Apresentação de slides da palestra: “Como publicar pesquisas hoje? A mudança de paradigma na publicação científica”

Chamada de Trabalhos: PÓS – Revista do Programa em Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo – até 29 de janeiro de 2016

A Revista PÓS (ISSN 1518-9554 -impressa e ISSN 2317-2762 – online) está com chamada de trabalhos aberta até 29 de janeiro para os números 39 e 40 de 2016.

Trata-se de um periódico científico internacional, arbitrado e indexado, administrado pelo Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAUUSP).

Seu objetivo é publicar os resultados de pesquisas nacionais e internacionais,  por meio de artigos inéditos, revisados pelo sistema blind peer review, e assim contribuir para a divulgação da produção científica desenvolvida nas diversas áreas relacionadas à arquitetura, ao urbanismo e ao design.

Serão aceitos artigos em Inglês e Português, pois a revista é bilíngue. Os autores que tiverem seus manuscritos aprovados deverão providenciar a tradução para o Português ou Inglês.

Os artigos deverão ser submetidos da seguinte forma:

1 – Entrar no site da revista:

http://www.revistas.usp.br/posfau

2 – Clicar em “Acesso”.

3 – Se for o primeiro acesso preencher os dados pessoais no item “Cadastro”.  Se já estiver cadastrado, basta preencher login e senha.

4 – Seguir as instruções do sistema para realizar a submissão.

O cadastro no sistema é gratuito. Deve ser feito por meio de login e senha. O cadastro é obrigatório para a submissão de trabalhos, bem como o acompanhamento do processo editorial em curso.

 

Palestra: “Como publicar pesquisas hoje? A mudança de paradigma na publicação científica”, com Paola De Marco Lopes dos Santos e Leandro Medrano

[clique na imagem para ampliá-la]

palestra paola medrano

Revista Gestão & Tecnologia de Projetos – chamada de artigos para número especial: “Projeto em Engenharia, Arquitetura e Design: Perspectivas de integração”

Editor Convidado: Eduardo Romeiro Filho

As soluções técnicas surgidas desde a revolução industrial têm se apoiado em disciplinas que acabaram por dar origem às diversas áreas do design, arquitetura e engenharias. As abordagens que permitem que essas soluções sejam concebidas, desenvolvidas e implementadas são, entretanto, particulares a cada uma das áreas de atuação profissional. Esta percepção disciplinar da realidade tem sido progressivamente colocada em questão, com a necessidade crescente de interação e integração. Existe hoje a percepção de que o trabalho em equipes multidisciplinares tem trazido resultados inovadores e animadores em termos de desenvolvimento de soluções técnicas para a melhoria das condições humanas e redução dos impactos ambientais, econômicos e sociais das novas tecnologias. A partir deste cenário, este número da revista GESTÃO & TECNOLOGIA DE PROJETOS tem por objetivo principal apresentar diversas experiências nas várias áreas ligadas ao projeto voltadas ao desenvolvimento humano e inovação, seja por meio de novas abordagens voltadas à concepção e ao projeto, seja por experiências inovadoras e transdisciplinares voltadas ao desenvolvimento de produtos, processos ou serviços.

Encoraja-se a publicação de trabalhos resultantes de projetos de pesquisa, dissertações ou teses de doutoramento na área de design.

Submissão de artigos: até 30 de janeiro  de 2016.

Fonte: http://www.revistas.usp.br/gestaodeprojetos

Dicas para a escolha do periódico para publicação de artigos científicos – I

Nos dias de hoje, mais do que conseguir publicar um artigo científico é preciso saber ONDE fazê-lo.  Publicar em uma revista bem “ranqueada” conta muitos pontos para o seu currículo , mas como saber quais são as revistas mais adequadas nesse mar de publicações em que vivemos mergulhados? Para isso existem  sites que ajudam a identificar quais são as revistas  MAIS CITADAS, de acordo com sua área de interesse:

JCR

ISI Web of Knowledge – JCR  (Journal Citation Report) –  pertence à  empresa Thomson Reuters, as métricas são realizadas sobre os registros da base de pesquisa de textos completos Web of Science . Multidisciplinar, é o mais importante indexador  amplamente utilizado pelos órgãos de fomento:

http://admin-apps.webofknowledge.com/JCR/JCR?PointOfEntry=Home&SID=4DHNlhVJ6pQ3X9pTjJB

Deve ser acessada pela rede de pesquisa da USP, ou seja nos campi ou por acesso VPN se estiver fora do campus. Para saber do que se trata siga o link: https://bibfauusp.wordpress.com/biblioteca-virtual/acesso-vpn-virtual-private-network/

SJR

Scimago Journal Rank – pertence à empresa Elsevier, as métricas são realizadas sobre os registros da Base de pesquisa de textos completos Scopus. Multidisciplinar, é mais abrangente que a anterior tem maior cobertura das áreas da FAU. Apesar da base Scopus ser acessada somente pela rede de pesquisa da USP, o SJR tem acesso aberto.

http://www.scimagojr.com/journalrank.php?country=BR

SCIELO

Scientífic Electronic Library Online – Base brasileira de textos completos de artigos de  periódicos tem acesso aberto e é mantida pela FAPESP/ CNPq.  É coleção subsidiária do Web of  Science.

 http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_alphabetic&lng=en&nrm=iso

QUALIS

“… é o conjunto de procedimentos utilizados pela Capes para estratificação da qualidade da produção intelectual dos programas de pós-graduação” (Portal Capes). É usado como indexador apesar de não ser esta a sua real vocação.

https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/veiculoPublicacaoQualis/listaConsultaGeralPeriodicos.jsf

Se tiver dúvidas sobre as bases de dados indexadoras, escolha de periódicos para publicação de artigos e sobre escrita científica entre em contato com Paola pelo e-mail paolasan@usp.br

PAOLA DE MARCO LOPES DOS SANTOS

Comunicação Científica – Biblioteca da FAUUSP

Workshop para Autores e Pesquisadores 2015

workshop

Data: 08 de outubro de 2015
Horário: 10:30 – 14:30
Local: Auditório do INRAD – Instituto de Radiologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP – Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, s/nº – Rua 1 – Cerqueira César – São Paulo, SP. [Mapa: http://bit.ly/MapaInRad]

=== INSCRIÇÃO ===

Inscrição pelo link: http://bit.ly/Workshop_Pesquisadores_2015

=== PROGRAMAÇÃO ===

10h00 – 10h30 | RECEPÇÃO

10h30 – 10h40 | ABERTURA
Stacy Sieck, Gerente de Comunicação, Américas, Taylor & Francis

10h40 – 10h50 | O Brasil no panorama da pesquisa
Vicki Donald, Editora, Taylor & Francis
Esta será uma introdução às demais sessões do workshop.

10h50 – 12h10h | Publicação acadêmica – Parte I                        
Vicki Donald, Editora, Taylor & Francis
Stacy Sieck, Gerente de Comunicação, Américas, Taylor & Francis
a) A perspectiva dos autores (As três coisas que preocupam os autores quando vão publicar um artigo em um periódico)
b) Como escolher onde publicar
c) Como escrever o artigo
d) O que acontece na avaliação por pares

12h10 – 13h00 | ALMOÇO                                    

13h00 – 13h40 | Publicação acadêmica – Parte II    
Vicki Donald, Editora, Taylor & Francis
a) A perspectiva dos editores – Palestrante convidado
b) Como promover o seu artigo após a sua publicação

13h40 – 14h00 | Atualização do White Paper sobre avaliação por pares da Taylor & Francis
Stacy Sieck, Gerente de Comunicação, Américas, Taylor & Francis
Esta sessão irá abordar os benefícios da avaliação por pares de artigos acadêmicos da Taylor & Francis.

14h00 – 14h20 | Tendências futuras da publicação acadêmica    
Vicki Donald, Editora, Taylor & Francis
Esta sessão irá abordar as tendências da publicação acadêmica e apresentar as nossas previsões para o futuro.

14h20 – 14h30 | Encerramento, perguntas e observações finais

Organização e promoção
*Taylor & Francis Group
*Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade de São Paulo – SIBiUSP
*Divisão de Biblioteca e Documentação da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – DBD/FMUSP

 

Fonte: SIBi-USP

CHAMADA DE ARTIGOS – Revista Eletrônica arq.urb

escritor

A revista do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Arquitetura e Urbanismo da Universidade São Judas Tadeu de São Paulo, SP informa que  está aberta a chamada para o envio de trabalhos que integrarão os números 13 e 14 da revista acadêmica eletrônica arq.urb, a serem publicados em agosto e dezembro de 2015, respectivamente.

Mais informações :

https://emailmarketing.locaweb.com.br/accounts/47462/messages/3?email=uliana@usp.br&c=1428949070&contact_id=1095

Artigo da revista “Espaço Aberto” sobre a Profa. Dra. Lara Leite Barbosa, da FAUUSP

Fonte: Revista Espaço Aberto

Do nomadismo da literatura para a vida pessoal

Por Giovanna Gheller
O tema, tão presente nos estudos da docente da FAU, é visto nas cidades pelas quais passou e nas viagens que realiza nas horas vagas

Lara Leite Barbosa é professora do Departamento de Projetos da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) e uma das ganhadoras do Prêmio Jabuti na edição de 2013. Em terceiro lugar na categoria Arquitetura e Urbanismo com o livro Design sem fronteiras: a relação entre o nomadismo e a sustentabilidade, da Editora da Universidade de São Paulo (Edusp), a docente teve consagrado o fruto de sua tese de doutorado, que recebeu influências das pesquisas exercidas desde a época da graduação.

“O Jabuti foi uma grande surpresa”, diz Lara. Quem inscreveu sua obra para o prêmio foi a Edusp, que cuidou do trabalho e o publicou. “Obviamente eu tinha muita vontade de me inscrever, mas não atinei para o prazo. Só soube que estava inscrita quando recebi o e-mail dizendo que estava entre os dez finalistas.” Junto com ganhar um Jabuti, um dos maiores privilégios que a docente vê em estar entre os três colocados é poder estar próxima a nomes como Benedito Lima de Toledo e João Filgueiras Lima, primeiro e segundo lugar, respectivamente.

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Durante as pesquisas para o doutorado, a docente passou três meses no exterior, e a cidade de Los Angeles, nos EUA, estava inclusa no roteiro

Lara nasceu em 1976 na cidade de Americana, interior de São Paulo, onde morou por cerca de um ano até se mudar para a cidade vizinha, Campinas. Lá viveu sua infância, de onde tem boas recordações sobre brincar de desenhar a giz no asfalto da rua o projeto daquilo que seria a sua casinha ideal. Já na adolescência, a família mudou-se novamente, dessa vez para Ribeirão Preto, a pouco mais de 300 quilômetros da capital. Atualmente o município faz parte dos roteiros de fim de semana da professora, que viaja para visitar a família desde que saiu de casa, aos 17 anos, para estudar Arquitetura e Urbanismo na Escola de Engenharia de São Carlos. “Tive várias andanças, até por isso o nomadismo está presente em meu trabalho”, conta.

Na época, o curso era um departamento da EESC, o que mudou em 2010, quando se tornou o Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU). Ao contrário de muitos que optam pelo curso, a docente e pesquisadora não tinha muita habilidade para o desenho. Mas a criatividade nas brincadeiras de infância e o gosto por organização espacial já denunciavam a carreira que Lara escolheria quando mais velha, e o trabalho do tio materno, único arquiteto da família, também exerceu grande influência na hora decisão. “Gosto de organizar as coisas, sou meio sistemática, tanto que ingressei na área acadêmica, que é mais teórica”, diz. O interesse pelo ramo acadêmico surgiu logo na faculdade, quando Lara aproveitou a oportunidade de fazer iniciação científica no grupo de pesquisa em habitação, GHab, orientada pela professora Akemi Ino, onde pôde trabalhar com esquadrias de madeira de reflorestamento – o que futuramente lhe renderia ideias sobre sustentabilidade.

Também na graduação, participou de monitorias oferecidas por professores e aproveitou todas as oportunidades que teve para trabalhar com eles e conhecer seu modo de operar. “Os professores não tinham uma atitude tão paternalista, e esta é uma didática que eu considero muito positiva, que foi o que me ajudou a crescer. Fazem com que sejamos nós os responsáveis por conseguir fazer nossos relatórios, ir atrás, aprender a fazer plano de pesquisa. Você é obrigado a se virar, a aprender procurar onde está a informação para realizar seu trabalho.” A metodologia dos grupos de pesquisa, que exige autodisciplina para lidar com o relativamente longo período de tempo, e, ao mesmo tempo, manter o ritmo de produção, desde cedo encantou a professora. Conta: “Ao trabalhar em grupos em que um discute o trabalho do outro e as pesquisas estão inter-relacionadas, a gente consegue fazer trocas produtivas entre os resultados das pesquisas dos colegas”.

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Lara (de vermelho) com a turma da graduação, na EESC, em 1996

Permaneceu moradora são-carlense durante o mestrado, que fez no grupo de pesquisa denominado Nomads, coordenado pelo professor Marcelo Tramontano, a quem Lara tem como uma grande referência para seu trabalho. Logo que concluiu o mestrado, a professora passou em um concurso para ser docente na Universidade Federal de Uberlândia. Por isso, morou durante um ano na cidade, onde não conseguiu se adaptar, em especial por estar muito distante de seus parentes e amigos. Nessa época surgiria, então, uma oportunidade para trabalhar no Istituto Europeo di Design, o que coincidentemente foi próximo à quando foi aprovada para o doutorado Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, que seria difícil de ser realizado à distância. Pronto. Já tinha motivos suficientes para se mudar para São Paulo.

Tornou-se doutora em janeiro de 2009, poucos meses antes de passar no concurso para ser docente da FAU. “Por mais que pareça rápido, intercalei meu mestrado e meu doutorado com trabalhos em escritório também. Nos escritórios foram períodos bem curtos, a pressão do modo de trabalho não me agradava. Mas, ainda assim, não emendei uma pesquisa na outra.” Como uma linha sucessória de estudos, iniciação científica e mestrado tiveram uma ligação direta com o material de trabalho do doutorado, um misto dos dois que culminaria no ganhador do Prêmio Jabuti Design sem fronteiras – a relação entre o nomadismo e a sustentabilidade.

Nos finais de semana, quando não vai encontrar o namorado na praia, Lara vai para Ribeirão ver a família. “Fim de semana é importante para espairecer, porque em São Paulo a gente enlouquece.” Em decorrência de problemas na coluna, pratica atividades físicas com frequência. Gosta de andar de bicicleta e fazer pilates, e acha musculação algo muito monótono. Também procura almoçar de vez em quando com os amigos, no meio da semana mesmo. Tem nessa quebra de rotina um equilíbrio que a ajuda diante da vida solitária que leva o pesquisador. “Mas, de certa forma, essa solidão também pode ser muito estimulante para a escrita. Tem uma combinação interessante.”

Daqui para a frente

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Os sobrinhos João Lucas, Agnes e Cecília são alguns dos que levam Lara de volta a Ribeirão Preto

Lara acredita estar em um período muito fértil e feliz de sua carreira. Há pouco tempo recebeu a assinatura de um convênio de pesquisa para subsidiar seu projeto atual: trata-se de uma atividade pioneira na FAU, em que uma instituição americana chamada Architecture for Humanity, financiada pela Alcoa, apoia algumas iniciativas de pesquisa que visam à construção de projetos voltados, exatamente, para arquitetura humanitária. O projeto de protótipo inscrito, que a professora executará com seus alunos de grupo de pesquisa, é de um banheiro móvel, “um banheiro temporário para situações de emergência”. O município de estudo, desde 2010, tem sido Eldorado, próximo à divisa com o Paraná, que sofre com enchentes recorrentes, quase todos os anos, em diferentes graus. “O que a gente percebeu é que são utilizados edifícios públicos – ginásios, escolas, igrejas, centros comunitários – como  abrigo temporário, então pensamos em algo para aquele período de 7 a 15 dias, mais ou menos, em que a população precisa sair de casa por causa da invasão de água”, conta a professora. O grupo, denominado Núcleo Habitat Sem Fronteiras, ou Noah (“Noé”, em inglês, em referência bíblica àquele que, com sua arca, salvou a Criação do Dilúvio), pretende fazer o protótipo do banheiro em um contêiner justamente para que possa ser transportado de um lugar para o outro. Como conta Lara, a ideia é começar a prototipagem ao longo de 2014, testar e ter resultados e análises sobre a experiência até o final dos três anos estipulados para o trabalho.

DE-ARQ – Revista de Arquitectura de la Universidad de Los Andes: chamada para artigos

dearq 14: Colaboradores de Le Corbusier

Recepción de artículos: hasta el 15 de septiembre de 2013. Ver indicaciones por autores. Someter un artículo.

En circulación: julio de 2014

En los archivos de la Fundación Le Corbusier, en París, reposa un documento con más de cien nombres y datos de colaboradores que trabajaron, durante diferentes periodos, y desde 1924 hasta 1965, en el célebre atelier del maestro suizo francés. Un listado depurado aparece publicado en las páginas preliminares de las diferentes ediciones del libro Le Corbusier 1910-1965. ¿Qué fue de la vida y obra de estos arquitectos colaboradores de diversas nacionalidades e intereses? Con esta pregunta en mente, el número temático 14 de la revista dearq persigue e investiga en el mundo por la vida y obra de los Colaboradores de Le Corbusier.

Muchos los motivos llevaron a tantos jóvenes arquitectos a París. Entre ellos, conocer, a través de las diferentes publicaciones hechas por el propio Le Corbusier, las obras realizadas en sociedad con su primo Pierre Jeanneret y el pensamiento que las sustentaba, a través de libros, revistas y diferentes artículos, entre ellos, la revista de L’Espirit Noveau, realizada por Le Corbusier en sociedad con Amadeo Ozenfant. Entre ellos, cabe destacar, a manera de ejemplo, la forma en que dos jóvenes arquitectos argentinos (Juan Kurchan y Jorge Ferrari Hardoy) señalan lo importante que fue para ellos contar con la obra de Le Corbusier en su carrera, como contrapeso a las enseñanzas academicistas, relacionadas con las escuelas de Beaux Arts. Cuenta Ferrari que “Le Corbusier creía que la arquitectura no se enseñaba sino que se aprendía, y que era algo como los oficios artesanales del Medioevo, que el alumno debía vivir al lado del maestro, trabajando en sus obras no solo viendo los planos, sino tocando con sus manos los materiales, con la humildad con que el aprendiz ayudaba al artesano” (Conferencia sobre Le Corbusier[texto mecanografiado], 1965, FHA J015). Al volver a Argentina, estos arquitectos, con Antoni Bonet i Castellana, entre otros muchos, fundan el grupo de Los Australes para quienes el maestro suizo había creado, a través de su obra, una escuela mundial de arquitectura destinada a la formación de las juventudes de distintos países.

El anterior ejemplo de las repercusiones de Le Corbusier en la enseñanza y práctica de la arquitectura sirve de referente para la búsqueda internacional que realiza la presente convocatoria de la revista dearq. Se trata de una reflexión respecto a cuál fue el resultado de ese encuentro entre Le Corbusier y arquitectos del mundo entero en el 35 rue de Sèvres, que se centra en la figura de los colaboradores y no del maestro. Queremos descubrir qué se aprendió, cómo se refleja en la obra de los colaboradores y qué resultados se pueden desentrañar de estos encuentros a lo largo de los noventa años que ya nos separan entre el momento en que se inauguró el famoso atelier parisino y nuestro tiempo.

Editores invitados:

Juan Pablo Aschner Rosselli
María Cecilia O’Byrne Orozco

Convocatoria permanente dossier de investigación y reseñas bibliográficas:

Aparte de las convocatorias temáticas como la presente, dearq recibe permanentemente artículos producto de investigación en arquitectura y áreas afines, sin restricción temática alguna. De aprobarse, estos artículos son publicados en el Dossier de Investigación. Asimismo, recibe reseñas de libros que se inscriban dentro de la temática de la revista.

dearq@uniandes.edu.co

Fonte: http://dearq.uniandes.edu.co/news/2013/dearq-14-colaboradores-le-corbusier

Lançamento da Revista CPC 15 e Chamada de Trabalhos

Lançamento da REVISTA CPC 15

É com prazer que o Centro de Preservação Cultural da USP (CPC/USP) comunica o lançamento da REVISTA CPC 15. Acesse o conteúdo da revista em nosso site: http://www.usp.br/cpc

Chamada de Trabalhos

A chamada para submissão de trabalhos para o número 16 da REVISTA CPC está aberta e vai até o dia 26 de fevereiro de 2013. Os textos devem ser enviados para o e-mail revistacpc@usp.br.

Sobre a Revista CPC

A Revista CPC é um periódico do Centro de Preservação Cultural da Universidade de São Paulo. De caráter acadêmico e científico configura-se como um veículo de discussão e reflexão dedicado às questões afeitas ao patrimônio cultural em seus múltiplos aspectos. A revista é arbitrada, tem periodicidade semestral, é editada em formato eletrônico e está organizada em duas seções: uma seção de artigos, nos eixos de patrimônio cultural, coleções e acervos, e conservação e restauração; e uma seção de resenhas, notícias e depoimentos.

A Revista conta com uma Comissão Editorial e um Conselho Consultivo, composto por nomes de especialistas da área provenientes das universidades públicas estaduais paulistas e de universidades federais, dos órgãos oficiais de preservação do patrimônio cultural e de instituições nacionais e/ou internacionais que desenvolvam trabalhos em áreas afins, bem como com assessores/pareceristas ad hoc.

Centro de Preservação Cultural
Universidade de São Paulo (CPC-USP)
Rua Major Diogo, 353 – Bela Vista
01324-001 – São Paulo, SP – Brasil
tel/fax + 55 11 3106-3562