Bibliotecárias da FAUUSP participam de eventos em Belo Horizonte e Gramado

 
2o. Semanário Ibero-americano: Arquitetura e Documentação
 
No mês de novembro as bibliotecárias Dina Elisabete Uliana e Eliana de Azevedo Marques participaram do 2o. Semanário Ibero-americano: Arquitetura e Documentação , que aconteceu em Belo Horizonte, MG  nos dias 02 a 04 na UFMG (http://www.forumpatrimonio.com.br/2011/).  Os eixos temático do seminário foram: 1-A preservação documental: o desafio dos arquivos de arquitetura; 2- Arquitetura e documentação: a pesquisa na área da história de Arquitetura e do Urbanismo; 3- Técnicas construtivas e documentação.

Elas  participaram de reuniões da RELARQ –  Rede Latino-Americana de Acervos de Arquitetura e Urbanismo, com representantes de diversas universidades brasileiras e sul-americanas e também apresentaram 2 trabalhos: Biblioteca de arquitetos: a incorporação de coleções pessoais ao acervo da Biblioteca  de Pós-graduação da Faculdade de Arquitetura da USP (autoras: Maria José Polletti; Paola de Marco L. dos Santos e Dina E. Uliana) e O acervo de documentos e projetos de arquitetura da FAUUSP: preservação, difusão e perspectivas (autoras: Eliana A. Marques e Stella R. Miguez). [fotos]
 
 
XIII Encontro Nacional de Editores Científicos, IV Seminário Satélite para Editores Plenos e II Encontro Nacional de Bibliotecários
 
A bibliotecária Maria José de Jesus Carvalho participou do  XIII Encontro Nacional de Editores Científicos, IV Seminário Satélite para Editores Plenos e II Encontro Nacional de Bibliotecários, que aconteceu em Gramado, RS  entre 8 e 11 de novembro de 2011. Organizado pela ABEC – Associação Brasileira dos Editores Científicos o encontro teve como tema: Integridade e ética na publicação científica.

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Casarão histórico na Bela Vista ganha “muletas” para não desabar

A quatro quadras da avenida Paulista, um casarão construído em 1913 vai tão mal das pernas que só com “muletas” consegue se manter em pé. Vazio há mais de dez anos, é habitado apenas por gatos da vizinhança.

A informação é da reportagem de Vanessa Correa publicada na edição desta terça-feira da Folha. A reportagem completa está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.

O imóvel foi tombado pelo patrimônio histórico do município em 2002. De acordo com o texto, no entanto, não há um projeto para restaurar o imóvel da rua Artur Prado, na Bela Vista, além das escoras –pedido da prefeitura.

Segundo a administradora do imóvel, Mônica Gouveia, estão programadas no local apenas novas ações emergenciais, como o reparo do telhado.

O dono do imóvel, Guilherme Carvalho Costa, não quis dar entrevista. Segundo Mônica, ele tem de pagar R$ 25 mil anuais de IPTU e não tem recursos financeiros para reformá-lo. O IPTU de 2010 consta na dívida ativa da prefeitura.

Fonte: Folha.com 

Artigo no Jornal da USP sobre o professor Murillo Marx

Fonte: Jornal da USP

O sonho e a vida de dois grandes mestres

MEMÓRIA

A USP lamenta a morte dos professores Murillo Marx e Aldo Rebouças, que deixaram um legado de luta em favor do desenvolvimento do País

Nas rampas do prédio da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, na Cidade Universitária, ou nas escadas de peroba do prédio histórico da rua Maranhão, há a memória dos passos de Murillo Marx. Uma presença alegre que incentivava estudantes e professores. Marx morreu no dia 15, enquanto comemorava em um almoço a tese de um aluno.

“Ele nos deixa um legado de luta e idealismo”, afirma o professor Nestor Goulart dos Reis Filho, com quem atuava no Departamento de História da Arquitetura e Estética do Projeto da FAU. “Era um professor que fez a sua vida nas salas de aula, sempre cordial e positivo.”

Goulart lamenta a causa que vitimou o professor. “Ele estava comendo em um restaurante e se engasgou. Infelizmente, ainda sofremos com a falta de conhecimento em primeiros socorros. Esta é uma questão que precisa urgentemente ser repensada como uma questão prioritária na saúde e também na cidadania.”

Marx tinha 65 anos, era professor titular e colaborador do Conselho Nacional de Arquivo, dando aulas na graduação e pós. Sua trajetória começou na graduação, em 1968. Fez mestrado, doutorado e pós-doutorado na FAU. Foi diretor do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB), do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) – ambos da USP – e do Departamento do Patrimônio Histórico (DPH), vice-presidente do Condephaat e conselheiro da Pinacoteca do Estado de São Paulo e do Museu da Casa Brasileira.

Na vida acadêmica, Marx teve a influência de seu avô Fernando de Azevedo (1894-1974), que foi diretor da antiga Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP e membro da Academia Brasileira de Letras (ABL). Costumava dizer que tinha nascido no Rio de Janeiro, mas se considerava um paulistano de coração.

No livro Nosso Chão: do Sagrado ao Profano, lançado pela Editora da USP (Edusp) e resultado de sua livre-docência, o professor analisa a evolução dos espaços públicos brasileiros, destacando a cidade de São Paulo. Sua tese era de que houve um claro e lento processo de secularização, analisado sob quatro aspectos: o conceito, o uso, o âmbito e o trato das ruas, praças e jardins.

Um doutor das águas – Cearense de Peixe Gordo, 73 anos, Aldo da Cunha Rebouças tornou-se uma referência mundial no estudo das águas. Esse foi o objeto de suas teses de mestrado e doutorado na Universidade de Strasbourg, na França, e de pós-doutorado, na Universidade Stanford, nos Estados Unidos.

No início da década de 1960, o jovem geólogo graduado pela Universidade Federal de Pernambuco foi um dos pioneiros a alertar os órgãos públicos da má gestão e do uso inadequado da água. Durante toda a sua trajetória como geólogo, pesquisador e professor, defendeu a ideia de que “água abundante, inesgotável e gratuita, como dádiva de Deus ou outra figura cósmica da Igreja, de políticos ou coronéis, é uma ficção obsoleta”.

Reivindicava a necessidade de um tratamento especial e da atenção dos governos. No final da década de 1960 e início dos anos 70, foi diretor da Bacia Escola de Hidrologia da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). Rebouças afirmava: “Como a água é um bem fundamental para a vida do ser humano e todo o seu ambiente, temos que criar a consciência de que é um bem finito e que deve ser usado com inteligência e responsabilidade”.

Rebouças lutava pela proteção das águas subterrâneas brasileiras. Em meados do ano 2000, quando atuava como pesquisador do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP, protestou contra a utilização abusiva da água subterrânea, especialmente pelas indústrias. “Para se ter uma ideia do que estou falando, basta lembrar que 95% das indústrias de São Paulo possuem poços artesianos como forma de fugir da falta frequente da água e também fugir dos preços, das taxas que as companhias cobram pelo seu uso”, disse na época.

Aldo da Cunha Rebouças passou a trabalhar na USP em 1973, desenvolvendo uma pesquisa que considerava a sua maior contribuição para a hidrologia. Descreveu o aquífero Guarani, um manancial de água doce subterrânea de proporções gigantescas que se localiza na região centro-leste da América do Sul, que se estende pelo Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai.

Rebouças, Professor Emérito do Instituto de Geociências da USP, morreu no dia 18 de abril, de falência respiratória. Era casado com dona Suzana há 45 anos e teve três filhos. Suas cinzas foram, como ele próprio pediu, jogadas ao mar, para onde correm os rios. Assim, ficaria junto das águas, como sempre esteve.

 

Aos 102 anos, arquiteto Oscar Niemeyer se lança em carreira musical

Notícia da Folha.com em 10/12/2010

Uma semana atrás, o mundo foi surpreendido com o anúncio de uma nova obra de Oscar Niemeyer. Em vez dos famigerados edifícios de formas curvas, o arquiteto enveredava, agora, pela seara musical.

Disputas políticas mantém fechadas obras projetadas por Niemeyer

Niemeyer acabava de lançar “Tranquilo com a Vida”, um samba de raiz, feito em parceria com seu enfermeiro, Caio Almeida, e com o músico Edu Krieger. Aos 102 anos, parecia o momento ideal para iniciar uma nova carreira.

A canção –que estará disponível dentro de uma semana no site da Deckdisc– fora composta um ano antes, durante o período em que o arquiteto foi hospitalizado, para uma cirurgia no intestino. Distante das pranchetas, Niemeyer depositou sua verve criativa na letra, que diz: “Hoje em dia minha vida vai ser diferente/ Calça de pijama, camisa listrada, sandália no pé”. O enfermeiro Almeida se encarregou da melodia.

Edu Krieger –filho do compositor e maestro Edino Krieger– conta que a música foi abandonada até que, meses atrás, recebeu uma gravação, “a cappella”, cantada pelo enfermeiro (Krieger é amigo de Caíque Niemeyer, bisneto do arquiteto). “Coube a mim colocá-la na métrica e compor a segunda parte”, explicou.

Krieger diz que, ao ouvir o resultado final, Niemeyer ficou inseguro. “Mas, no dia seguinte, deu carta branca para que eu a mostrasse a outras pessoas.” O músico não propôs nova parceria. “Seria abusivo. Já estava bom demais assim.”

 

Link para a notícia: http://migre.me/2RmyN

Inscrições Prorrogadas: Prêmio EDP nas Artes – Instituto Tomie Ohtake

[Clique na imagem para ampliar]

 

 

Link para o edital: http://migre.me/Tmpd

Horários de férias

 

 

Biblioteca da Graduação – Cidade Universitária
 
De 05 a 30 de julho – de segunda a sexta, das 9h às 18h.
 
 
 
Biblioteca da Pós-Graduação
 – Rua Maranhão, 88
 
De 05 a 23 de julho – fechada para inventário.
 
A partir de 26 de julho – de segunda a sexta, das 8h às 17h.

Copa do Mundo

 

Fique atento para os horários de funcionamento da biblioteca em dias de jogos da seleção brasileira na Copa do Mundo:

Dia 15/06/2010 :  das 8h às 14h, reabrindo das 19h às 21h30.

Dia 25/06/2010: das 14h às 21h30.