Exposição: 88 anos David Libeskind – arquitetura atemporal, no Conjunto Nacional (São Paulo – SP)

expo_libeskind

Idealizada por Marcelo Libeskind e Matteo Gavazzi, com curadoria de Milena Leonel, mostra acontece no projeto mais famoso do arquiteto.

Criada a partir do acervo da família Libeskind, a exposição mostra, por meio de imagens, a vida e obra do arquiteto que desenvolveu, entre outros, o projeto do próprio Conjunto Nacional.

A exposição é dividida entre as variadas facetas de David Libeskind, que além de ser um arquiteto consagrado, foi também pintor, desenhista, designer gráfico e de móveis. A mostra promete uma viagem pelo universo de um dos gênios brasileiros.

Matteo Gavazzi pontua o tempo recorde de montagem da exposição e o carinho com que foi produzida, apenas através de pessoas que abraçaram a causa e colocaram seu empenho para vê-la acontecer. “Quando o Marcelo Libeskind nos convidou para organizar essa exposição em homenagem aos 88 anos do David Libeskind, não duvidamos nem por um segundo em aceitar esse desafio. Foram longos meses de preparação, mas graças à teimosia e profissionalismo de todos os envolvidos conseguimos botar de pé, em tempo recorde, uma belíssima exposição com curadoria da talentosíssima Milena Leonel, sobre esse arquiteto genial”, destaca Matteo.

A exposição conta com cerca de 150 imagens, em formatos variados, que foram cuidadosamente digitalizadas a partir do acervo físico da família. Segundo Milena Leonel, foi uma oportunidade de preservar, digitalmente, uma parte da história da arquitetura brasileira e torná-la visível aos olhos dos demais.

Ficha técnica

exposição
88 anos David Libeskind – arquitetura atemporal

idealização
Marcelo Libeskind e Matteo Gavazzi

curadoria
Milena Leonel

produção
Ana Clara Queiroz e Felipe Grifoni

realização
GAPS Magazine

patrocínio
Refugios Urbanos e Animacasa

88 anos David Libeskind – arquitetura atemporal

acontece de 24/11/2016 a 23/12/2016

Segunda a sábado, das 9h às 22h; domingo, das 12h às 20h

local:

Conjunto Nacional
Av. Paulista, 2073
São Paulo SP Brasil

fonte
Marcelo Libeskind
São Paulo SP Brasil

Fonte: http://www.vitruvius.com.br/jornal/agenda/read/6572

Exposição “Escritório Ramos de Azevedo: a Arquitetura e a Cidade”, na FAU Maranhão

Curadoria: Beatriz Siqueira Bueno
Consultoria: Nestor Goulart Reis Filho

Data: de 01 de setembro a 18 de dezembro de 2015
Local: FAU Maranhão
Endereço: Rua Maranhão, 88, Higienópolis, São Paulo-SP

 

Exposição “Recortes de Apropriação: Patrimônio Cultural da USP”, no CPC-USP

[clique na imagem para ampliá-la]

recortes

Fonte: CPC-USP

FAUForma: Designers 2015

[clique na imagem para ampliá-la]

fauforma designers

Exposição “Escritório Ramos de Azevedo: a Arquitetura e a Cidade”, na Poli-USP

A Escola Politécnica (Poli) da USP inaugurou a exposição “Escritório Ramos de Azevedo – A Arquitetura e a Cidade”, como homenagem àquele que, além de ser um de seus fundadores, foi diretor e professor da unidade.

A mostra apresenta documentos e projetos, muitos inéditos, que retratam as transformações de São Paulo de 1886 a 1965. A história dos legados e bastidores do Escritório Ramos de Azevedo é contada em mais de 100 imagens e documentos, distribuídos em 80 painéis.

Três vitrines completam a exposição com documentos de Ramos de Azevedo, como diretor e professor da Poli. O acervo conta com imagens selecionadas do Arquivo Histórico de São Paulo, digitalizadas em parceria entre a Prefeitura de São Paulo e a USP. A exposição também se destaca por ser a primeira a trazer coleções particulares cedidas pelos herdeiros dos projetistas do escritório de Ramos de Azevedo.

A exposição, que ficará instalada na Poli até o início de agosto, estará no térreo do Edifício Mário Covas. A entrada é gratuita e pode ser conferida de segunda-feira a sexta-feira, das 8 às 18 horas.

Fonte: Eventos USP

Exposição Escritório Ramos de Azevedo – A Arquitetura e a Cidade – Abertura 9 de abril às 19h

image

 

Fonte: CPC-USP

Exposição de obras de Ron Mueck na Pinacoteca de São Paulo

http://entretenimento.uol.com.br/album/2014/11/19/obras-de-ron-mueck-chegam-a-pinacoteca-de-sao-paulo.htm?abrefoto=5

Exposição: “Os projetos residenciais não-construídos de Vilanova Artigas em São Paulo”, de 05 a 19 de novembro de 2014

EXPOSIÇÃO – Maquetes de Estudo – os projetos residenciais não-construídos de Vilanova Artigas em São Paulo

As maquetes foram desenvolvidas para a Tese de Doutorado de Ana Tagliari – orientador Prof. Dr. Rafael Perrone.

Link para a Tese – http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16138/tde-01022013-143949/pt-br.php

Link para o artigo publicado na Revista Pós 35 –

Para ver neste final de semana

Celebrando o centenário da arquiteta, artista plástica, designer e professora Lina Bo Bardi, quatro exposições trazem trabalhos seus a São Paulo. Metade delas está no Sesc Pompeia, cujos traços são da própria Lina: “A Arquitetura Política de Lina Bo Bardi” e “Lina Gráfica”.

O Museu da Casa Brasileira retoma o trabalho da artista com “Maneiras de Expor – Arquitetura Expositiva de Lina Bo Bardi”, que reconstitui os famosos cavaletes de vidro da arquiteta. Por último, a Casa de Vidro (desenhada por Lina) recebe, a partir de 18 de outubro, a mostra “O Mobiliário de Lina Bo Bardi”, que retoma móveis com design da professora.

Lina

http://guia.folha.uol.com.br/exposicoes/2014/10/1526089-lina-bo-bardi-4-exposicoes-em-sp-resgatam-obra-multidisciplinar-da-artista.shtml

Primeira mostra póstuma de Niemeyer contrapõe criações clássicas a inéditas

Notícia da Folha de S. Paulo

SILAS MARTÍ
DE SÃO PAULO

Numa sala toda branca, do chão ao teto, estão maquetes no mesmo tom de obras de Oscar Niemeyer, da Pampulha à Catedral de Brasília. Elas parecem surgir do nada, quase camufladas no branco, como se mais potentes como ideias do que como prédios.

De certa forma, a primeira grande mostra póstuma dedicada ao arquiteto, morto aos 104 em dezembro de 2012, transforma agora o Itaú Cultural, em São Paulo, numa espécie de laboratório de ideias.

Nesse ambiente, suas construções se tornam um pouco mais assombrosas do que quando vistas na paisagem real. Perdem o peso do concreto para exaltar a leveza dos traços do arquiteto —que fazia questão de manter certa austeridade nos desenhos, com poucas linhas.

Logo na primeira sala, está um rolo de 12 metros de papel com desenhos que Niemeyer fez diante da câmera para um documentário. Ele revisitava a própria obra enquanto ia descrevendo cada um daqueles projetos.

Do lado oposto da sala, estão mais 20 desenhos que formam uma espécie de resumo de sua obra, de projetos construídos, como a sede do Partido Comunista Francês, em Paris, e o Museu de Arte Contemporânea de Niterói, a outros nunca executados, como um museu em Caracas.

“É uma história da arquitetura contada por ele, uma espécie de testamento”, diz Lauro Cavalcanti, curador da mostra. “Isso é tudo aquilo que ele achava que deveria ser lembrado na obra dele. É o Oscar visto por ele mesmo.”

E, nessa visão, a obra construída tem a mesma relevância de projetos que nunca saíram do papel. Daí a força da mostra, que põe em paralelo a obra já realizada e aquilo que poderia ter sido e não foi, reunindo um poderoso acervo de projetos inéditos.

Entre eles, estão o desenho de uma casa circular que ele projetou para ser seu endereço de veraneio e nunca construiu, a sede da Companhia Energética de São Paulo, que une dois terrenos distintos por meio de uma passarela, um projeto para uma casa de concertos no Rio e uma das 12 versões do Auditório Ibirapuera.

Mas também chamam a atenção seus momentos de devaneio, que dão pistas sobre os rumos que sua arquitetura pioneira poderia ter tomado num futuro distante.

UNIVERSO SCI-FI

Num exercício digno de ficção científica, Niemeyer fez nos anos 1960 uma série de desenhos imaginando um mundo novo em que árvores cresceriam em ritmo ultraveloz, cápsulas antigravidade substituiriam os elevadores nos prédios e todo o conhecimento seria transmitido por eletrodos colados à cabeça.

Brasília, antes de construída, talvez tivesse o mesmo ar de ficção científica nos planos do arquiteto, mas passou a ser realidade concreta.

“É interessante ver aquilo já consagrado à luz das experimentações”, diz Pedro Mendes da Rocha, arquiteto da mostra. “Seu trabalho está sendo redescoberto em suas minúcias e pela sua riqueza.”

Na mesma veia futurista de Brasília e de seu universo sci-fi, Niemeyer também desenhou uma cidade revolucionária para o deserto do Neguev, em Israel, que acabou nunca saindo do papel.

Era uma enorme esplanada, no estilo da capital federal, com a diferença de que os carros circulariam por vias subterrâneas, deixando o nível da rua para pedestres. Nenhuma distância seria maior do que 500 metros e todas as casas dariam para jardins.

Outro projeto nunca construído e que também pode ser visto na mostra, de um centro comercial na Argélia, antecipa a criação das ilhas artificiais que se multiplicaram depois pelo Oriente Médio.

Dos mais ousados planos urbanos a prédios isolados que se tornaram ícones da arquitetura mundial, Niemeyer foi se revelando ao longo da vida um mestre da criação de espaços que arrebatam pela crueza e pela simplicidade.

“Existe a genialidade de prédios com volumetria exuberante soltos na paisagem, mas há ao mesmo tempo joias incrustadas no tecido urbano”, avalia Mendes da Rocha.

OSCAR NIEMEYER
QUANDO a partir de quarta-feira (04/06/2014), às 20h; de ter. a sex., das 9h às 20h; sáb. e dom., das 11h às 20h; até 27/7
ONDE Itaú Cultural, av. Paulista, 149, tel. (11) 2168-1776
QUANTO grátis