Lançamento do livro “MASP: estrutura, proporção, forma”, de Alexandra Cárdenas

A Editora da Cidade, da Escola da Cidade, e o Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, promovem o lançamento do livro “MASP: estrutura, proporção, forma”, de autoria da arquiteta Alexandra Silva Cárdenas e revisão técnica e adaptação de Marcelo Suzuki e Roberto Rochlitz, no dia 18 de novembro (quarta-feira) às 19h, com entrada gratuita. A publicação aprofunda, a partir de novos desenhos técnicos, fotografias e modelagem eletrônica, a análise do projeto da arquiteta Lina Bo Bardi para o Masp, enfatizando o projeto estrutural do engenheiro Figueiredo Ferraz

“MASP: estrutura, proporção, forma”, que integra a Coleção Obras Fundamentais, é patrocinado pelo CAU-SP e foi desenvolvido sob coordenação dos professores da Escola da Cidade Anderson Freitas, Fabio Valentim e José Paulo Gouvêa, em parceria com a arquiteta Alexandra Cárdenas, os arquitetos Marcelo Suzuki, Marcelo Ferraz e o engenheiro Roberto Rochlitz. No lançamento no MCB, a equipe do livro estará presente para uma mesa-redonda.

“Este livro inaugura uma coleção que pretende, de forma didática, elucidar para estudantes, profissionais e diletantes de arquitetura construções que inegavelmente contribuíram para a evolução do pensamento arquitetônico. Obras que não se restringiram a responder a demanda exigida pelo programa, mas acabaram por se tornar verdadeiros manifestos da sociedade contemporânea no Brasil para o mundo”, afirma o professor e editor Anderson Freitas. “Com o intuito de esclarecer objetivamente intricados sistemas estruturais e construtivos através de desenhos esquemáticos e textos, esta coleção acaba por também resgatar fatos importantes que contextualizam o momento histórico que precederam estas obras”.

“A futura sede do Museu de Arte de São Paulo encontra em sua estrutura um dos pontos altos da atual técnica de engenharia. (…) ponto central desta arquitetura, ela alcança a simplicidade em uma grandiosidade pura, tanto pelas suas dimensões como pela clareza da solução. (…) Em resumo, o exposto é a síntese desta estrutura que resiste a esforços surpreendentes, procurando expressar com fidelidade o que a arquitetura comunica estética e funcionalmente”, escreveu Lina Bo Bardi nos anos 1960. “Acho que no MASP eliminei o esnobismo cultural tão querido pelos intelectuais (e os arquitetos de hoje), optando pelas soluções diretas, despidas”.

“Como se poderá conferir no livro, o extraordinário vão deste importante museu da cidade de São Paulo não é resultado de um mero capricho projetual de Lina Bo Bardi. Suas razões extrapolam a questão técnica, ou melhor, é justamente a excelência técnica em relação ao concreto armado já empregada no Brasil em larga escala naquele momento que permitiu a existência deste complexo equipamento, de maneira a preservar a relação visual existente e também já consolidada pelo uso público na Av. Paulista”, conclui Anderson Freitas.

Sobre a Coleção Obras Fundamentais

O livro “MASP: estrutura, proporção, forma” inaugura a Coleção Obras Fundamentais, tendo como objeto de estudo o prédio desenhado por Lina Bo Bardi no final dos anos 1950 e inaugurado em 1968. O livro inclui uma ampla análise do complexo sistema estrutural desenvolvido para viabilizar a construção do edifício. Em 2016, o segundo volume desta coleção será sobre o edifício da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, do arquiteto João Batista Vilanova Artigas, organizado pelo também professor e arquiteto Antonio Carlos Barossi.

Sobre a Editora da Cidade

A Editora da Cidade surgiu em 2010 vinculada à Escola da Cidade, com a proposta de contribuir, por meio de suas publicações, com a reflexão no campo da cultura e, em especial, em relação à arquitetura, construindo um repertório coletivo. Editou, inicialmente, a Coleção Arquiteturas, -em um primeiro momento em parceria com a Editora Hedra e depois independente-, livros monográficos com a obra de arquitetos importantes no cenário da Arquitetura Latino-Americana e que, até então, não tinham publicações específicas. A Editora lança agora a coleção Outras Palavras, com autores de outras áreas, como história, filosofia e psicanálise, e que contribuíram com seu saber nas atividades da Escola da Cidade. Os primeiros três autores são Antonio Risério, Margareth Rago e Tales Ab’Saber, abordando temas relacionados à cidade e ao modo de vida contemporâneo. Este ano, a Editora da Cidade inicia, ainda, uma parceria de coedição e distribuição com a Editora WMF Martins Fontes, ampliando o alcance das publicações.

Sobre o Museu da Casa Brasileira

O Museu da Casa Brasileira se dedica às questões da cultura material da casa brasileira. É o único do país especializado em design e arquitetura, tendo se tornado uma referência nacional e internacional nesses temas. Dentre suas inúmeras iniciativas, destacam-se o Prêmio Design Museu da Casa Brasileira, realizado desde 1986, e o projeto Casas do Brasil, que promove um inventário sobre as diferentes tipologias de morar no país.

FICHA TÉCNICA

 “MASP: estrutura, proporção e forma”

Texto: Alexandra Silva Cárdenas

Adaptação e revisão técnica: Marcelo Suzuki e Roberto Rochlitz

Edição: Marcelo Carvalho Ferraz

Produção editorial: Marina Rago Moreira

Tradução: Beatriz Rahal Castro

Revisão: Thais Rimkus

Projeto gráfico e diagramação: Três Design

Desenhos técnicos e modelagem eletrônica: Alexandra Silva Cárdenas, Marcelo Suzuki e Vitor da Silva Costa

(Esta publicação ocorre no âmbito das comemorações do centenário de nascimento da arquiteta Lina Bo Bardi)

EDITORA DA CIDADE

Coordenação editorial: Anderson Freitas, José Paulo Gouvêa, Fabio Valentim

Editora executiva: Marina Rago Moreira

editoradacidade@escoladacidade.edu.br

SERVIÇO:

Lançamento do livro “MASP: estrutura, proporção e forma”
18 de novembro às 19h – Entrada gratuita

Mesa-redonda

Com Alexandra Silva Cárdenas (autora), Marcelo Suzuki, Roberto Rochlitz e Marcelo Ferraz (editor, mediador da mesa)

18 de novembro às 20h – Entrada gratuita

Local: Museu da Casa Brasileira (11) 3032.3727
Av. Brig. Faria Lima, 2705 – Jd. Paulistano

Fonte: Escola da Cidade

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Projeto dá concessão de 40 anos ao Masp

Notícia do Estadão.com.br

Projeto dá concessão de 40 anos ao Masp

Última proposta enviada por Kassab à Câmara renova o empréstimo do prédio

Adriana Ferraz e Diego Zanchetta – O Estado de S.Paulo

No fim de dezembro, 12 dias antes de deixar a Prefeitura, o prefeito Gilberto Kassab (PSD) enviou à Câmara Municipal um projeto de lei que concede por mais 40 anos o prédio projetado pela arquiteta Lina Bo Bardi na Avenida Paulista para o Museu de Arte de São Paulo (Masp). O Edifício Trianon é municipal e está emprestado ao museu a partir de permissões temporárias oficializadas em portarias.

A renovação em definitivo do direito de uso do prédio é pleiteada há cinco anos pela direção do museu, que funciona no local desde 1968 – a inauguração da sede teve presenças ilustres, como a da rainha Elizabeth II, da Inglaterra.

A Prefeitura negou o pedido em novembro de 2008, logo após uma investigação do Ministério Público Estadual apontar que o museu estava “no limiar da descontinuidade de suas atividades”, em função de “graves problemas financeiros” que o deixaram tecnicamente falido.

De lá para cá, o comando do museu mudou e as negociações foram retomadas em busca da celebração do empréstimo da área. Em comum acordo com o Masp, o projeto de Kassab mantém as contrapartidas previstas na concessão anterior.

A lista inclui a liberação gratuita de visitantes em pelo menos um dia da semana, a cessão de salas para eventos da Secretaria Municipal de Cultura, a abertura para alunos da rede municipal e a realização de no mínimo duas exposições por ano.

O projeto em trâmite na Câmara também prevê que o Masp se comprometa a expor o acervo da Pinacoteca Municipal ao longo do ano. O texto ainda não foi lido em plenário. Estima-se que isso ocorra no início de fevereiro, quando os vereadores retornam do recesso. Só depois é que poderá seguir para análise das comissões e então, se aprovado, ser colocado na pauta de votação.

Em sua justificativa, Kassab afirma que a proposta visa a assegurar não somente a manutenção e exposição do acervo de obras singulares, de valor inestimável, mas também o prosseguimento das atividades oferecidas ao público. Segundo o Masp, são recebidos mais de 800 mil visitantes por ano. Cerca de dois terços desse total – 500 mil – não pagam ingresso.

Prazo. Ao tomar conhecimento da minuta do projeto, o diretor-presidente do Masp, João Vicente de Azevedo, tentou alterar algumas das principais regras propostas. Entre elas, a que diz respeito ao tempo de concessão.

O museu solicitou ampliação do prazo de “empréstimo” para 90 anos e aumento do período destinado à revisão das contrapartidas. O texto final, porém, prevê que a lista de exigências seja reavaliada a cada três anos – e não dez, como pretendido.

As divergências, no entanto, não devem atrapalhar a aprovação da lei.

Com 11 mil metros quadrados, divididos em cinco pavimentos e com vão livre de 74 metros de largura, o Edifício Trianon é um dos ícones da arquitetura paulistana. O prédio teve seu valor histórico e cultural reconhecido em 1982, quando o Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado (Condephaat) tombou a construção.

Acervo. Mais tarde, em 2003, ela também passou a ser protegida pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Hoje, abriga um acervo de 8 mil peças de arte.

Masp recebe obras de artistas em diálogo com a arquitetura

Fonte: Folha.com

SILAS MARTÍ
DE SÃO PAULO

Num domingo, sozinho no subsolo do Masp, Remed fez os primeiros traços do enorme mural que mostra agora no museu. É uma espécie de narrativa, colorida e geométrica, de um homem que morre e ressuscita na metrópole.

“Tento fazer algo em que as pessoas se reconheçam”, diz o francês. “Esse é o melhor estúdio de São Paulo.”

Ele é um dos oito artistas agora juntos numa exposição que transformou o andar debaixo do Masp em ateliê aberto nas últimas semanas.

Todos estrangeiros, eles trazem uma visão de fora para dentro de São Paulo, criando trabalhos também informados pela arquitetura da cidade e o espaço monumental do museu, um dos desenhos icônicos de Lina Bo Bardi.

No caso de Point, uma enorme escultura soletra a alcunha do muralista tcheco usando as escadas vermelhas do subsolo do Masp como parte das letras no espaço.

“Eles colocam o trabalho na cidade e também levam uma visão aprofundada daqui para fora”, diz Baixo Ribeiro, curador da mostra. “A ideia é valorizar essa visão do lugar com outros olhos.”

Falando em olhos, JR, o artista francês que fotografou e ampliou os olhos de mulheres importantes no morro da Providência, no Rio, mostra esses mesmos olhares arregalados agora no Masp.

Ele também estampa a reprodução de uma imagem do acervo do museu nos tapumes das obras no prédio ao lado, agora em restauro.

JR também espera autorização e verba para uma obra urbana mais ambiciosa, que cobriria a face do túnel da Nove de Julho, que passa embaixo do museu da Paulista.

Depois de desenhar mulheres que chamou de Iemanjá em painéis na exposição, a americana Swoon deve fazer, no mês que vem, intervenções no vão livre do museu.

Enquanto isso, estão espalhados pela cidade os bichos pixelados do francês Invader, também com obras suas na mostra central.

DE DENTRO E DE FORA
QUANDO de ter. a dom., das 11h às 18h; qui., até 20h; até 23/12/2011
ONDE Masp (av. Paulista, 1.578, tel. 0/xx/11/3251-5644)

Reforma do “MASP VIVO” está atrasada

O diretor secretário-geral do Masp, o arquiteto Luiz Pereira Barretto, afirma que o término da reforma do edifício na lateral direita do museu, onde funcionará o “Masp Vivo”, está previsto para fevereiro de 2012. “A obra está atrasada entre 45 e 60 dias porque estamos fazendo mais dois subsolos”, informa.

O prédio, pivô, desde 2005, de entrave judicial e de problemas com os órgãos que defendem o patrimônio histórico, foi comprado para o museu pela empresa Vivo por R$ 13 milhões. Inicialmente, o museu havia apresentado polêmica proposta de fazer uma torre de 125 m de altura no local, na Avenida Paulista.

O Conpresp, órgão municipal, barrou o projeto. O prédio fica agora, depois de segunda tentativa de deixá-lo com “quase 100 m”, segundo Barretto, com apenas 72 m de altura.

No local funcionará a Escola do Masp, administração, loja, restaurante e café do museu, além de duas áreas expositivas.

Fonte: Estadão.com.br

Oscar Niemeyer: arquitetura da paisagem brasileira

 

Módulo do Curso de História da Arte do MASP

 

O Módulo apresenta uma leitura crítica sobre todos os períodos da obra do arquiteto Oscar Niemeyer, dos primeiros trabalhos até seus projetos mais recentes.

 

Resumo

 

A análise de “obras-chave” do arquiteto Oscar Niemeyer nos aproxima de seu procedimento de trabalho e das transformações que marcaram as passagens de suas diferentes fases. Apesar de sua evidente autonomia e liberdade plástica, a obra de Niemeyer, que atinge setenta e cinco anos de duração, demonstra fidelidade ao movimento moderno quando projeta uma espécie de “nova paisagem” onde construção, vazio e horizonte são consequência do movimento ininterrupto de uma linha que percorre tanto o papel como o espaço.

 

Programa

 

Aula I. 12/08

Referência: A arquitetura moderna no Brasil e os projetos de Le Corbusier para a cidade do Rio de Janeiro: o Plano Urbanístico (1929) e o Ministério da Educação e Saúde Pública (1936).

 

Aula II. 19/08

Ruptura: os projetos do Pavilhão do Brasil na Feira Internacional de Nova York (1938/1939) e do Grande Hotel de Ouro Preto (1938). A interpretação sobre o vocabulário de Le Corbusier; a matéria da arquitetura colonial como superfície da arquitetura moderna.

 

Aula III. 26/08

Autonomia: O Conjunto arquitetônico da Pampulha (1941/1943). Cassino, Casa de Baile, Iate Clube, Igreja de São Francisco de Assis, Hotel, Golfe Clube e Residência JK. A liguagem do movimento da linha.

 

Aula IV. 02/09

Difusão: Os desdobramentos e as variações sobre as formas-chave lançadas nos edifícios da Pampulha; os projetos em São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Diamantina e Nova York.

 

Aula V. 09/09

Síntese: Brasília. Quando o aspecto compositivo dos projetos realizados entre 1940 e 1955 dá lugar a simplificidade e concisão das formas, onde o perfil da arquitetura é definido por um gesto contínuo.

 

Aula VI. 16/09

A forma da estrutura: os projetos realizados no exterior – Paris, Milão, Trípoli, Constantine e Argel

 

Aula VII. 23/09

Retorno: Memorial da América Latina (1986), MAC de Niterói (1991/1996), Museu Oscar Niemeyer em Curitiba (2002), Centro Administrativo de Belo Horizonte (2005/2010), entre outros. A acomodação da linguagem em escala monumental nos projetos recentes.

 

Aula VIII. 30/09

Arquitetura moderna e cidade contemporânea. Apontamentos sobre o possível legado da obra de Oscar Niemeyer e o papel do projeto de arquitetura na cidade atual

 

Docente responsável

Rodrigo Queiroz – arquiteto, Prof. Dr. do Departamento de Projeto da FAUUSP.

 

Na quinta-feira, 05/08 às 19h, ocorrerá a apresentação aberta desse módulo e dos demais oferecidos pelo Curso de História da Arte do MASP ao público interessado.

 

Local: pequeno auditório do MASP

Início das aulas: 12/08/2010

Término das aulas: 30/09/2010

Quintas-feiras das 19h às 21h

Informações: escola@masp.art.br ou no site http://www.masp.art.br

Fone: 3251-5644 r.2104 ou 3253-9663.

 

Fonte: Docomomo São Paulo

Projeto de Lina Bo Bardi vira divisória no restaurante do Masp

Notícia da Folha OnLine, em 28/04/2010:

 

 

FERNANDA MENA
da Reportagem Local

De 1968 a 1995, eles sustentavam Van Goghs, Rembrandts e Caravaggios. Essa memória, no entanto, dificilmente é evocada pelo par de “biombos” de vidro que separam a cozinha e a fila do caixa no restaurante do Masp hoje.

É esse o destino que tiveram dois cavaletes de vidro projetados pela arquiteta italiana Lina Bo Bardi (1914-1992) como suporte para obras do museu.

“Isso aí é original. Só colamos um plástico no vidro fosco para bloquear a visão da cozinha”, explica uma funcionária do restaurante, que fica no subsolo do prédio concebido por Lina nos anos 60.

A administração do museu afirma que as peças são réplicas feitas pelo restaurante. “É para usar a mesma linguagem do museu”, disse à Folha o diretor Luiz Pereira Barreto.

Confrontado com o fato de as “réplicas” apresentarem quatro buracos na estrutura do vidro, úteis para fixar quadros, mas não para a função de biombo, Barreto disse que o restaurante “pode ter usado algum vidro que estava sobrando”. “Aquilo é um cubo de concreto com vidro. Qualquer um faz”, diz.

Ideário modernista

Para o arquiteto Marcelo Ferraz, que trabalhou com Lina por 15 anos, o argumento é uma “desculpa esfarrapada”. “Réplica ou não, trata-se do projeto da Lina, que faz parte do Masp tanto quanto o edifício”, avalia. “Essa utilização é uma violência contra um ideário modernista, que por si só precisa ser respeitado. É como se fizessem uma réplica de uma cadeira de design consagrado e a transformassem numa privada.”

“É assustador! Mas infelizmente é essa a maneira como o Masp tem tratado a obra da Lina”, lamenta Solange Farkas, diretora do Museu de Arte Moderna da Bahia, também projetado pela arquiteta.

A simplicidade da peça idealizada por Lina contrasta com a ousadia de sua proposta: libertar a obra de arte das paredes, criando a ilusão de que flutuam no espaço, numa convergência com o projeto do próprio prédio, suspenso na avenida Paulista.

Utilizados como suporte para o acervo do museu desde sua inauguração, em 1968, os cavaletes foram retirados do espaço expositivo e levados a um depósito durante a gestão do curador Luiz Marques, hoje professor de história da arte da Unicamp.

“Sou radicalmente contra os cavaletes de vidro, mas eles têm sua dignidade histórica e não devem virar móveis e utensílios pura e simplesmente”, diz Marques.

 

Fonte: http://migre.me/ACbW