Artigas fazia para os seus netos, inventando histórias com eles e incentivando-os a criar figuras também. O evento começa às 14h30, com uma contação de histórias baseada na obra, feita pela atriz Ana Luísa Lacombe, e segue até as 16h.

No mesmo dia, ocorre por fim a oficina Casa de Ideias – Desenhos Artigas, na qual as crianças farão um brinquedo baseado nos desenhos infantis usando madeira, plástico, motores, fios, botões e outros materiais. São 40 vagas, com inscrições a partir das 13h30. A atividade será realizada das 14h às 15h30.

Ocupação Vilanova Artigas

Visitação
quarta 24 de junho a domingo 9 de agosto
terça a sexta 9h às 20h [permanência até as 20h30]
sábado, domingo e feriado 11h às 20h

Debates
sempre às 20h

Paulo Mendes da Rocha
quarta 1 de julho

Nabil Bonduki
quarta 8 de julho

Luiz Gê
quarta 22 de julho

Jorge Mautner
quarta 29 de julho

Lançamentos

Vilanova Artigas, de Rosa e Marco Artigas
quarta 1 de julho
às 20h

A Mão Livre do Vovô, de Michel Gorski e Silvia Zatz
com contação de histórias por Ana Luísa Lacombe
sábado 11 de julho
às 14h30


Oficina
Casa de Ideias – Desenhos Artigas
sábado 11 de julho
das 14h às 15h30

40 vagas – Inscrições com meia hora de antecedência

Lançamento do livro “Edifícios Modernos e o Traçado Urbano no centro de São Paulo”

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“Casas Modernas: Preservação, Restauro, Visitação”, na Casa de Vidro

lina

Lina em Casa: Percursos inova com programação especial que acontece no espaço expositivo em quatro sábados  até o final da exposição.

Serão quatro rodadas de encontros, iniciando em 09 de maio, com a proposta de discutir os eixos que norteiam a narrativa dos 27 painéis que revelam o pensamento e o modo de vida de Lina Bo Bardi na Casa de Vidro.

13/06
Casas Modernas: Preservação, Restauro, Visitação
Ruth Verde Zein e Sonia Guarita Amaral

O Instituto Lina Bo e P.M. Bardi convida para o terceiro evento do programa Lina em Casa: Encontros, que acontece no próximo dia 13 de junho, às 16h, no Casa de Vidro no Morumbi.

O tema “Casas Modernas: Preservação, Restauro, Visitação” será debatido por Ruth Verde Zein, Professora da UPM e Presidente do Docomomo SP e Sonia Guarita Amaral, Coordenadora Regional do CECA/ICOM América Latina.

13/06 às 16h
Casa de Vidro – Morumbi
Rua General Almério de Moura, 200
05690-080, São Paulo / SP

Inscrições

Fonte: Instituto Lina Bo Bardi

Seminário “As virtualidades do morar: Artigas e a metrópole”, no MAC-USP Ibirapuera

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sem Artigas

Acesse o programa aqui

Fonte: FAUiNFORMA