Nova data – Palestra “Digitalização e Preservação Digital”

O Departamento Técnico do Sistema de Bibliotecas da USP (DT/SIBi) e o Grupo de Apoio a Preservação e Conservação de Acervos Bibliográficos e Bibliotecas do SIBiUSP promoverão a Palestra “Digitalização e Preservação Digital”.

Palestrante: André Nito Assada (DT/SIBiUSP)
Data: 13 de janeiro de 2016, quarta-feira
Horário: das 9h às 12h
Local: Auditório do Departamento Técnico do SIBiUSP – Complexo Brasiliana, Piso Embasamento
Endereço: Rua da Biblioteca, s/n, Cidade Universitária, Butantã, São Paulo-SP.

Inscrições AQUI

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Cancelada – Palestra “Digitalização e Preservação Digital”

Notícia recebida via SIBi-USP:

Por motivos de licença médica do Sr. André Nito Assada (Palestrante), a Palestra “Digitalização e Preservação Digital”, que seria realizada amanhã (16/12/2015), das 9h às 12h, foi CANCELADA.

Provavelmente a nova data será na primeira semana de janeiro de 2016.

O Departamento Técnico do Sistema de Bibliotecas da USP (DT/SIBi) e o Grupo de Apoio a Preservação e Conservação de Acervos Bibliográficos e Bibliotecas do SIBiUSP promoverão a Palestra “Digitalização e Preservação Digital”.

Palestrante: André Nito Assada (DT/SIBiUSP)
Data: 16 de dezembro de 2015, quarta-feira
Horário: das 9h às 12h
Local: Auditório do Departamento Técnico do SIBiUSP – Complexo Brasiliana, Piso Embasamento
Endereço: Rua da Biblioteca, s/n, Cidade Universitária, Butantã, São Paulo-SP.

Inscrições AQUI

British Library disponibiliza mais de um milhão de imagens para uso livre

No Flickr da British Library você encontra mais de um milhão de imagens em boa definição para uso livre.

BLFlickr1

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Jornada CPC Acervos Fotográficos – inscrições até 17 de novembro

Jornada CPC acervos fotográficos: conservação e pesquisa

Dias 26 e 27 de novembro de 2013

A Jornada pretende apresentar linhas e diretrizes gerais de gestão de acervos fotográficos incluindo procedimentos de conservação, pesquisa, classificação, digitalização e gestão de acervos digitais, bem como, experiências na área.

26/11 (terça-feira)

9h – 12h
Conservação de acervos fotográficos físicos: do diagnóstico à conservação

Palestrante convidado: Leandro Melo
Graduação em Arquitetura e Urbanismo pela FAUUSP. Coordena a empresa L3, que presta serviços de conservação-restauração de documentos gráficos, com ênfase nos suportes fotográficos. É docente do Curso de Preservação, Conservação e Restauro de Documentação Gráfica da Escola SENAI Theobaldo de Nigris e de capacitações em conservação fotográfica.

13h – 16h
Arquivo fotográfico como fonte documental: procedimentos de pesquisa e uso de imagens fotográficas em trabalhos acadêmicos

Palestrante convidada: Solange Lima
Possui graduação em história pela Universidade de São Paulo (1983), mestrado em História Social pela Universidade de São Paulo (1995) e doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo (2001). Atualmente é docente da Universidade de São Paulo, no Museu Paulista (Museu do Ipiranga). Tem experiência na área de História, com ênfase em Cultural Material e Cultura Visual. Sua produção acadêmica resulta da pesquisa e curadoria de acervos, principalmente nos seguintes temas: fotografia, ornamentação, cidades, coleções, curadoria e museus.

16h – 18h30
Fotografia experimental polonesa: a experiência curatorial do MAC USP

Palestrante convidada: Helouise Lima Costa
Possui graduação em Arquitetura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1983), mestrado em Artes pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (1994), doutorado em Arquitetura pela mesma Universidade (1999) e livre-docência pelo Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo na área de “História, Teoria e Crítica de Arte em Museus” (2009). É professora associada e curadora do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, onde atua desde 1993, e professora orientadora junto ao Programa de Pós-Graduação Interunidades em Estética e História da Arte e do Programa de Pós-Graduação Interunidades em Museologia, ambos da Universidade de São Paulo. Foi vice-diretora do MAC USP no período de junho 2006 – julho 2010 e atualmente é Coordenadora da Divisão de Pesquisa em Arte, Teoria e Crítica do Museu. Atua na área de Artes com ênfase nos seguintes temas: fotografia moderna e contemporânea, fotojornalismo, fotografia e representação, teoria e crítica de arte, museologia, história das exposições de arte e arquitetura de museus.

Dia 27/11 (quarta-feira)

9h30 – 12h30
Organização e acesso de acervos fotográficos: etapas e procedimentos de trabalho, da classificação à descrição e elaboração de instrumentos de pesquisa

Palestrante convidada: Johanna Smit
Possui graduação em biblioteconomia e documentação pela Universidade de São Paulo (1970), mestrado em Documentação – Ecole Pratique des Hautes Etudes (1973) e doutorado em Análise do discurso pela Universidade de Paris-I (1977). Foi adjunta do representante de área na CAPES por dois mandatos. Atualmente exerce sua função de docente junto ao Departamento de Biblioteconomia e Documentação da ECA/USP e dirige o Arquivo Geral da Universidade de São Paulo. Tem experiência na área de Ciência da Informação, atuando principalmente nos seguintes temas: ciencia da informacao, arquivologia, arquivo fotografico, vocabulário controlado e organização da informação.

14h – 17h
Conservação de imagens digitais: digitalização de acervos fotográficos e gestão de acervos de imagens digitais

Palestrante convidado: Millard Schisler
Mestre em artes visuais pelo Visual Studies Workshop em Rochester, New York, onde também chegou a lecionar, Schisler é consultor na área de editoração eletrônica, preservação e digitalização de arquivos, fluxos de trabalho e imagem digital. Além disso, desenvolve trabalhos de reprodução de fotografias antigas e obras de arte, é autor do livro Revelação em Preto e Branco – A imagem com qualidade, e contribuidor frequente da revista americana Photo Techniques. O fotógrafo é ainda é coordenador de preservação da Cinemateca Brasileira.

ATIVIDADE GRATUITA

PRÉ INSCRIÇÕES
Até 17 de novembro de 2013.

Preencher a ficha de pré-inscrição e justificativa de intenção disponível no link JORNADA_PRE_INSCRICAO

CRITÉRIO DE SELEÇÃO
Análise de justificativa de intenção, priorizando-se no preenchimento das vagas, a seguinte distribuição: 15 vagas para profissionais da área, 15 vagas para estudantes e pesquisadores atuantes na área, 10 vagas para interessados em geral.
Até dia 22 de novembro os selecionados serão avisados por telefone ou e-mail. Caso haja vagas, os selecionados da lista de espera serão avisados até dia 25 de novembro.

VAGAS: 40

CRITÉRIO PARA RECEBIMENTO DO ATESTADO DE PARTICIPAÇÃO
Frequência mínima exigida de 80%. Carga horária mínima de 11h para recebimento do atestado.

Periodo: 26/11/2013 27/11/2013
Horário: 9-17h
Local: Os eventos são realizados na sede do CPC-USP / Casa de Dona Yayá, Rua Major Diogo, 353, Bela Vista, São Paulo, SP.

 

Fonte: CPC-USP

Datalização é o desafio na era da digitalização

Notícia do Estadão.com.br

Organização da massa de dados digitais de acervos foi tema de seminário internacional em SP

25 de setembro de 2013 | 15h 38

Edmundo Leite
 
Não basta digitalizar. Tem que datalizar. A nova expressão ainda nem existente formalmente em português sintetiza qual é o atual desafio dos profissionais e instituições que trabalham com preservação, guarda e divulgação de acervos. O termo, derivado de data (dados em inglês), foi usado pela professora Marcia Lei Zeng, da Faculdade de Biblioteconomia e Ciência da Informação da Universidade de Kent, nos Estados Unidos, em sua palestra no III Seminário Internacional Aquivos e Museus de Pesquisa, realizado semana passada no Sesc Consolação, em São Paulo. A datalização, segundo mostrou Lei Zeng, é a chave para que a enorme massa de conteúdos digitais possa ser organizada de modo a ser encontrada, compartilhada e integrada com outras bases de dados.

Indicando ferramentas, práticas e protocolos já disponíveis, como o Linked Open Data e busca semântica, a professora demonstrou como é possível fazer com que um documento digital possa ser encontrado com mais facilidade e se integrar a outros. Uma página na internet que estiver datalizada com a codificação e classificação corretas de metadados (informações sobre o conteúdo) poderá capturar automaticamente informações de outros sites que acrescentem mais dados àquele conteúdo originalmente isolado. Assim, uma instituição que possui uma carta digitalizada do imperador brasileiro Dom Pedro II poderá agregar ao documento dados de livros publicados sobre ele ou por ele, o verbete da wikipedia ou qualquer outro site que possuir documentos de sua autoria, bem como incorporar um mapa on-line que tiver listado lugares onde ele nasceu ou pelo qual passou. Na mão inversa, um pesquisador que pesquisar sobre Dom Pedro II em outro site poderá chegar à carta digitalizada daquela instituição através dessas outras fontes, e não somente pelo próprio site da instituição ou dos buscadores convencionais disponíveis na internet.

Se a necessidade de datalizar é um consenso, a melhor maneira de fazer isso ainda é uma incógnita. Quantos e quais metadados deverão ser descritos num documento digital, qual normatização seguir, quem colocará os dados e gerenciará esse processo? A mesa do seminário que reuniu a brasileira Ana Pato, que contou sua experiência no período em que foi diretora de projetos da Associação Cultural Video Brasil, e a holandesa Lizzy Jongna, do Rijksmuseum, exemplificou a dificuldade de encontrar um padrão que concilie as necessidades de instituições diferentes. Enquanto o museu holandês chega a ter 400 campos de metadados associados por trás de uma única obra de arte digitalizada, a instituição brasileira especializada em vídeos descobriu, na prática, que pecava pelo excesso com os vários campos que dispunha para pesquisa. A partir da constatação que os usuários se confundiam, o Vídeo Brasil enxugou o cruzamento de informações de sua plataforma.

Questões técnicas à parte, o empolgante relato do sucesso da digitalização dos acervos de obras de arte de duas das mais renomadas instituições européias, o Rijksmuseum e o britânico Victoria & Albert Museum, foi o ponto alto das apresentações do seminário, que em breve estará disponível no site do Sesc.

Heather Caven, coordenadora de Gestão de Acervo e Planejamento de Rescuros do museu inglês, contou animada para uma platéia surpresa como o número de visitantes da tradicional instituição já é muito maior na internet e como isso se reflete também no aumento da visitação tradicional na sede em Londres. A digitalização do acervo mudou o camportamento do público em relação às obras de arte, que já não são apenas apreciadas, mas também compartilhadas, transformadas, editadas e usadas de outras maneiras que não seriam posssíveis sem a digitalização. Lizzy Jongna, que já havia descrito uma situação semelhante no museu holandês, resumiu qual será o maior legado dessa nova forma de acessar os acervos: “Queremos que o nosso acervo inspire as pessoas a criar coisas novas.”

 

Digitalização do Arquivo Histórico Municipal Washington Luís

“Arquivo Histórico Municipal Washington Luís: a cidade de São Paulo e sua arquitetura”

De 2007 a 2010, em parceria, a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo e o Arquivo Histórico Municipal Washington Luís realizaram o projeto “Arquivo Histórico Municipal Washington Luís: a cidade de São Paulo e sua arquitetura”, com financiamento da FAPESP, no âmbito do Programa de Pesquisa em Políticas Públicas. O objetivo foi organizar, digitalizar e informatizar duas preciosas coleções de desenhos arquitetônicos de amplo interesse para a comunidade acadêmica e para os consulentes habituais do Arquivo Municipal – a Série Obras Particulares (1906-1915) e o Fundo Particular Escritório Técnico Ramos de Azevedo/ Severo e Villares. Cerca de 35.000 documentos mereceram tratamento arquivístico adequado – descrição documental em catálogo informatizado e reprodução digital dos desenhos arquitetônicos – com o intuito de facilitar a sua consulta e garantir a sua preservação. Informatizar as coleções, agilizar a pesquisa e divulgá-la em larga escala, via internet, foram as metas fundamentais deste projeto.

Este conjunto documental abrange um período de profundas transformações urbanísticas transcorridas na cidade de São Paulo entre o final do século XIX e início do XX. Os projetos arquitetônicos arquivados no AHMWL permitem reconstituir o processo de urbanização da cidade. Arquitetos, historiadores, arquivistas, fotógrafos, bolsistas de treinamento técnico nível III e nível IV, bem como bolsistas de mestrado foram envolvidos neste amplo processo de informatização, com apoio conceitual dos pesquisadores da FAUUSP e consultoria em arquivística do “Escritório Memórias Assessoria e Projetos Ltda”. A informatização desse precioso acervo permitirá desenvolver novas linhas de pesquisa em História da Arquitetura, da Urbanização e do Urbanismo da cidade de São Paulo. A agilização da pesquisa poderá gerar correlações jamais feitas pela historiografia.

Espera-se facilitar não apenas a consulta e preservar os documentos, mas divulgá-los em larga escala, para que os paulistanos possam conhecer um pouco mais sobre a sua própria história, despertando seu interesse em respeitá-la. Almeja-se que tais iniciativas, além de beneficiarem pesquisadores, repercutam para além das fronteiras da comunidade científica, contribuindo para a preservação do acervo, bem como para a divulgação dos seus conteúdos e para a consequente valorização do Patrimônio Cultural da cidade de São Paulo.

Prof. Dr. Nestor Goulart Reis Filho
(Coordenador do Projeto – FAUUSP)

Profa. Dra. Beatriz Piccolotto Siqueira Bueno
(Pesquisadora Principal – FAUUSP)

Liliane S. Lehmann
(Diretora do AHMWL)

Consulta: SIRCA (Sistema de Registro, Controle e Acesso ao Acervo)