“Casas Modernas: Preservação, Restauro, Visitação”, na Casa de Vidro

lina

Lina em Casa: Percursos inova com programação especial que acontece no espaço expositivo em quatro sábados  até o final da exposição.

Serão quatro rodadas de encontros, iniciando em 09 de maio, com a proposta de discutir os eixos que norteiam a narrativa dos 27 painéis que revelam o pensamento e o modo de vida de Lina Bo Bardi na Casa de Vidro.

13/06
Casas Modernas: Preservação, Restauro, Visitação
Ruth Verde Zein e Sonia Guarita Amaral

O Instituto Lina Bo e P.M. Bardi convida para o terceiro evento do programa Lina em Casa: Encontros, que acontece no próximo dia 13 de junho, às 16h, no Casa de Vidro no Morumbi.

O tema “Casas Modernas: Preservação, Restauro, Visitação” será debatido por Ruth Verde Zein, Professora da UPM e Presidente do Docomomo SP e Sonia Guarita Amaral, Coordenadora Regional do CECA/ICOM América Latina.

13/06 às 16h
Casa de Vidro – Morumbi
Rua General Almério de Moura, 200
05690-080, São Paulo / SP

Inscrições

Fonte: Instituto Lina Bo Bardi

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I Seminário de Acervos – Preservação e Segurança, no Centro Cultural São Paulo

Considerando a importância da segurança de seus acervos – Coleção de Arte da Cidade (antiga Pinacoteca Municipal), Discoteca Oneyda Alvarenga, Missão de Pesquisas Folclóricas, Acervo Memória CCSP e Arquivo Multimeios –, o Centro Cultural São Paulo propõe neste seminário uma discussão de temas relacionados à segurança com profissionais de relevância na área de conservação e preservação de acervos, que proporcionarão esclarecimentos e atualização ao público.

Além do seminário, que será aberto e gratuito, serão realizados workshops para um público previamente selecionado, sendo um na área de conservação de papéis e outro em conservação fotográfica. O evento é dirigido a arquivistas, bibliotecários, museólogos, estudantes, técnicos, profissionais da área de segurança, conservação e restauro e interessados em geral.

Workshops (15 vagas para cada workshop)
inscrições: de 4 a 29/5 – seleção: por avaliação de currículo e carta de interesse. A divulgação da lista dos selecionados será feita até 9/6

Palestras (300 vagas para cada palestra)
inscrições: de 4/5 a 9/6 – seleção: por ordem de inscrição. A divulgação da lista dos selecionados será feita até 10/6

Confira a programação completa e clique aqui para se inscrever

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Mesa redonda “Tempo de construir, tempo de preservar. O patrimônio da Universidade de São Paulo”, no CPC-USP

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cpc

Participantes | temas

Silvia Wolff (Condephaat) | Reconhecimento oficial de espaços da USP: da seleção à preservação efetiva

Rogério Bessa (SEF) | Ações de intervenção e gestão do patrimônio da USP

Julio Katinsky (FAU-USP) | O projeto de restauro do Engenho dos Erasmos e da Faculdade de Medicina da USP

Monica Junqueira (FAU-USP) | O setor das humanas como patrimônio arquitetônico e a história da arquitetura paulista

Mediador: José Lira (FAU-USP e CPC)

 

Quando: 27 de novembro de 2013 (quarta)

              das 19h às 21h

 

Local: Centro de Preservação Cultural – Casa de Dona Yayá

Rua Major Diogo, 353 – Bela Vista – São Paulo – SP

Tel (11) 3106.3562

 

 Fonte: CPC-USP

Palestra “A Interdisciplinaridade Cientifica da Conservação e Restauro Versus Evolução Arquitetônica”, com Fernando Gonçalves Mariano, na FAU Maranhão

Palestra sobre a arquitetura italiana e internacional e apresentar a mostra da X Bienal de Arquitetura.

Fernando Gonçalves Mariano
Fernando Gonçalves Mariano é Licenciado em Arquitetura pela Universidade Técnica de Lisboa, Pós Graduado em Conservação e Restauro de Pintura Mural pelo Instituto Português do Patrimônio Arquitetônico (atual Instituto de Gestão do Património Arquitetónico e Arqueológico) e Mestre em Conservação, Restauro e Revivificação de Monumentos e Sítios pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias.
De 1992 a 2008, foi sócio gerente da Empresa Preservarte Preservação e Conservação de Obras de Arte Ltda. desenvolvendo atividade na área da Conservação Preventiva de acervos documentais. Desde 2000, dedica-se à Preservação e Conservação de Pintura Mural como freelancer em diversas empresas, com ênfase em monumentos religiosos. Nos últimos anos tem participado de trabalhos de consolidação estrutural e de argamassas estucadas de estações arqueológicas do período Romano no sul de Portugal.
Desde 2001 é docente convidado pela Universidade Lusófona no âmbito do curso de pós-graduação em Conservação Preventiva do Patrimônio Arquitetônico e Ciências Documentais.

Data: 06 de novembro de 2013 (quarta-feira)
Horário: 17h
Local: FAU Maranhão
Endereço: Rua Maranhão, 88, Higienópolis, São Paulo – SP

Fonte: Eventos-FAU

Lançamento do livro “Restauro da Faculdade de Medicina: estudos, projetos e resultados”

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restauro

 

Data: 18/10/2013
Horário: das 11h às 12h
Local: Sala da Congregação – Faculdade de Medicina da USP
Endereço: Av. Dr. Arnaldo, 455, 2o. andar, São Paulo – SP

Palestra: Estudo de danos e patologias em intervenções de restauro, na FAUUSP

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sarasá

Arqto. Antônio L. S. Martin (Toninho Sarasá)
Com mais de 20 anos dedicados ao patrimônio cultural, a palestra abordará temas como: restauração, conservação, preservação, IPHAN, museu, arte, história, arquitetura e projetos.

22 de agosto de 2013 (quinta-feira), 08h00
Sala 809 – FAUUSP
Endereço: Rua do Lago, 876, Cidade Universitária, São Paulo – SP
Aberta ao público

Fonte: Eventos-FAU

Justiça manda restaurar casarão na Av. Paulista

Notícia do Estadão.com.br

Residência Franco de Mello ficou por mais de 20 anos em disputa judicial; juíza cobra recuperação de herdeiros, Estado e Prefeitura

Luciano Bottini Filho, de O Estado de S.Paulo

SÃO PAULO – Um dos últimos casarões da Avenida Paulista, a Residência Joaquim Franco de Mello terá de ser restaurada, de acordo com uma decisão da Justiça de São Paulo publicada na sexta-feira.

O imóvel ficou por mais de 20 anos em meio a uma batalha judicial para que o Estado indenizasse os proprietários pelo tombamento, em 1992, da edificação de 4.720 m² e 35 cômodos que se deteriorou. Agora, a conta milionária para recuperar a mansão histórica será dividida entre herdeiros, governo estadual e Prefeitura.

Vizinho do Parque Mário Covas, o palacete do número 1.919 da Paulista chegou na semana passada aos 108 anos, com “modificações sem a devida autorização, além de se encontrar em péssimo estado de conservação, prejudicando suas características originais”. A decisão da juíza Cynthia Thomé, da 6.ª Vara da Fazenda Pública, determinou que os réus apresentem em 90 dias um projeto de restauração aos órgãos de patrimônio histórico, para iniciar as obras logo após a aprovação.

Os herdeiros do palacete contestam a ação proposta pelo Ministério Público em 2009, alegando que o imóvel pertence ao Estado, depois que eles entraram com uma ação de “desapropriação indireta” – um meio de entregar de forma forçada o casarão ao governo. A justificativa era de que o tombamento esvaziou o valor econômico do bem.

A indenização aos sucessores do primeiro dono da residência, um grande cafeicultor do início do século, é de ao menos R$ 118 milhões. O pagamento já foi garantido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2012, mas os herdeiros aguardam um precatório de mais de dez anos, segundo seus advogados.

A Procuradoria-Geral do Estado (PGE) discorda. Para o órgão, os proprietários estão ainda na posse do casarão e a desapropriação só será finalizada com o depósito do dinheiro. Segundo a PGE, serão tomadas medidas legais para descontar da indenização os valores do restauro. Já a Prefeitura disse que não é “parte legítima” na ação e vai recorrer.

Enquanto o Estado não assume a conservação do antigo paço, um dos familiares ainda reside no local para abrir e fechar o imóvel todos os dias e pintá-lo periodicamente.

Multa diária. Desde 2010, a Justiça fixou uma multa diária, de R$ 5 mil, para que as reformas de emergência fossem feitas, mas nada ainda foi cumprido. Segundo a defesa dos herdeiros, isso era impossível porque não foi dada autorização dos órgãos competentes para iniciar as obras. “Ninguém sabe quantos milhões custa esse restauro”, afirmou o advogado Riad Gattas Cury.

A juíza considerou que a família tem como bancar as despesas por meio da venda do restante do patrimônio deixado em inventário e até mesmo pagar a multa e as dívidas de Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). Além disso, a magistrada afirmou que “a possibilidade de extrair lucro do imóvel não era totalmente inviável” e por isso eles não poderiam deixar o bem abandonado.